<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961</id><updated>2011-04-22T00:12:39.987-03:00</updated><title type='text'>CRÔNICAS Jolivaldo Freitas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>55</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-1236433583328198354</id><published>2009-05-19T12:27:00.001-03:00</published><updated>2009-05-19T12:27:42.484-03:00</updated><title type='text'>AAB, AGRA, ARC e tijolos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Jolivaldo Freitas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um imbróglio sem tamanho. É para me dizer isso, assim, de chofre, que me liga, logo de manhã cedo, em jejum, remela nos olhos e as juntas travadas, um sócio e depois outro, e a seguir mais um, oriundos da Associação Atlética da Bahia; famosa Azulina, que já foi um dos clubes mais bonitos, charmosos e tirado a besta da Bahia – só perdendo em postura aristocrática para o Bahiano de Tênis, que, quando nos píncaros da glória, não deixava preto entrar nem pelas portas do fundo. Na AAB não era tanto assim, mas até a década de 80, babá só entrava com o bebê se estivesse vestida a caráter.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  O que os associados queriam me tirando dos braços (é mera figura de linguagem) do deus Morfeu? Me alertavam para a necessidade de se chamar a atenção de todos que amam a AAB – que vai do garçom Souza até o vice-prefeito Edvaldo Brito – que a vaca está indo para o brejo. O pote quebrou. O ovo gorou. O leite derramou. Ou seja: o novo clube empacou de vez.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  A ARC Engenharia e a AGRA estão deixando a obra em banho-Maria. Colocam um tijolo por semana – mesmo assim quando não está chovendo e já asseguraram que a verba acabou, a paciência acabou, aquele love todo do início das negociações acabou e, pronto... a obra acabou e quem quiser que vá se queixar ao bispo (que não é sócio) ou chorar no pé do caboclo, lá no Campo Grande.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;   Para você leitora entender melhor a história: cerca de quatro anos (ou seriam cinco? Ou seriam três) não lembro direito, tanto tempo já se passou, a Associação Atlética da Bahia estava numa penúria só. Os associados que pagavam eram poucos, a dívida com o IPTU era grande e havia o medo de João Henrique desapropriar, como o fez com o Clube Português e devia-se ainda ao INSS e FGTS. O terreno, na Barra, onde fica (ficava?) o clube sempre despertou a usura das empresas do ramo imobiliário, por estar numa área privilegiada. Foi então que a presidência do Clube, com aprovação do Conselho, decidiu vender um pedaço para pagar as dívidas. Acho que foi uma bagatela de 13 milhões de reais o negócio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;   A Arc a Agra iriam construir três edifícios de primeira linha, como vem mesmo ocorrendo, e se comprometeram em contrato (um conselheiro me disse que o contrato caducou e eu não entendi como é que contrato fica caduco) a construir primeiro o clube. No início foi assim e uma parte da estrutura do clube foi feita. Mas, c agora está lá, quase que parado e pelo que se sabe as empresas querem mais grana. Coisa de uns 2 milhões de reais. Nem vendendo droga no Porto da Barra o clube consegue o valor.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;   Já tem sócios pensando em invadir o que resta do clube. Já tem outros querendo embargar a obra dos prédios. Tem uns que acham que o Movimento dos Sem-Teto poderia dar uma mão, invadindo e aterrorizando a Arc e a Agra que garantiram entregar o clube pronto em junho do ano passado, depois jogou para dezembro. A seguir passou para maio deste ano, depois para julho, para agosto e já está indo para 2010.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  Pior, me dizem aqueles que me despertaram de um sono profundo, totalmente em Alfa, que a ARC está colocando a AAB na parede, literalmente. Embora tenham se comprometido a construir logo o clube e depois os prédios e estarem fazendo o contrário, agora querem pegar a última nesga do terreno, que restou: uma encosta. Ou dá ou desce.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  Eu mesmo não acredito que uma empresa como a ARC esteja fazendo uma besteira deste tamanho. Duvido. Ainda mais que nos últimos anos ela tem investido mais do que ninguém em uma estratégia de marketing que inclui man ter uma boa imagem para o mercado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Deve estar ocorrendo uma falta de diálogo. Coisa de casal. Comunhão de bens. Mas, os associados querem uma resposta ou o pau vai comer. Tem uns cinco sócios advogados que estão sendo mantidos no estrangulador. Quando soltarem, valha-me deus! Não sai clube nem apartamentos tão cedo.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-1236433583328198354?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/1236433583328198354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/1236433583328198354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2009/05/aab-agra-arc-e-tijolos.html' title='AAB, AGRA, ARC e tijolos'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-6607052783335842788</id><published>2009-02-18T21:50:00.001-03:00</published><updated>2009-02-18T21:50:56.225-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;table border="0" width="100%" align="center"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="1%"&gt; &lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;strong&gt;O xerife, o golpe, a calçola perdida e a vidente que foi presa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Jolivaldo Freitas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bahia tem coisa de dar arrepio. E acontece cada fato comigo que às vezes penso que tenho parte com o demônio. Várias semanas antes de acontecer mais um crime na Ilha de Itaparica, onde mataram o velejador e que levou dezenas de argonautas a um protesto inusitado na Baía de Todos os Santos, domingo passado, um amigo meu que tem um veleiro de nome Asbar, planejava levar um convidado holandês para a Ilha de Itaparica. Eu, no instinto, lhe disse que evitasse, que o lugar estava infestado de marginais. Ele apenas deu uma passada por lá e se picou, deu ninja, escafadeu-se. O francês foi morto e meu amigo ligou me agradecendo o insight. Vixe! Me benzi todo. &lt;br /&gt;  Interessante é que antes desta história, quando ninguém lembrava do delegado José Magalhães - talvez o leitor ou leitora se lembre - escrevi aqui nesta coluna, pergunt  ando se alguém sabia onde o homem foi parar. Onde ele estava depois de ter sido defenestrado da titularidade da delegacia do Rio Vermelho. Lembrei até, das histórias que eram comentadas, dando conta de que quando ele saia da delegacia para ir ao Vale das Pedrinhas ou Nordeste de Amaralina, os bandidos se escondiam nos tanques de água, os mais desesperados dormiam nos bueiros, muitos se vestiam de mulher para fugir para o interior do estado e quem bobeasse iria dormir para sempre. &lt;br /&gt;  Daí lembrei que o homem era o terror dos organismos de Direitos Humanos e que havia caído em desgraçada por causa dos seus métodos. Mas, não é que de repente, na onda da Ilha de Itaparica ele ressurge das cinzas. Vixe! Me benzi todo de novo. O pior é que agora faço avaliação do discurso do delegado, que como xerife e herói da população ilhéus e chego à seguinte conclusão: vai faltar Hora Marcada para trazer os defuntos e não vai ter lancha suficiente em Mar Grande, par  a dar vazão aos bandidos que começam a mudar de endereço. E, acredite, vai diminuir o número de roubos e assaltos em Itaparica, mas vai aumentar, em muito, a violência em Salvador. Os bandidos só vão mudar de endereço. O modus operandi será o mesmo. &lt;br /&gt;  Falar em malandragem, tem bar na praça do Porto da Barra onde os turistas sofrem um novo tipo de golpe. Todos os garçons vestem camisa branca e calça preta e outros detalhes iguais. O turista pede a conta e ali mesmo, na hora, é dada. O garçom recebe o dinheiro e some. Depois de algum tempo o cliente pede o troco, mas já é outro garçom que vem e diz que no caixa não consta seu pagamento. Ou, no caso em que o cliente paga a conta certa e sai, um garçom vai atrás e exige de novo o pagamento. Como ninguém vai ficar encarando garçom - a não ser que seja muito curioso ou viado ou o garçom seja Tom Cruise -, o dono do restaurante chama todos e coloca na frente do turista que não sabe quem foi. Tem de   pagar de novo. &lt;br /&gt;  Mas, o Porto da Barra é pródigo em histórias. Semana passada uma mulher, sem a menor cerimônia, voltou já escurecendo para as proximidades do Forte de Santa Maria e começou a perguntar se alguém tinha achado uma calçola. Ela estava tomando banho de bermuda, tirou a calçola para lavar, colocou na areia para secar e esqueceu. Só lembrou quando chegou em casa e o marido perguntou o motivo de estar descalçolada. Explicou a história. O marido levou a moça para a praia e ficou na balaustrada olhando de longe enquanto ela catava na areia. Se achou não sei. Se não achou deve ter levado porrada. &lt;br /&gt;  E li no jornal que uma vidente, de nome Mãe Dália. Foi presa pela polícia. Como uma profissional do ramo, que se preza, não viu que seria presa e não se mandou antes? Só na Bahia tudo isso acontece. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Jolivaldo Freitas é escritor e jornalista&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-6607052783335842788?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6607052783335842788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6607052783335842788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2009/02/o-xerife-o-golpe-calcola-perdida-e.html' title=''/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-9221907676879963623</id><published>2009-02-07T19:56:00.001-03:00</published><updated>2009-02-07T19:56:50.926-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt; Os afrodescendentes no rede bahia revista&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Jolivaldo Freitas&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Chama a atenção o fato de não chamar a atenção de ninguém; não haver nenhum tipo de abordagem ou mesmo análise sociológica, a nova estética dos programas de televisão, notadamente o jornalismo. Não estou abordando conteúdo, pois isso demandaria mais tempo e espaço, mas limitando o exposto à realidade que vem sendo constatada há alguns meses. O programa Rede Bahia Revista, da TV Bahia, por exemplo, está fazendo história. Interessante é que apesar disso, ainda não capitalizou em termos de impacto, talvez justamente pelo fato de está sendo uma coisa tão natural, que nem mesmo os críticos de sites, jornais e blogs, ou mesmo os RPs da casa se deram conta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Pois, pare para pensar que pela primeira vez nas telas baianas três afrodescendentes participam ao mesmo tempo de um programa-chave de uma importante rede de televisão local. Apresentam, debatem e mantêm a liderança no horário. No Rede Bahia Revista estão o conhecido jornalista da área cultural Osmar Martins (Marrom), egresso do jornalismo impresso; a carismática Wanda Chase (que também foi de jornal) e a boa surpresa que é a apresentadora Georgina Mainart. Eles dominam o programa, algo que nunca aconteceu (como diria Lula), na história deste país.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Basta ver que a Globo sempre aproveitou repórteres afrodescendentes, mas jamais em grupo ou como âncora. Lembro da emoção que foi em novembro de 2002 - eu estava de plantão na TV Bahia - quando entrou no ar (o Jornal Nacional estava fazendo 33 anos de criado) na bancada do JN o jornalista negro Heraldo Pereira. Foi uma revolução dentro dos padrões globais. Heraldo, em entrevista a dezenas de jornais, fez questão de dizer que não queria servir como referência histórica e que sempre esteve preparado como profissional. Mas, o foi, mesmo sem ele querer. Estava apresentando o mais importante programa de jornalismo do país.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Mas, não lembro de um grupo de afrodescendentes, como ocorre hoje no Rede Bahia Revista, está participando na pole-position de um programa. Lembro, sim, que num evento reunindo jornalistas, no final dos anos 80 do século passado, se chamava a atenção para a ausência de negros nos programa de TVs regionais. O primeiro a apresentar um programa, esportivo, diga-se de passagem, foi saudoso jornalista Cléo Montalvão, na TV Aratu, quando ela ainda retransmitia a TV Globo, nos anos 70 do século passado. Daí em seguida vieram outros espaçadamente, e outras, notadamente na TV-E a na TV Bahia, a exemplo de Ricardo Mendes (hoje professor e atuando no jornalismo impresso), que conseguiu alcançar posição importante dentro do jornalismo televisivo. Ele passou pelo próprio Rede Bahia Revista, tendo sido em seguida repórter do Jornal Nacional (Globo), e editor-chefe do Núcleo de Rede (TV Globo) na TV Bahia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; É uma situação bastante interessante para esta cidade formada e amalgamada por quase dois milhões de afrodescendentes, quando vemos espaços sendo preenchidos por talentos oriundos deste caldeirão. Ainda mais nos programas jornalísticos das Tvs - e não de mero entretenimento ou de escândalos -, e em posições que podem ser consideradas até mesmo de elite perante a sociedade. E vale dar os parabéns para a TV Bahia. E olha que não se trata de cotas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; É qualificação profissional e visão gestora diferenciada. &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-9221907676879963623?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/9221907676879963623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/9221907676879963623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2009/02/os-afrodescendentes-no-rede-bahia.html' title=''/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-80792778702181138</id><published>2009-01-21T10:38:00.001-03:00</published><updated>2009-01-21T10:38:50.313-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;table border="0" width="770"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td align="center" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009 &lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.tribunadabahia.com.br/layoutjolivaldo.gif" border="0" alt="" width="450" height="30" /&gt;  &lt;table border="0" width="100%" align="center"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="1%"&gt; &lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Tô indo mijar&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;   Meninos, eu vi, juro. Estava lá sentado, fazia duas horas de relógio e presenciei. Eu já tinha ouvido falar que conseguir atendimento em empresas que fornecem serviço de celular era esparro dos brabos, como se dizia antigamente aqui na Bahia. Sempre achei que era queixume exagerado, coisa de quem nada tinha para fazer; fofoca de pessoas que queriam macular a imagem das empresas da área, grandes grupos estrangeiros que vieram para nos dar tranquilidade, modernidade e conforto. Eu dizia: aquieta! Não está vendo o exagero. &lt;br /&gt;  Foi então que minha filha perdeu o chip do celular e apesar de tudo, de todas as ações de segurança que estas grandiosas e inestimáveis empresas oferecem, recebo uma conta de telefone móvel de infartar cardiologista. Como não era possível uma coisa destas, decidi ir em busca de uma justificativa com uma das maravilhosas, globalizadas e pós-modernas empresas de telefonia. Tinha   a certeza absoluta que seria atendido com presteza, agilidade e educação pelas recepcionistas, pessoas treinadas, qualificadas e requalificadas, coisa de ISO 20 mil. Seria a minha chance de jogar na cara destas pessoas fofoqueiras, maledicentes e negativistas que falam mal da Claro, da Oi, da TIM, da Telemar, da Telefônica e de tantas outras, que eu estava certo em defendê-las como fator de desenvolvimento, modernidade e evolução para o país e que qualquer crítica era vil. &lt;br /&gt;  Cheguei com todo gás, animação e confiança na loja própria da TIM no Shopping Iguatemi. Alvissaras! Fui atendido logo na entrada por uma jovem recepcionista que me perguntou  qual o assunto que tinha me levado lá e eu o dizendo, fui logo levado para uma fila. Expliquei a outra moça, no computador, que me ouviu com atenção e esmero, e contei e recontei meu caso e ela com toda autoridade disse para a outra: &lt;br /&gt;  - Abra o protocolo! &lt;br /&gt;  Meninos era tudo o que eu queria o  uvir. Foi rápido, educado, civilizado e objetivo. Peguei o número da senha: 8. Sentei na sala de espera e olhei ao redor. Eram muitas pessoas e apenas três funcionários atendendo. Pensei: lógico que estes funcionários são velozes, adestrados e rápidos no teclado. Relaxei. Relaxei tanto que adormeci. Acordei. Adormeci. Acordei.  Acho que ronquei, pois levei uma cutucada de uma moça. Despertei e notei que toda aquela multidão que estava lá, e que chegou depois de mim já tinha sido atendida. &lt;br /&gt;  Pois, mais de duas horas depois pergunto se tinha chegado minha vez e a moça, muito educado, quero observar, me disse que eu ainda tinha muito que esperar. Perguntei o motivo, pois tinha chegado cedo e não fora atendido. Ela me disse que era assim mesmo. Como eu estava indo contestar uma conta, minha senha passara a pertencer a um segmento de atendimento classificado como "outros". Isso significava que quem chegasse para comprar aparelho, trocar de aparelho, pedir i  nformação de aparelho ou trocar número de aparelho, tinha prioridade. O que significava dizer que no caso - no meu caso que era contestar uma conta - somente seria atendido naquele mesmo dia com a ajuda de Deus e da Virgem Maria. &lt;br /&gt;  Fiquei quieto esperando, com calma e observando. Foi então que notei que cada um dos atendentes que vendiam, anotavam, interagiam com os clientes - e eu esperando e a moça me dizendo que o sistema era assim mesmo e que era uma forma da empresa desestimular queixas - cada vez que acabava um atendimento saía, demorava e voltava. Outro fazia a mesma coisa. Comentei com o feliz proprietário da senha 9 que aquilo era estranho e ele me disse que era assim mesmo. Já tinha três dias que ia lá e que a cada atendimento o atendente ou a atendente ia tirar a água do joelho.Dar uma mijadinha básica. Ele me disse que TIM significava: Tô Indo Mijar. E eu não sabia. E pediu para que tivesse paciência. Tive. Só me irritei quando vi que eles   mijavam o tempo todo, mas não lavavam as mãos. Aí também é demais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Jolivaldo Freitas é escritor e jornalista. e-mail: jolivaldo.freitas@yahoo.com.br &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;/td&gt; &lt;td align="right" valign="top"&gt; &lt;table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" align="right"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td align="center"&gt;&lt;img src="http://www.tribunadabahia.com.br/teste/selo36anos.jpg" border="1" alt="" width="136" height="215" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="3" bgcolor="#ca2000"&gt; &lt;strong&gt;COLUNAS&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" bgcolor="#fceabe"&gt;&lt;a href="http://www.tribunadabahia.com.br/larangeira.htm"&gt;Antônio Larangeira&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;hr /&gt; &lt;a href="http://www.tribunadabahia.com.br/empresas.htm"&gt;Empresas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;hr /&gt; &lt;a href="http://www.tribunadabahia.com.br/ivancarvalho.htm"&gt;Ivan de Carvalho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;hr /&gt; &lt;a href="http://www.tribunadabahia.com.br/janiolopo.htm"&gt;Janio Lopo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;hr /&gt; &lt;a href="http://www.tribunadabahia.com.br/tassofranco.htm"&gt;Tasso Franco&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;hr /&gt; &lt;a href="http://www.tribunadabahia.com.br/jolivaldofreitas.htm"&gt;Jolivaldo Freitas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;hr /&gt; &lt;a href="http://www.tribunadabahia.com.br/janetefreitas.htm"&gt;Janete Freitas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;hr /&gt; &lt;a href="http://www.tribunadabahia.com.br/marcospinheiro.htm"&gt;Marcos Pinheiro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;hr /&gt; &lt;a href="http://www.tribunadabahia.com.br/micheltelles.htm"&gt;Michel Teles&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;hr /&gt; &lt;a href="http://www.tribunadabahia.com.br/jacquesdebeauvoir.htm"&gt;JacquesdeBeauvoir&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;hr /&gt; &lt;a href="http://www.tribunadabahia.com.br/raiolaser.htm"&gt;Raio Laser&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;hr /&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td height="5" bgcolor="#ca2000"&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td colspan="0" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.tribunadabahia.com.br/transparent.gif" alt="" hspace="0" height="1" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-80792778702181138?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/80792778702181138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/80792778702181138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2009/01/quarta-feira-21-de-janeiro-de-2009-t.html' title=''/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-6234879397367450738</id><published>2008-12-06T13:01:00.001-03:00</published><updated>2008-12-06T13:01:21.712-03:00</updated><title type='text'>Sobre Mulheres e Chuva</title><content type='html'>&lt;DIV &gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;Interessante&lt;/STRONG&gt;, acordei e a chuva tinha ido embora&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;Interessante&lt;/STRONG&gt;, pois aqui, na Barra, chove como em Belém&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;Interessante&lt;/STRONG&gt;, sonhei com mulheres nuas, na chuva&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;Interessante&lt;/STRONG&gt;, as mulheres não tinham rosto&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;Interessante,&lt;/STRONG&gt; todas - traídas - me odiavam&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;I&lt;STRONG&gt;nteressante&lt;/STRONG&gt;, acordei carente de mulher e chuva&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-6234879397367450738?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6234879397367450738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6234879397367450738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/12/sobre-mulheres-e-chuva.html' title='Sobre Mulheres e Chuva'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-7399134503857578480</id><published>2008-12-01T21:08:00.000-03:00</published><updated>2008-12-01T21:09:04.684-03:00</updated><title type='text'>A cultura baiana indo para o ralo</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;STRONG&gt;Jolivaldo Freitas&lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Deveria ser preocupação de todos os baianos o futuro da nossa cultura. Não estou falando de Axé, pagode ou Rock, que são perenes, dentro do seu nicho de interessados; e muito menos do folclore para atrair turistas. Digo da cultura que envolve as artes plásticas, o teatro, a música erudita e a literatura. O problema é que os principais intelectuais e artistas, que moldaram o perfil da baianidade, estão indo para outra dimensão.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Com a perda de Jorge Amado, Carybé, Calazans Neto, Smetak, Lindenberg Cardoso, Glauber Rocha, Leão Rosemberg e outros, e com o encanecer de personagens como Dorival Caymmi, a Bahia vive hoje a perspectiva de contar apenas, para se situar no panteão da cultura brasileira, apenas com Caetano, Gil, João Gilberto e mais um punhado. É pouco. E não representa o que se produz em termos culturais pela Bahia. É uma dependência nefasta e temos de implorar aos céus para que tenham vida longa.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Pode-se dizer que a Bahia não tem novos elementos que possam representar seu status cultural? Claro que não. Aqui se produz. Temos pessoas elaborando excelentes trabalhos em artes plásticas, literatura, música erudita, música popular, cinema, vídeo e fotografia. Então qual o motivo delas não serem conhecidas, como o foram os grandes criadores surgidos a partir da metade do século passado?&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;A questão é que, antes, os midiáticos tinham compromisso com a cultura baiana. Exportávamos não só atores, mas criadores, diretores, pintores, tapeceiros, músicos e escritores. Hoje o que se vê é a absoluta falta de compromisso com a cultura local, com raras exceções. Daí que não se vê nos programas de jornalismo/entretenimento, as exposições de arte, por exemplo. As TVs, veículos de maior penetração, não criam ícones culturais, nem mesmo na Axé. Quando o artista fica famoso, por um motivo ou outro, aí sim, ganha espaço.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Mesmo as boas iniciativas das empresas que apóiam a cultura, ficam a dever. Não têm cobertura (eu não lembro de nenhum escritor que tenha ganhado um prêmio e sido entrevistado num programa). Por falta de um marketing agressivo entregam o prêmio e tudo acabou por aí. Falta massificar o nome do ganhador e capitalizar com isso. O cara ganha e volta ao ostracismo.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Com isso não criamos novos nomes. O povo, mesmo a parte culta da população, não conhece quem cria, escreve ou produz. E temos verdadeiros gênios em todas as áreas. A &lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;Bahia é um dos três estados brasileiros onde se produz mais e onde a cultura tem relevância. Mas, não podemos culpar apenas a mídia eletrônica. Se nossos famosos escritores e músicos tivessem a generosidade de Jorge Amado, que usava da fama para ajudar a quem tinha qualidade, com certeza nossos campos seriam mais floridos. Lembrando que cada vez que a mídia deixa de revelar talentos, está perdendo personagens, até mesmo para sua própria degustação.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-7399134503857578480?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7399134503857578480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7399134503857578480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/12/cultura-baiana-indo-para-o-ralo.html' title='A cultura baiana indo para o ralo'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-7055068282137075635</id><published>2008-11-29T20:26:00.001-03:00</published><updated>2008-11-29T20:26:29.621-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT size=1&gt;Sábado, 29 de Novembro de 2008 &lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&lt;IMG height=30 src="http://www.tribunadabahia.com.br/layoutjolivaldo.gif" width=450 border=0&gt; &lt;TABLE width="100%" align=center&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt;&lt;!--- Conteudo ---&gt; &lt;TD width="1%"&gt;&lt;/TD&gt; &lt;TD&gt;&lt;STRONG&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 17px; COLOR: #003399; FONT-FAMILY: verdana"&gt;Dedada no dos outros é refresco &lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #000000; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não sou eu quem está inventando. Está em todos os meios. O Instituto Nacional do Câncer vem desaconselhando o exame de toque retal, que vem a ser a velha "dedada no fiofó" (lá nele, diga-se de passagem) e também o exame de PSA. Ou seja: o sargento Isidório, acho que ex-deputado estadual, tinha razão quando levou a dedada e chiou parecendo porco quando vai para o abate. Disse em plenário que estava um caco. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Vocês lembram a dor de cabeça que me deu uma crônica teclada e postada aqui mesmo, neste espaço sobre o tema? &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Foi há 5, 10, 15 anos? Seu Lio, nosso revisor aqui do jornal sabe, pois ele foi o único a me defender dos impropérios do homem, assim que soube do caso lá na Assembléia Legislativa. Lembre que ele denunciou aos seus pares - onde é possível que alguns... deixa para lá -, tinha sido violado, estava envergonhado, traumatizado e principalmente decepcionado, pois o médico nem para dar uma palmadinha nas costas, de consolo, depois de ter cometido o ato (quer dizer, o procedimento). Flor e telefonema no dia seguinte, nem pensar. Médico mais insensível. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Agora que os pesquisadores deram o aval, todos os frouxos e preconceituosos vão tirar o reto da reta. Com isso vai morrer uma cacetada, pois os pesquisadores informam que 25 por cento dos tumores que afligem o homem têm correlação com a próstata. E que, a cada 24 minutos, no Brasil, um machão morre por causa de câncer na próstata. É pouco ou quer mais? &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu não tenho nada disso. Só não vou ao proctologista é todo dia (por causa das más-línguas, hahaha! Pega mal). Os fofoqueiros iriam dizer que estou mesmo é viciado no toque e os mais sacanas irão me acusar de uma ligação perigosa com o médico. Aliás, se vissem o médico que freqüento (freqüento é forma de dizer, pois a palavra freqüentar tem uma conotação de assiduidade e o que quero passar é que vou lá anualmente.... olha... deixa pra lá... explicar é complicado) morriam, aí sim, de medo, O cara tem as mãos do tamanho de uma pata de elefante e se não fosse jeitoso E PROFISSIONAL, viu seu maldoso, estropiaria qualquer filho da mãe. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lembro que na primeira vez fui lá, indicado pelo meu cardiologista e pesquisador doutor Juarez Brito (rei de New Orleans), levei um susto e quase me pico. No aperto de mão deu tremedeira e eu disse: &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Doutor, não vou agüentar! &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ele me tranqüilizou: "Gueeenta!". E conversa vai, conversa vem o cara mandou brasa. Não fiz uuiii! Aaaiiii! Valei-me Jesus, porque macho que é macho agüenta essas vicissitudes sem chiar. Quem chia é mulherzinha ou fresco. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Foi, na época, o que faltou ao sargento Isidório, quando o médico enfiou lá no seu isidoro. Não agüentou. E ainda ouviu chiste do médico: &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Se não agüenta, véio... por que veio? &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O deputado, vocês lembram, disse que tinha ido ao inferno em vida e que seu (lá dele) zé-de-obrá estava ardendo parecendo que tinha comido pimenta malagueta. Agora os cientistas mostram que ele tinha razão. Não era preciso enfiar, digo, atochar o seu (lá dele) toba. Vá ver que o médico era simpatizante do PFL e se vingou invadindo o reduto do petista. Também o PT anda botando no de todo mundo... &lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/FONT&gt; &lt;DIV align=right&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #000000; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&lt;EM&gt;&lt;STRONG&gt;Jolivaldo Freitas é escritor e jornalista. e-mail: jolivaldo.freitas@yahoo.com.br &lt;/STRONG&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;!--- Direito ---&gt;&lt;!--- Direito ---&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-7055068282137075635?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7055068282137075635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7055068282137075635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/11/sbado-29-de-novembro-de-2008-dedada-no.html' title=''/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-4788072934878123027</id><published>2008-11-29T20:21:00.001-03:00</published><updated>2008-11-29T20:21:42.797-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Vassoura conceitual&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Dimitri Ganzelevitch&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 8pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;É impressionante constatar quanto Lisboa mudou nestes últimos 30 anos. Mais impressionante ainda é não ter perdido sua alma. Permanece igual a ela mesma, com seu charme discretamente provinciano, a harmonia e a diversidade de seus bairros, a excelência de sua gastronomia, especialmente a caseira, a conservação de seus magníficos monumentos em contraponto às ousadias da arquitetura contemporânea. Afinal um dos maiores arquitetos do século não é o português Álvaro Siza?&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;E, para quem não conhece, recomendo uma visita prolongada ao Centro Cultural de Belém. Alem de magnífico edifício, alia a mais atual arquitetura ao tradicional uso, como suporte, do mármore rosa tratado em bruto, sem polimento. O imponente edifício integra-se perfeitamente ao espaço, cujo ponto principal de atração continua sendo o soberbo Mosteiro dos Jerônimos. A cada viagem, tento visitá-lo e quando tem algum espetáculo, não deixo de assistir, nem que seja pela sóbria beleza do teatro. &lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 8pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Numa das minhas primeiras visitas ao CCB, entrei numa grande sala de exposições, situada no subsolo. A mostra era de conceituais franceses. Numa parede, uma série de fotografias da floresta amazônica montadas sobre placas de acrílico iluminadas por transparência. Perto, outra série, uns vinte quadrados vermelhos, todos rigorosamente idênticos. Para ser sincero, me lembro de pouca coisa mais, senão do profundo tédio que emanava do conjunto. Lembrei de outra exposição, desta vez em Barcelona, na Fundação Joan Miró. O cineasta/artista Peter Greenaway, autor de "O cozinheiro, o ladrão, sua mulher e o amante", tinha montado um trabalho conceitual sobre o tema de Ícaro. A exposição, de grandes proporções, era exaustiva festa para os olhos e a mente. Tudo tinha sido explorado. A cera, as plumas, o mar, o sol, a terra, o vento. Os visitantes passeavam encantados, fascinados, entre as montagens recriando as diferentes etapas do mito.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Lembrei também de uma bienal &lt;?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /&gt;&lt;st1:PersonName w:st="on" ProductID="em S&amp;#65507;o Paulo. Entrava-se"&gt;&lt;st1:PersonName w:st="on" ProductID="em S&amp;#65507;o Paulo."&gt;em São Paulo.&lt;/st1:PersonName&gt; Entrava-se&lt;/st1:PersonName&gt; no corredor obscuro com um espelho colocado debaixo do queixo e, ao chegar num espaço maior, com farta iluminação, panos e véus pendurados e voando pelo teto, perdia-se completamente a noção da limitação da sala, com a poética sensação de andar nas nuvens.&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Neste momento, aqui, estes artistas franceses me pareciam abusar de mesquinha masturbação intelectual, esquecendo que os visitantes também têm direito a usufruir um pouco do fazer-arte, sem se sentir analfabetos primários. &lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;O cúmulo foi ao chegar perto de uns degraus defronte a uma porta hermeticamente fechada. O artista tinha colocado com o máximo cuidado, a igual distância dos degraus e da obra vizinha, um balde com água suja, uma vassoura nova e um pano de chão usado.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Contemplei o conjunto de objetos domésticos sem definir a proposta. Talvez uma postura de contestação, questionamento sobre o sentido da exposição, uma forma voluntariamente corriqueira de recuperar o arrogante espaço...&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Estava perplexo, sentindo uma profunda irritação tomar conta de minha garganta, quanto ouvi "O senhor desculpe". Atrás de mim, uma mulher vestida de preto, cabelo cinzento, pedia passagem. Afastei-me. Com absoluta calma, ela pegou a vassoura, o balde, o pano e atravessou a sala para desaparecer na porta de entrada.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Acabava de limpar a sala.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-4788072934878123027?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/4788072934878123027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/4788072934878123027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/11/vassoura-conceitual-dimitri.html' title=''/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-1574009516208139140</id><published>2008-11-27T09:37:00.001-03:00</published><updated>2008-11-27T09:37:40.827-03:00</updated><title type='text'>Do blog de Paixão Barbosa</title><content type='html'>&lt;DIV &gt; &lt;DIV&gt; &lt;DIV class=area&gt; &lt;H2&gt;POLÍTICA &amp;amp; CIDADANIA&lt;/H2&gt;&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=titBlog&gt; &lt;H5&gt;27/11/2008 às 09:02 &lt;/H5&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; | &lt;A href="http://www.atarde.com.br/fw/cp/2008/04/blog.jsf?id=615#COMENTARIOS1017976"&gt;&lt;SPAN class=azulAtarde&gt;COMENTÁRIO (0)&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt; &lt;H2&gt;OMISSÃO CRIMINOSA E SECULAR&lt;/H2&gt; &lt;P&gt;Paixão Barbosa&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=conteudoBlog&gt; &lt;P&gt; &lt;P&gt;&lt;BR&gt;O Vale do Itajaí inundou de novo. As enchentes já tinham causado, até a noite da quarta-feira, 97 mortes e deixado milhares de famílias desabrigadas apenas em Santa Catarina. Mortes e famílias ao desabrigo também em outros Estados. Cá, no Nordeste velho de guerra, é a estiagem que volta a matar (não se sabe quantos, tal é a miséria) e a desalojar milhares de famílias que saem à procura de locais onde haja água para beber. &lt;BR&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P&gt;&lt;BR&gt;A ação dos governos estaduais e federais responde ao clamor público e o presidente Lula&amp;nbsp;sobrevoou as áreas inundadas de Santa Catarina para, depois, anunciar com o rosto compungido e quase choroso, a liberação de uma verba de R$ 1, 970 bilhão que será destinada a reparar os danos do excesso de chuvas e da carência das mesmas. É isto mesmo, os sedentos nordestinos também foram lembrados. &lt;BR&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P&gt;&lt;BR&gt;O ponto, porém, não é este. A questão é: será tão louvável assim esta ação emergencial, mesmo que ajude a minorar os prejuízos sofridos? E as vidas que já se perderam e as que ainda se perderão? &lt;BR&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-1574009516208139140?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/1574009516208139140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/1574009516208139140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/11/do-blog-de-paixo-barbosa.html' title='Do blog de Paixão Barbosa'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-4261128285678685731</id><published>2008-11-27T09:35:00.000-03:00</published><updated>2008-11-27T09:43:09.149-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;DIV &gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT size=1&gt;Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008 &lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&lt;IMG height=30 src="http://www.tribunadabahia.com.br/layoutjolivaldo.gif" width=450 border=0&gt; &lt;TABLE width="100%" align=center&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD width="1%"&gt;&lt;/TD&gt; &lt;TD&gt;&lt;STRONG&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT &gt;Dedada no dos outros é refresco &lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não sou eu quem está inventando. Está em todos os meios. O Instituto Nacional do Câncer vem desaconselhando o exame de toque retal, que vem a ser a velha "dedada no fiofó" (lá nele, diga-se de passagem) e também o exame de PSA. Ou seja: o sargento Isidório, acho que ex-deputado estadual, tinha razão quando levou a dedada e chiou parecendo porco quando vai para o abate. Disse em plenário que estava um caco. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Vocês lembram a dor de cabeça que me deu uma crônica teclada e postada aqui mesmo, neste espaço sobre o tema? &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Foi há 5, 10, 15 anos? Seu Lio, nosso revisor aqui do jornal sabe, pois ele foi o único a me defender dos impropérios do homem, assim que soube do caso lá na Assembléia Legislativa. Lembre que ele denunciou aos seus pares - onde é possível que alguns... deixa para lá -, tinha sido violado, estava envergonhado, traumatizado e principalmente decepcionado, pois o médico nem para dar uma palmadinha nas costas, de consolo, depois de ter cometido o ato (quer dizer, o procedimento). Flor e telefonema no dia seguinte, nem pensar. Médico mais insensível. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Agora que os pesquisadores deram o aval, todos os frouxos e preconceituosos vão tirar o reto da reta. Com isso vai morrer uma cacetada, pois os pesquisadores informam que 25 por cento dos tumores que afligem o homem têm correlação com a próstata. E que, a cada 24 minutos, no Brasil, um machão morre por causa de câncer na próstata. É pouco ou quer mais? &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu não tenho nada disso. Só não vou ao proctologista é todo dia (por causa das más-línguas, hahaha! Pega mal). Os fofoqueiros iriam dizer que estou mesmo é viciado no toque e os mais sacanas irão me acusar de uma ligação perigosa com o médico. Aliás, se vissem o médico que freqüento (freqüento é forma de dizer, pois a palavra freqüentar tem uma conotação de assiduidade e o que quero passar é que vou lá anualmente.... olha... deixa pra lá... explicar é complicado) morriam, aí sim, de medo, O cara tem as mãos do tamanho de uma pata de elefante e se não fosse jeitoso E PROFISSIONAL, viu seu maldoso, estropiaria qualquer filho da mãe. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lembro que na primeira vez fui lá, indicado pelo meu cardiologista e pesquisador doutor Juarez Brito (rei de New Orleans), levei um susto e quase me pico. No aperto de mão deu tremedeira e eu disse: &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Doutor, não vou agüentar! &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ele me tranqüilizou: "Gueeenta!". E conversa vai, conversa vem o cara mandou brasa. Não fiz uuiii! Aaaiiii! Valei-me Jesus, porque macho que é macho agüenta essas vicissitudes sem chiar. Quem chia é mulherzinha ou fresco. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Foi, na época, o que faltou ao sargento Isidório, quando o médico enfiou lá no seu isidoro. Não agüentou. E ainda ouviu chiste do médico: &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Se não agüenta, véio... por que veio? &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O deputado, vocês lembram, disse que tinha ido ao inferno em vida e que seu (lá dele) zé-de-obrá estava ardendo parecendo que tinha comido pimenta malagueta. Agora os cientistas mostram que ele tinha razão. Não era preciso enfiar, digo, atochar o seu (lá dele) toba. Vá ver que o médico era simpatizante do PFL e se vingou invadindo o reduto do petista. Também o PT anda botando no de todo mundo... &lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-4261128285678685731?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/4261128285678685731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/4261128285678685731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/11/quinta-feira-27-de-novembro-de-2008.html' title=''/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-6315623855345739860</id><published>2008-11-10T10:14:00.001-03:00</published><updated>2008-11-10T10:14:05.818-03:00</updated><title type='text'>Poesia</title><content type='html'>&lt;DIV &gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;SPAN &gt;OS&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;ECLIPSES&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;I &gt;&lt;SPAN &gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;I &gt;&lt;SPAN &gt;Ernane N.A.Gusmão&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;R&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN &gt;everso do que dizem cientistas,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Eclipses são namoros siderais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Selene busca o sol nas suas pistas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;E dá-lhe um longo beijo  e quer mais!.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;Os&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN &gt; chamados eclipses parciais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;São só encontros menos intimistas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;E ,diferentes dos que são totais,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Não há uma cobertura às nossas vistas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;É&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN &gt; Sol,é Terra,encobrindo a Lua&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;É Lua,é Gaia, abraçando o sol&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Tanto de noite quanto no arrebol.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;S&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN &gt;e uma das esferas vai&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;fugindo,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Reparem que deveras se despindo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Ela se mostra totalmente nua.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;-------------------&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;&lt;I &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/I&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;enagursa@atarde.com.br&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;29.08.08&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-6315623855345739860?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6315623855345739860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6315623855345739860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/11/poesia.html' title='Poesia'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-4741947995799289616</id><published>2008-11-09T11:28:00.001-03:00</published><updated>2008-11-09T11:28:07.689-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 20pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;A eleição e o Cão&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 18pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Jolivaldo Freitas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Bastou João Henrique ganhar as eleições para continuar prefeito de Salvador, que apareceu padrinho de tudo quanto foi lado. Não deu tempo nem o homem se debulhar em lágrimas, coisa que ele faz bastando ver uma borboleta voando com uma asa só. Gosta mesmo de chorar. Os maldosos dizem que desta vez João não chorou porque o ministro Geddel Vieira Lima proibiu. E dizem que ele não chorou durante a campanha, nem mesmo quando estava sendo desconstruído pelos adversários, alguns que estão nas fotos da edição de hoje dos jornais, junto com ele. Mas, aí, quem proibiu de chorar foi a primeira-dama, que disse:&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;"assim não dá, João! Já basta os meninos lá em casa". E quem também disse "não chore, homem", foi seu marqueteiro, Maurício Carvalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Falar nisso, Mário Kertèsz, no domingo passado na Metrópole, chamou a mãe dos marqueteiros de careca e o pai de cabeludo, as irmãs de piriguetes e os irmãos de malhados. Doeu. Mas não ligamos não, pois Mário fala o que vem na cabeça e depois se arrepende. Ele disse que marqueteiro só faz atrapalhar. Em muitos dos casos&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;não dá para tirar a razão do comunicador. Aliás, as meninas que trabalham com ele dizem que ele também gosta de marear os olhos quando se emociona.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Marqueteiro é uma profissão do Cão. O que João Santana, mais conhecido como Patinhas, sofreu agora com a estratégia de querer chamar a atenção para a sexualidade do Kassab, durante o programa de sua cliente Marta Suplicy, &lt;?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /&gt;&lt;st1:PersonName w:st="on" ProductID="em São Paulo"&gt;em São Paulo&lt;/st1:PersonName&gt;, nem é bom falar. O cara que era visto como o guru da reeleição de Lula, virou, de uma hora para outra, um escroto, na opinião dos jornalistas e dos próprios colegas marqueteiros. Semana passada, durante encontro de apoio de intelectuais a João Henrique, na livraria Tom do Saber, no Rio Vermelho, onde fica a pizzaria Piola, de propriedade do marqueteiro, um engraçadinho disse: "Pó! Como com Lula tudo acaba em pizza o cara aplicou o dinheiro de forma correta". Foi repreendido na hora, acho que pelo escritor Oleone Coelho Fontes. Vamos reconhecer que a piada foi de mau gosto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Marketing político é coisa antiga e vem desde os tempos em que não existia a palavra marqueteiro. O coronel Armando Nascimento, lá das bandas do Quijingue, no tempo que a área era distrito de lugar nenhum, estava enlouquecido com seu candidato, da UDN, que não decolava. Por mais que o homem tivesse apoio dos coronéis, o povo não se manifestava. Daí ele teve uma sacada de "marketing". Disse que o candidato tinha parte com o Cão. E que o Satanás iria dizer o nome de cada um que não votasse nele. E depois iria buscar a alma de todos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Na dúvida todo mundo elegeu o udenista. Menos a família de Zé da Água. Como&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Se ficou sabendo disso? Dias depois do resultado da eleição Zé perde os dois jegues que ajudavam na venda da água, mordidos por cobra. E cobra é coisa do Diabo. O filho maior foi caçar passarinho e levou um tiro no olho. A mulher do homem sumiu com o vendedor de panela de ferro e a casa pegou fogo quando caiu um raio. Ele, no desespero foi procurar o coronel Armando, disse que tinha votado do contra e sabia que estava sendo punido pelo Cão. O coronel ficou de dar adjutório, e parece que deu certo a palavra dele com o Belzebu, pois a mulher de Zé voltou, a filha que dera pra ruim, pediu perdão e foi parar no convento lá de Senhor do Bonfim. Zé ganhou um jegue e o filho cadoca deixou de caçar arribaçãs e foi ajudar na lide. E todos viveram felizes para sempre. Ou até o Cão vir cobrar as promessas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-4741947995799289616?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/4741947995799289616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/4741947995799289616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/11/eleio-e-o-co-jolivaldo-freitas-bastou.html' title=''/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-1070119409740073102</id><published>2008-11-08T10:54:00.001-03:00</published><updated>2008-11-08T10:54:27.122-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;DIV &gt; &lt;DIV&gt; &lt;TABLE width=770&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD vAlign=top align=middle&gt;&lt;BR&gt;&lt;IMG height=30 src="http://www.tribunadabahia.com.br/layoutjolivaldo.gif" width=450 border=0&gt; &lt;TABLE width="100%" align=center&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD width="1%"&gt;&lt;/TD&gt; &lt;TD&gt;&lt;STRONG&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT &gt;Sumindo pela vida&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Some gente demais no Brasil. Os desaparecidos somam os milhares. E onde se esconde esta gente toda? Todos os dias, nos jornais, aparecem fotos de quem sumiu. É a família tentando encontrar e são raros os casos de retorno à casa ou de encontro. Pelo que se pode deduzir, pelo que se vê nos jornais, os desaparecidos, em sua maioria, são doentes mentais e adolescentes (aliás, não vejo muita diferença entre um e outro). Os primeiros, pelos motivos óbvios. Os segundos, pelos óbvios motivos de querer punir pai ou mãe, por uma boa surra dada; ou levados pelos questionamentos próprios da idade. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Um dos quadros de maior sucesso na televisão baiana é o "Desaparecidos", da TV Bahia. Toda semana parentes chegam cedo na Praça da Piedade, levando cartazes com fotos e muita emoção. São casos interessantes e uma pena que a TV tenha pouco tempo para que cada história fosse contada. Se bem que poderia destacar um caso especial e aprofundar uma matéria, como se faz quando alguém é encontrado. É um bom serviço que a mídia presta, quando se sabe que o sentimento da perda de um filho, por exemplo, é indescritível. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Muitas idéias surgiram e passaram, para ajudar na descoberta de um desaparecido, pois além dos doidos e dos adolescentes (o que vem a ser a mesma coisa), muitas crianças somem também. Nos Estados Unidos as redes de supermercados colocam fotos de desaparecidos nas sacolas ou nos carrinhos. Na França e Inglaterra, o Metrô serve de apoio com fotos nos vagões. No Brasil, acho que por idéia do publicitário Washington Olivetto, na década de 70 do século passado, o Carrefour colocou fotos e informações nas sacolas de compras. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Aqui na Bahia nunca vi uma ação, uma iniciativa da Polinter, como por exemplo esclarecer ao público o seu papel. Criar mecanismos de divulgação que não seja aqueles cartazes com dezenas de fotos que são espalhados em poucos locais, e basicamente nas Estações Rodoviárias. Aliás, ultimamente nem nestes locais tenho visto. Eu juro que não sei o que a Polinter faz além de receber, através da burocracia, as queixas dos parentes. O povo nem mesmo sabe que não precisa esperar para dar queixa do sumiço. E qual o índice de solução do problema obtido pelo pessoal da Polinter? Vamos deixar pra lá. Eu mesmo quando tinha 14 anos, na adolescência (o que significa dizer mais maluco do que sempre), me piquei de casa porque não aceitava as broncas do meu pai, coisa que somente o tempo mostra que eram justas e necessárias. Rodei lugares que nem é bom falar e jamais fui abordado por um policial ou agente de menores. Quando cansei, voltei. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Lembro de um caso, de um amigo, que sumiu por outros motivos. A namorada engravidou e ele pirou na hora de casar no Fórum Ruy Barbosa, numa manhã de sábado. Casamento coletivo. Ele pediu para ir fazer xixi e não voltou mais. A família desesperada procurando, até que meses mais tarde ele escreve de Cochabamba, na Bolívia. Queria voltar para casa. Tinha engravidado uma boliviana e queriam casá-lo na raça. Ele era criado por três tias, que aceitaram seu retorno com imensa felicidade e ainda guardaram uma surpresa. Fomos todos buscá-lo na Estação Rodoviária  fazia quase um ano que tinha corrido do Fórum  fizemos festa e quando chegamos em casa o amarramos para que a as velhas tias dessem uma surra de cipó-caboclo. Aproveitamos e tiramos umas lasquinha também, pois nos fez perder aquela boca-livre do dia do casamento. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Lembrei também de um lance interessante, de quando Casemiro Neto trabalhava na TV Bahia e fazia o "ao vivo" da Piedade. Certo dia, estando no ar, passava um caminhão nas proximidades, que levava na carroceria um gay animando uma manifestação qualquer. Quando ele vê Casemiro entrevistando os parentes de desaparecidos, pára o carro e grita para a multidão: &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Meninas... alguém aí perdeu o bofe? Se perdeu Casemiro Neto acha. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Até as mães dos desaparecidos tiveram um momento de descontração. &lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/FONT&gt; &lt;DIV align=right&gt;&lt;FONT &gt;&lt;EM&gt;&lt;STRONG&gt;Jolivaldo Freitas é escritor e jornalista. e-mail: jfk6@uol.com.br &lt;/STRONG&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt; &lt;TD vAlign=top align=right widht="152"&gt; &lt;TABLE cellSpacing=2 cellPadding=2 align=right widht="100%" valign="top"&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=middle&gt;&lt;IMG height=215 src="http://www.tribunadabahia.com.br/teste/selo36anos.jpg" width=136 border=1&gt; &lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD bgColor=#ca2000 colSpan=3&gt;&lt;FONT &gt;&amp;nbsp;&lt;STRONG&gt;COLUNAS&lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD vAlign=top bgColor=#fceabe&gt;&lt;FONT face=Verdana size=1&gt;&lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/larangeira.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Antônio Larangeira&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/empresas.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Empresas&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/ivancarvalho.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Ivan de Carvalho&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/janiolopo.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Janio Lopo&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/tassofranco.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Tasso Franco&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/jolivaldofreitas.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Jolivaldo Freitas&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/janetefreitas.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Janete Freitas&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/marcospinheiro.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Marcos Pinheiro&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/micheltelles.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Michel Teles&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/jacquesdebeauvoir.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;JacquesdeBeauvoir&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/raiolaser.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Raio Laser&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;/FONT&gt; &lt;TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD bgColor=#ca2000 height=5&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=middle colSpan=0&gt;&lt;IMG height=1 hspace=0 src="http://www.tribunadabahia.com.br/transparent.gif"&gt; &lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-1070119409740073102?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/1070119409740073102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/1070119409740073102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/11/sumindo-pela-vida-some-gente-demais-no.html' title=''/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-1533934885303122433</id><published>2008-10-26T11:24:00.001-03:00</published><updated>2008-10-26T11:24:11.386-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT size=1&gt;Domingo, 26 de Outubro de 2008 &lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&lt;IMG height=30 src="http://www.tribunadabahia.com.br/layoutjolivaldo.gif" width=450 border=0&gt; &lt;TABLE width="100%" align=center&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt;&lt;!--- Conteudo ---&gt; &lt;TD width="1%"&gt;&lt;/TD&gt; &lt;TD&gt;&lt;STRONG&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 17px; COLOR: #003399; FONT-FAMILY: verdana"&gt;Campanha política é coisa pra macho&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #000000; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estou gostando demais das campanhas para o Segundo Turno em Salvador. João Henrique, que foi vitimado, apunhalado e traído por tudo que é partido, está saindo melhor que a encomenda. Pela primeira vez o vi esbravejando e botando o dedo na cara do adversário. Olha que conheço o homem e nunca presenciei levantar a voz. Nem mesmo quando a mulher exagerava nas ações políticas e prejudicava sua atuação. Só se ouvia dele: &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Ê! Se aquieta, mulher. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Nem mesmo quando o PT atrapalhou a área da Saúde, gerando problemas e mais problemas para seu governo, se ouviu esbravejar. Apenas: &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Ê! Não vai dar certo, viu mulher? &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Mas, agora, não. Ele incorporou direitinho o papel que lhe cabe e está batendo firme e forte, para todos os lados. Dá jab de esquerda, aú, chute nos eggs, pisa na unha encravada e ainda enfia o dedo no olho e dedada no toba. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Já Walter Pinheiro, que conheço pouco, mas tenho amigos que o conhece muito, segundo eles, nunca elevou a voz, nem mesmo nos discursos durante sua militância sindical. Um cara afável, ouvidor. De repente está ele lá, na televisão, denunciando, desqualificando e fazendo um papel interessante de algoz de João, depois de ter mandado para escanteio Imbassahy e Hilton Coelho, representante da esquerda mais radical que pum de feijoada dormida. O que me chamou a atenção foi ver que o candidato petista melhorou em muito a dicção. Parece estar usando Corega. Beleza e chama mais a atenção o seu poder de contração das frases, pois sempre foi tido como prolixo. Também tem demonstrado um preparo surpreendente e acho que em termos de oratória ele só perde mesmo  em se tratando de PT  para Marta Suplicy, esta que consegue fazer com que uma tempestade vire um fator positivo para quem não tem capa ou guarda-chuva. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; João Henrique nunca foi de falar muito, pois não precisou convencer nenhuma militância ou se manter na crista da onda entre os seus pares. Valter Pinheiro, sempre esteve com os cães nos calcanhares, uma vez que a esquerda é assim mesmo: bobeou é degolado e outro já assume e passa por cima. Não se pode é perder o poder adquirido a ferro e foice. É bom ver os candidatos fazendo direitinho o dever de casa elaborado por Sidônio e Maurício Carvalho. Sem marketing não há tesão, nem solução. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O mais interessante, entretanto, são as histórias por trás dos vices de cada um dos candidatos, estes esquecidos e injustiçados na hora do voto. Pena que eles não tenham direito a um programa só deles. Acho que a Justiça Eleitoral poderia criar um Horário Político Alternativo, ou seja, teríamos o programa majoritário, o proporcional e o dos vices. Pouco importava quem seria o prefeito e o partido. O vice iria pedir voto para ele mesmo e quem ganhasse colava com o prefeito. Quem sabe o que essa maluquice iria dar. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Mas, falando em histórias dos vices, todo mundo lembra que Lídice, do PT, comeu o pão que o diabo amassou nas mãos de ACM e a cidade parecia que foi devastada por um furacão. Lídice ganhou cabelos brancos. Já o vice de João Henrique, o professor Edvaldo Brito (pai de Antonio Brito, que vai terminar saindo vereador), foi indicado para administrar a cidade e fez direitinho. Mas, de outra feita, com eleições diretas, saiu candidato e perdeu. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A frase que caracterizou o período foi aquela que o pessoal de grupos anarquistas (que defendiam os votos nulos ou brancos) escreveu pelas paredes e até hoje não se sabe quem foi o autor. O verbo desencantado desqualificava a campanha, que era voltada para a maioria negra, uma vez que Edvaldo tinha tudo para ser um legítimo representante dos negros baianos, embora fosse considerado elitista. A frase anárquica multiplicada pelos muros da cidade na calada da noite era: "Preto não vota em preto.Vota em branco". Um puto duplo sentido. E Edvaldo Brito perdeu a eleição, mesmo com 70 por cento da população de Salvador sendo de negros. Coisas da Bahia. &lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/FONT&gt; &lt;DIV align=right&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #000000; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&lt;EM&gt;&lt;STRONG&gt;Jolivaldo Freitas é escritor e jornalista&lt;/STRONG&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-1533934885303122433?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/1533934885303122433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/1533934885303122433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/10/domingo-26-de-outubro-de-2008-campanha.html' title=''/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-3487505482392684307</id><published>2008-08-11T10:28:00.001-03:00</published><updated>2008-08-11T10:28:54.710-03:00</updated><title type='text'>REPORTAGEM</title><content type='html'>A morada do Fecundo  Parte II &lt;/A&gt;&lt;BR&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;EM&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT size=1&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;BR&gt; &lt;TABLE cellSpacing=1 cellPadding=2 width="100%" border=1&gt;&lt;BR&gt; &lt;TBODY&gt;&lt;BR&gt; &lt;TR&gt;&lt;BR&gt; &lt;TD&gt;&lt;BR&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;IMG alt="" hspace=0 src="http://www.jornalnovafronteira.com.br/imagens/20080808073152.jpg" align=baseline border=0&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;BR&gt; &lt;TR&gt;&lt;BR&gt; &lt;TD&gt;&lt;BR&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;IMG alt="" hspace=0 src="http://www.jornalnovafronteira.com.br/imagens/20080808073210.jpg" align=baseline border=0&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;BR&gt; &lt;TR&gt;&lt;BR&gt; &lt;TD&gt;&lt;BR&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;IMG alt="" hspace=0 src="http://www.jornalnovafronteira.com.br/imagens/20080808073231.jpg" align=baseline border=0&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;BR&gt; &lt;TR&gt;&lt;BR&gt; &lt;TD&gt;&lt;BR&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;IMG alt="" hspace=0 src="http://www.jornalnovafronteira.com.br/imagens/20080808140618.jpg" align=baseline border=0&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;BR&gt; &lt;TR&gt;&lt;BR&gt; &lt;TD&gt;&lt;BR&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;IMG alt="" hspace=0 src="http://www.jornalnovafronteira.com.br/imagens/20080808073332.jpg" align=baseline border=0&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;BR&gt; &lt;TR&gt;&lt;BR&gt; &lt;TD&gt;&lt;BR&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;IMG alt="" hspace=0 src="http://www.jornalnovafronteira.com.br/imagens/20080808073401.jpg" align=baseline border=0&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;EM&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT size=1&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;Publicada em 08-08-08 às 07h35&lt;BR&gt;Texto Hebert Regis  Fotos Eduardo Lena&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;EM&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT size=1&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;B &gt;&lt;SPAN &gt;Prisão do silêncio - &lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN &gt;Fecundo parece aprisionado numa forma voluntária de cumprir a própria sentença. Na falta de grades, seguranças e altas paredes que o separam do mundo exterior, Fecundo poderia colocar apenas os pés no chão e sair andando. Já teria a sua liberdade. Este é um bem que não se ganha ou compra, mas se conquista. Fecundo parece confortado, em uma penitência sem fim, com a sua própria condição. Mais do que o corpo preso ao carro de boi, ele está com a alma encravada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;À qualquer estímulo de tentar demovê-lo da sua proteção e do seu contínuo ritual de permanência no carro de boi, os seus braços se cruzam, e as mãos puxam o cobertor, como se aquilo pudesse colocá-lo numa bolha, em uma espaço, em que somente ele pode comandar. É a maneira que encontra para evitar que invadam seu mundo. Apenas a cabeça fica visível, e os olhos, os únicos a se comunicarem. Grandes e hipnotizantes, como se estivessem a querer mostrar o indecifrável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Ao longe, enquanto todos conversam no fundo da casa, o olhar de Fecundo parece querer penetrar a alma de quem vê. Ele fica arredio ao mínimo sinal de toque, mas não recusa um olhar, como numa batalha para saber quem é mais seguro psicologicamente. Com um sorriso no rosto, mexe a cabeça lentamente, assenta os cabelos, como se tudo fosse registrado em câmera lenta. A barba confere um aspecto messiânico à sua aparência, desleixada, mas sem o aspecto de sujo. Não se assemelha a um mendigo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;O único que consegue se aproximar para manter bem cuidada a aparência de Fecundo é o filho de Joana, José Francisco Cavalcanti, mais conhecido na região como&amp;nbsp;Zé de Neco. Ele troca quinzenalmente a roupa, assim como o cobertor. Uma tarefa que não é das mais fáceis. "Ele não quer deixar trocar nada. Mas depois ele se acostuma com as novas roupas e com o cobertor". Com um chapéu de sertanejo, sorriso fácil e muita simpatia, é o sobrinho quem conta a saga de Fecundo, quando ainda tinha uma vida promissora, antes de se "arruinar".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;- Ele fazia tudo normal. Ele trabalhava na roça, e sempre trabalhou na roça, e vendia farinha e rapadura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;- Ia muito na cidade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;- Fecundo acompanhava o pai dele em todo o canto, e nas procissões que fazia ladainha e as orações. Não teve professor, ele aprendeu sozinho a via-sacra, e rezava ainda rapazinho para o pessoal aqui das roças. Era muito inteligente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;- E quando começou a "arruinar"?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;- Depois de rapazinho. Começou aos poucos. Não lembro bem o dia. De uma hora para outra. Ele corria, e a gente tinha que ir atrás dele. Ele não trabalhava mais como antes. Passava o dia andando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;- E quando ele começou a viver no carro de boi?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;- Não lembro muito bem...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Dona Joana, em sua sabedoria, tenta fugir da pergunta. Questionada de diversas maneiras, ela diz apenas que ele "arruinou". Depois descobriram que Fecundo estava com uma irmã na cidade, quando sentou-se depois do almoço para ler trechos da bíblia para a irmã, e de súbito ficou inconsciente. Depois do episódio, reza a lenda que Fecundo ficou agressivo, ameaçando quem se aproximasse. Em outras vezes saia correndo, sem destino, correndo, sem deixar rastro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-3487505482392684307?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/3487505482392684307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/3487505482392684307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/08/reportagem.html' title='REPORTAGEM'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-3866837849554205564</id><published>2008-08-10T12:33:00.000-03:00</published><updated>2008-08-10T12:34:01.657-03:00</updated><title type='text'>OPINIÃO</title><content type='html'>&lt;DIV &gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;A Barra&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;I &gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Reinhard&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Outro dia comparei as obras na Barra com a reconstrução da Áustria após a segunda guerra mundial... o tal "Wiederaufbau" no início dos anos 50 do século passado...puxando uma analogia dos escombros de minha cidade natal tanto para obras do passeio na orla da Barra que garantirão uma caminhada segura sobre um piso lisinho igual ao de um shopping center, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;quanto à cobertura do esgoto da Av.Centenário e a colocação dos tubos lenticulares ARMCO entre a Rua Airosa Galvão e o mar, garantindo uma vazão adequada para evitar de vez os alagamentos naquela área. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Não há nada melhor para a elevação da auto-estima de um povo do que ver o movimento de operários, caminhões, caçambas e outras máquinas pesadas cuidando do bem comum! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Confesso que numa certa altura da obra fiquei receoso diante dos montes de terra e máquinas encobrindo a vista linda da Baía de Todos os Santos, chegando a confundir-me com a localização do monumento de Stefan Zweig... achando que o mesmo tinha sido removido... :-[ &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Em contato constante com a diretoria da AMABARRA fiquei sabendo que serão plantados 34 oitizeiros entre o Largo do Porto da Barra e o Farol da Barra, além de 17 coqueiros entre o Farol da Barra e o Centro Espanhol... além de 2 coqueiros para o Forte Santa Maria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Para os que preferiam a manutenção das pedras portuguesas... basta atravessar a rua para matar a saudade dos buracos e das crateras bocejando a cada &lt;?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /&gt;&lt;st1:metricconverter w:st="on" ProductID="7 a"&gt;7 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 11 passos... sem falar das pedras portuguesas dos passeios nas ruas transversais e praças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Aliás... não bastam as obras, que pessoalmente acho corajosas, para que a Barra volte a ser o que já foi e o que poderia ser: um lugar ainda mais belo do que St. Tropez... para invocar um dos lugares citados nos argumentos dos que lutaram pela manutenção das pedras portuguesas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Digo e afirmo que o governo municipal pode recapear a orla da Barra até Ondina de ouro, cravejado de brilhantes, rubis e esmeraldas... se não cuidar da ordem do bairro mais charmoso da cidade, não haverá obra que dê jeito!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Se a prefeitura não coibir a baderna, os carros com porta-malas abertos com som nas alturas, mesas e cadeiras de bares em locais impróprios... se não colocar cestas de lixo nas ruas transversais e nas praças, multando quem joga lixo no chão, como é costume em outros sítios... como em St.Tropez por exemplo... :-P&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;toda obra será em vão... e o dinheiro do contribuinte jogado fora!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Falta criticar aqueles sanitários químicos parecendo cela solitária de uma prisão de idade média, colocados em pontos estratégicos e que ninguém usa... urinando na rua mesmo e diante do nariz de quem é pago para fiscalizar, mas nada faz para evitar este espetáculo triste.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Talvez sobre dinheiro da obra para construir e manter uns sanitários públicos decentes e usáveis, com um empregado tomando conta 24 horas por dia, sete dias por semana... como é costume &lt;st1:PersonName w:st="on" ProductID="em St. Tropez..."&gt;em St. Tropez...&lt;/st1:PersonName&gt; 8-) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Por falar em sanitário público... Em novembro de 1944 uma bomba aliada acertou o único sanitário público da cidadezinha industrial chamada Kapfenberg, juntamente com a casa do Schäfer, a loja de um verdureiro, abrindo uma cratera enorme e espalhando num raio de uns 200metros pepinos, abóboras, alfaçes, cacos de louça sanitária, tijolos, azulejos e um imenso monte de cocô...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Imagino que a prefeitura de Kapfenberg tenha começado por aí com a reconstrução, com o "Wiederaufbau"!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Ao ler a palavra "cocô", alguém talvez se lembre da fortuna gasta com o projeto Baía Azul ... O nosso nariz volta e meia nos lembra disso ao passarmos por lugares como a Rua do Canal no Rio Vermelho, a Av. Lucaia, O Costa Azul etc. Mas isto já é outro assunto...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;O próximo passo será banir o carnaval e os shows da Barra!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Confesso que eu gostaria que os eco-shiitas um tanto anacrônicos que tanto brigam pelas pedras portuguesas defendam a Barra contra os favelões dos camarotes e a grama em torno do Farol da Barra contra o monta-e-desmonta dos palcos...&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-3866837849554205564?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/3866837849554205564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/3866837849554205564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/08/opinio_10.html' title='OPINIÃO'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-7091107569692985475</id><published>2008-08-09T11:56:00.001-03:00</published><updated>2008-08-09T11:56:06.445-03:00</updated><title type='text'>ESPECIAL</title><content type='html'>&lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; COLOR: black"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt; &lt;TABLE cellSpacing=1 cellPadding=2 width="100%" border=1&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;P&gt;A NAMORADA DO FECUNDO - I&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT face=Arial size=1&gt;Texto Hebert Regis  Fotos Eduardo Lena (colaboração fotógrafo Erivan Alves)&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;/P&gt; &lt;TD&gt;&lt;BR&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;IMG alt="" hspace=0 src="http://www.jornalnovafronteira.com.br/imagens/20080807084347.jpg" align=baseline border=0&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;BR&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;EM&gt;Durante viagem ao município de Santana, conhecemos o enigmático personagem Fecundo Jesus da Silva (78), que há quase meio século escolheu o carro de boi como moradia. Em nossa peregrinação por estradas poeirentas tivemos o importante apoio do historiador João Machado Villas Boas, que tempos atrás tomou conhecimento da história de Fecundo e publicou interessante artigo no site &lt;/EM&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;A href="http://www.esantana.com.br/"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" color=#0000cc size=3&gt;&lt;EM&gt;www.esantana.com.br&lt;/EM&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;EM&gt; do jornalista Rubens Silva e também F&lt;SPAN style="COLOR: black"&gt;ábio Tonhá de Jesus&lt;/SPAN&gt;, comerciante da cidade que gentilmente cedeu sua caminhonete D-20 para que pudéssemos ir até a localidade de Curral das Varas. Fábio e João Machado são confrades da Sociedade São Vicente de Paula, entidade religiosa que arrecada mantimentos que são distribuídos entre os moradores de comunidades carentes de Santana. Em função da reportagem ter fugido dos tradicionais texto publicados na internet, em termos de tamanho, dividimos em três partes que serão postadas durante os próximos três dias. Boa leitura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;&lt;FONT face=Arial size=1&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;EM&gt;Publicada em 07-08-08 às 08h45&lt;BR&gt;Texto Hebert Regis  Fotos Eduardo Lena (colaboração fotógrafo Erivan Alves)&lt;/EM&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;EM&gt;&lt;FONT size=1&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;A poeira que levanta no andar pelas estradas descortina uma realidade solitária. De uma vegetação castigada pela rigidez do agreste baiano, os sertanejos transformam a sua vida com a lida da terra. Em meio às plantações de mandiocas e de cana-de-açúcar, brotam não apenas o alimento, mas a comunhão entre a gente humilde e trabalhadora deste pedaço do Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;As cercanias de arame farpado separam o escasso trânsito com a vida pacata dos moradores do povoado de Curral de Varas, localizado na zona rural de Santana, região Oeste da Bahia, distante &lt;?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /&gt;&lt;st1:metricconverter w:st="on" ProductID="920 Km"&gt;920 Km&lt;/st1:metricconverter&gt; de Salvador. Depois de passar por uma estrada de chão tortuosa, e por um declive esburacado, cria-se uma atmosfera de suspense, dos segredos guardados em cada casa. Puro engano. Em Curral das Varas, o principal mistério que ronda a comunidade está ali ao olhar de todos, e ocupa o espaço onde está o ganha-pão do vilarejo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Ao longe, um fiapo azul parece se esconder atrás da plantação de mandioca. O cobertor azul é uma extensão da sua pele, uma proteção às intempéries do sertão. No meio de transporte típico da região, ele finca as suas raízes. No local onde a labuta da roça gera o produto final, ele sustenta o seu tronco. Fecundo Jesus da Silva escolheu há 48 anos o local de trabalho habitual do sertanejo como o seu lar. O carro de boi ocupa praticamente toda a extensão da casa de farinha, e se transforma praticamente numa extensão de seu corpo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Ele transparece aos 78 anos uma fragilidade demonstrada não apenas pelas rugas ou pelos cabelos grisalhos, mas também pela magreza que salta à pele, quando arredio abaixa aos poucos o cobertor. Vê-se então de uma forma milimetricamente calculada a luta entre a força e a delicadeza. Naquele espaço de dois metros, ele se ajeita, agacha, vira, e volta a sentar-se. Não ousa a levantar, e confirma o carro de boi como uma morada segura. As rodas, já carcomidas pelo tempo, e pela imobilidade, ficam semi-enterradas no chão batido. Quem o vê, até imagina Fecundo saindo com o carro de boi pelas estradas de terra do vilarejo, enfrentando a poeira para chegar à cidade, e centenas de pessoas a ver o acontecimento, que mudaria os rumos da pacata Santana, que possui cerca de 25 mil habitantes, metade localizada na zona rural. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;É Joana Pereira Cavalcante, 76, cunhada de Fecundo, que praticamente, aborta o pensamento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;- Deixa ele quietinho aí.&lt;/SPAN&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;- Já tentaram tirar ele do carro e levar para dentro da casa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;- Não, meu filho, aí ele não dá trabalho, fica quieto. Melhor do que antes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;Um homem sem registro - &lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;De andar apressado, com a experiência de vida marcada nas rugas e nos cabelos brancos, Joana se refere à época &lt;st1:PersonName w:st="on" ProductID="em que Fecundo"&gt;em que Fecundo&lt;/st1:PersonName&gt; começou a "arruinar". Era como se ele tivesse algo que perturbasse a sua alma. "Ele saia correndo, e não dava conta de mais nada. Ele saia e só voltava quando iam buscar no outro lado do rio. É melhor que fique assim, quietinho, porque ele não atrapalha ninguém".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;"Fecundo, você quer isto? Ele fica calado. A gente repete. Fecundo você quer? Ele responde. Sim ou não, bem rápido". Estas são as únicas palavras pronunciadas por ele, depois de muito esforço. Saem como se fossem pequenas fagulhas de fala, depois que Joana acende o fogo. "Só quando vem um sobrinho, que começa a conversar, ele fala mais coisas", avisa Joana, desestimulando assim uma maior comunicação com Fecundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Com o falecimento do esposo, Manoel Pereira Cavalcante, há dois anos, Joana passou a cuidar efetivamente de Fecundo. Com a morte do companheiro, Joana se transformou na matriarca de mão forte e voz ativa na casa da família Jesus da Silva. A senhora de fala rápida também toma conta dos irmãos, Genésio, 80, Ana, 88, que são surdo-mudos e nunca aprenderam a falar. É por meio de gestos e sinais, muitas vezes, despercebidos, que eles se comunicam. Sobre as necessidades básicas, Joana diz que não falta comida. Fecundo come da mesma comida que oferece aos outros moradores da casa. É da renda dos três, das aposentadorias, que eles se sustentam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0.2pt 0cm"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;No início, quando era jovem, Fecundo trabalhava dobrado para suprir a deficiência dos irmãos. Existe uma iniciativa para tentar aposentá-lo. Porém, ele não tem nenhum documento, sequer o registro de nascimento. "E como cadastrar Fecundo no benefício? Do carro de boi ele não desce, muito menos para ir até a cidade. Precisa trazer alguém aqui para fazer os documentos? E será que alguém vem até aqui? Ele pode ser beneficiado?" Estes foram alguns dos questionamentos nos quais Fecundo prestava atenção de longe, quando virava apenas o pescoço. "Ele entende tudo", diz Joana, quando os envolvidos na conversa voltaram-se para ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=titulo style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-7091107569692985475?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7091107569692985475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7091107569692985475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/08/especial.html' title='ESPECIAL'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-3691235989652384413</id><published>2008-08-08T21:02:00.001-03:00</published><updated>2008-08-08T21:02:58.762-03:00</updated><title type='text'>Opinião</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Questiono as obras realizadas sem critério em Salvador&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;*Vereador Décio Sant'Anna (PSDB)&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;"Tenho sido intransigente defensor da realização de obras de melhorias em Salvador e já apresentei na Câmara dezenas de projetos favorecendo diversos bairros. Manifesto, porém, contrariedade em relação às obras realizadas apressadamente pela prefeitura, sem avaliação mais profunda dos impactos que causam no meio ambiente e na vida da população &lt;?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /&gt;&lt;st1:PersonName w:st="on" ProductID="em geral. Estou"&gt;em geral. Estou&lt;/st1:PersonName&gt; bastante preocupado, não com a realização das obras que nossos bairros tanto necessitam, mas da forma como estão sendo realizadas. Nossa cidade está carente de obras de infra-estrutura e necessita, com urgência, instalação de redes de esgoto, abertura de novas vias para desafogar o tráfego, instalação de mais postos de saúde e mais atenção aos prédios seculares que estão em ruínas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Olhando por este ângulo, devemos comemorar o que está sendo feito. Mas é preciso que observemos as leis ambientais em vigor, verificar se os códigos de obras são ou não respeitados e se estão dentro dos parâmetros legais para que não aconteçam embargos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Por estes dias, a imprensa tem noticiado que diversas obras sofrem paralisações, a maior parte delas através de medidas judiciais. E o poder público municipal é obrigado, ainda, a retirar suas placas em obras realizadas com recursos do governo federal, pois sua colocação indicava interesses eleitoreiros, nada mais do que isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;O Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano de Salvador (PDDU), aprovado açodadamente, sofre embargos. Isso ocorre em função de ter sido votado e aprovado apressadamente para que fossem liberados para o empresariado novos gabaritos de construção, sem a devida observância às leis ambientais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Também quero chamar a atenção de todos para as obras realizadas no bairro da Barra, que tem sofrido com ações que descaracterizam a região. Por exemplo: com freqüência acontecem a destruição de passeios coloniais e a derrubada de árvores. Sei da necessidade de obras na Barra, mas, não posso concordar com o corte indiscriminado de árvores sem que se exija o replantio. Podemos classificar como um crime a forma como o corte de árvores é processado. Assim, sugiro que sejam realizadas pesquisas com os moradores da Barra sempre que uma nova obra for cogitada. E assim deve ser em toda cidade: a população deve ser consultada toda vez que os órgão públicos decidam realizar obras de interesse geral e que impactem nas comunidades e em seu entorno".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;------------------------------------------------------------ &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 11pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;* 3º Secretário da Câmara Municipal de Salvador&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-3691235989652384413?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/3691235989652384413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/3691235989652384413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/08/opinio.html' title='Opinião'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-7181912510319901247</id><published>2008-07-22T09:27:00.001-03:00</published><updated>2008-07-22T09:27:50.122-03:00</updated><title type='text'>NOTÍCIAS DO MOMENTO</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;DIV class=post-body&gt; &lt;P&gt;&lt;IMG src="http://atarde.ideavalley.com.br/theme/atarde2/imgs/logo.gif" width=150&gt; &lt;HR&gt;  &lt;DIV id=dataMateria&gt;Salvador, Bahia &lt;BR&gt;Domingo , 20/07/2008&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV id=caderno&gt;1º Caderno &lt;/DIV&gt; &lt;DIV id=tituloMateria&gt; &lt;H3&gt;Turismo e zabumba&lt;/H3&gt;&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV id=textoMateria&gt;JOLIVALDO FREITAS&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;Os festejos juninos já ficaram na memória, mas é bom saber que os resultados positivos agora estão sendo conhecidos, levando-se em conta uma nova realidade presenciada pela primeira vez na Bahia. Foi de causar surpresa o fato de um governo que tem relaxado com o trade turístico, a ponto de deixar o Pelourinho às escuras, sem segurança e sem atrações culturais ou manifestações folclóricas em suas praças &amp;#150; mesmo sendo este sítio o mais representativo de toda a região &amp;#150;, ter investido, como nunca, na Festa de São João.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Tem quem não saiba que o maior São João do Nordeste não está em Pernambuco ou na Paraíba. No primeiro caso a maior praça é Caruaru, para onde convergem a cada ano mais de um milhão de pessoas em exatos 30 dias de festas contínuas. No caso paraibano, cujo foco é Campina Grande, são mais de 800 mil turistas que chegam de todo o País para mais uma batelada de dias de festa. Mas, estas se concentram nos dois municípios e não passa disso. Fora daí só algumas roças oferecendo pé-de-serra para consumo dos próprios mora dores.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Na Bahia, 90% dos 417 municípios fazem festa no São João. Eventos de todos os tipos, tamanhos e gostos. São gerados mais de cinco mil empregos e a economia ganha um upgrade da maior importância. Um faturamento superior a R$ 500 milhões. Basta saber que o São João na Bahia gera mais faturamento que o Carnaval, e envolve mais do dobro do número de pessoas. Sem falar que o faturamento carnavalesco está centrado nas mãos de poucos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;No São João é uma economia diluída, alcançando a poupança de muito mais gente.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Portanto, é de se louvar a atitude das autoridades do turismo baiano, que, pela primeira vez, decidiram tratar o São João como coisa séria, divulgando maciçamente e de forma profissional a festa, tanto no resto do País como também no Mercosul. O trabalho já deu resultado, pois somente as empresas turísticas trouxeram milhares de pessoas de fora para a festa em diversos municípios.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;No final do trimestre passado publiquei, neste mesmo espaço, um artigo irado onde mostrava minha irritação com o fato de o Brasil não conhecer a pujança do nosso São João. Tinha acabado de brigar com historiadores e folcloristas nordestinos que não sabiam que nos nossos municípios ecoam acordeom, triângulo, zabumba e até trio elétrico, por que não? Claro que um trabalho deste tipo precisa de tempo para se consolidar. A iniciativa foi tão boa que até o Pelourinho viveu horas que relembraram seus melhores momentos: bares, lojas e restaurantes funcionando a pleno vapor. Comerciantes, músicos e artistas plásticos rindo à toa. Turistas e nativos em ebulição.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;E, é bom que se registre, até Salvador mostrou sua vocação bucólica. Uma velha província iluminada por balões e fogueiras de papel crepom. &lt;/DIV&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-7181912510319901247?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7181912510319901247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7181912510319901247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/07/notcias-do-momento_22.html' title='NOTÍCIAS DO MOMENTO'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-6628806478362112674</id><published>2008-07-13T10:14:00.001-03:00</published><updated>2008-07-13T10:14:17.817-03:00</updated><title type='text'>ERRO</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt;Por falha nossa foram postadas as notícias abaixo na área de crônicas. Pedimos desculpas. As crônicas vêm logo depois. Obrigado.&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-6628806478362112674?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6628806478362112674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6628806478362112674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/07/erro.html' title='ERRO'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-165445556797408469</id><published>2008-07-13T10:10:00.001-03:00</published><updated>2008-07-13T10:10:04.065-03:00</updated><title type='text'>NOTÍCIAS DO MOMENTO</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;PIRAJÁ ENCERRA HOJE FESTEJOS DA INDEPENDÊNCIA&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Reggae, forró, pagode, por rock, partido alto, axé e arrocha. A Fundação Gregório de Mattos este ano inovou para o encerramento dos Os festejos do 2 de Julho. A diversidade dará o tom da festa na Praça Genaral Labatut neste final de semana, em Pirajá, com 21 atrações, entre grupos e blocos de trio. &lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Hoje, domingo a programação começa mais cedo. Às 8 tem missa solene na Igreja Matriz, na Praça General Labatut. Às 9 há concentração para o desfile cívico, que sai&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;do fim de linha da Rua Velha para a Praça General Labatut. Às 10 os blocos de trio que participarão da festa dão início a parte profana do cortejo cívico. São eles: Fora de Forma, As Borboletas, Bom Partido, As Delicias, Levada OX, Bloco no Stilo, Bloco no Fox, Só Refazer e Nação Reggae. Os shows começam na parte da tarde com o partido alto do Coisa de Pele (16hs), seguido pelo pagode do Renova Samba (17h30), Crack Bum (19h00) e Banda Mistério (20h30 ) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;A Polícia Militar, através da 9ª Companhia Independente de Polícia Militar, enviará soldados: "queremos mostrar a história desse bairro, onde estão os restos mortais do general Labatut e promover a cultura", explica um dos organizadores da festa, o líder comunitário Fábio Ferreira. O evento acontece com o apoio da Fundação Gregório de Mattos, Cepam, AR 16 (Pirajá Valéria), Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal de Saúde,&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Polícia Militar, Sucom, Sesp-Limpurb, e&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Superintendência de Engenharia de Tráfego (Set).&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Agronegócio&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Modernização da cadeia na 1ª Expocarne.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Entre os dias 13 e 17 de agosto, Salvador vai sediar a Expocarne 2008, um evento voltado para a cadeia produtiva da carne, integrado à programação da Exporural, feira agropecuária que tem à frente a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo (ABCC), e deve levar cerca de 300 mil pessoas ao Parque de Exposições de Salvador no período. O evento tem como objetivos apresentar a Bahia como um destino competitivo para a instalação de novos pólos industriais de carne, promover o relacionamento entre as empresas do setor entre si e possíveis investidores, e apresentar soluções viáveis, em conformidade com a legislação sanitária vigente, para os frigoríficos já instalados no estado. Além disso, esclarecer dúvidas sobre o produto, não apenas entre profissionais do setor, como junto ao consumidor final.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;A Expocarne será realizada em uma área de 5mil metros quadrados, com espaços específicos para exposição e rodada de negócios, seminários, cursos, provas de Ganho de Peso e Avaliação de Carcaça, e até uma cozinha experimental. Além de pecuaristas, devem participar veterinários, técnicos, importadores, exportadores, distribuidores, atacadistas, supermercadistas, autoridades sanitárias, dentre outros públicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;À frente da Expocarne está a ABCC, com apoio do Governo da Bahia, Ministério da Agricultura e Irrigação e Abastecimento (Mapa), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb), Banco do Nordeste (BNB), Senar e Sebrae.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Conjuntura favorável&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;Segundo os organizadores, a Expocarne acontece no momento em que o setor produtivo de carnes bovinas foi responsável, de acordo com o IBGE, por puxar o crescimento da produção na região Nordeste, a única no país a ter incremento de 7,3%. "Trata-se de um efeito da uma nova mentalidade que chega ao setor produtivo e da entrada em funcionamento dos novos equipamentos industriais de abate", explica o presidente da ABCC, Oscar Villas Boas. Em lugar de crescimento, Villas Boas prefere a palavra recuperação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;"Ainda estamos muito longe do potencial produtivo do estado, considerado o volume de propriedades rurais e o desfrute ideal. Temos capacidade instalada na pecuária para dobrar a produção em curto e médio prazo, se houver investimento na recuperação de pastagens, capacitação do produtor e melhoramento genético. A Expocarne é um passo para isso, pois abre a discussão para produção, qualidade e abate", conclui. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;Fronteiras abertas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;A produção majoritariamente a pasto, a volta do certificado de Zona Livre de Aftosa, juntamente com a facilidade de acesso aos resíduos das agroindústrias da região Oeste para a alimentação concentrada são alguns diferenciais da carne baiana, segundo o coordenador de Pecuária da Secretaria da Agricultura da Bahia, Alex Bastos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;"Temos uma carne saudável, economicamente competitiva e uma meta arrojada de modernizar o setor industrial e instalar novas indústrias para garantir a tão esperada exportação, que ainda não acontece no estado. Com a criação de um evento cativo do gênero no calendário nacional, abrimos um fórum permanente de debates e reafirmamos o posicionamento da Bahia no cenário nacional", afirma o coordenador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;TRABALHO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Sindilimp teme perder controle sobre trabalhadores demitidos da Macrosel&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;O desespero tomou conta de tal forma dos 1.700 funcionários demitidos da Macrosel, empresa que teve seu contrato rescindido com o governo depois de ser relacionada pela Operação Jaleco Branco entre aquelas que fraudavam licitações no Estado, que alguns, até por desinformação, já ameaçam agredir os advogados do Sindilimp (Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza do Estado da Bahia) e invadir a sede da Justiça do Trabalho e a secretaria estadual de Saúde na tentativa de receber as parcelas rescisórias relativas a aviso prévio e FGTS. A informação é da direçào da entidade, que se manifesta preocupada com a demora na solução do problema dos trabalhadores. Depois de inúmeras providências junto à Justiça do Trabalho, Procuradoria Geral do Estado da Bahia e à Sesab, o Sindilimp conseguiu bloquear todas as faturas da Macrosel e derrubar a liminar de bloqueio proferida pela 28ª Vara Civil, proveniente de ação de execução movida pela Nutricash Serviços de Alimentação ao Trabalhador Ltda., no valor de R$ 966.729,42, garantindo que o valor fosse destinado para o pagamento das verbas rescisórias. Nada, entretanto, foi ainda pago.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;DIREITOS HUMANOS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Secretaria da Justiça investe na educação dos internos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Para dinamizar as atividades educativas propostas aos internos, a Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), representada pela Coordenação de Estudos e Desenvolvimento da Gestão Penal, começou a entregar televisores e aparelhos de DVD às 22 unidades prisionais da capital e do interior do estado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;A partir desse projeto, as aulas ministradas para reclusos contarão com recursos multimídia, possibilitando a discussão de temas e maior aprendizado por meio da exibição de filmes, programas educativos e música. O material também será utilizado nas atividades ligadas à cultura e lazer, em cumprimento à lei de execuções penais que determina medidas voltadas à reintegração dos internos na sociedade. &lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;CULTURA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Inscrições abertas para seminário de cinema internacional&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Estão abertas as inscrições para o IV SEMCINE - Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual da Bahia, que acontece entre 21 e 26 de julho, &lt;?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /&gt;&lt;st1:PersonName w:st="on" ProductID="em Salvador. O"&gt;em Salvador. O&lt;/st1:PersonName&gt; evento se destaca na promoção de intercâmbio cultural, discussões e reflexões sobre a criação, produção, circulação e consumo do audiovisual. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Nas edições anteriores nomes como o cineasta grego Constantin Costa-Gavras, o cineasta chileno Miguel Littin (Chile), além de pesquisadores como Robert Stam (New York University), Michel Marie (Sorbonne) integraram as atividades do evento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Nesta quarta edição estão confirmadas mesas redondas, workshops, encontros de produtores e distribuidores, além de mostras de filmes e vídeos. A grande novidade é a parceria com o Festival des 3 Continents de Nantes, que vai trazer a Salvador o Produire au Sud, um workshop que irá desenvolver seis projetos brasileiros de longa-metragem para o mercado internacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 9pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;VALORES ACESSÍVEIS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;O valor da inscrição para os seis dias de evento é de R$ 40,00 (quarenta reais), inteira, e R$ 20,00 (vinte reais), meia para estudantes e maiores de 60 anos. Com esta única taxa o público garante acesso a todas as sessões de filmes, palestras e debates, incluindo o certificado de participação no evento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;As inscrições podem ser realizadas através de formulário no site do evento www.seminariodecinema.com.br. O passo seguinte é efetivar o pagamento e, em seguida, confirmar a participação, o que pode ser feito na coordenação do seminário, localizada na Reitoria da Universidade Federal da Bahia (Ufba), através do fax: (71) 3283-7017 ou ainda por e-mail com o comprovante do pagamento em anexo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Obs: Inscrições prorrogadas até o dia 20 de julho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;A href="http://www.seminariodecinema.com.br/"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;www.seminariodecinema.com.br&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Amplo documento visual resgata genocídio judaico&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Para muitos, é o documentário definitivo sobre o genocídio judeu na Segunda Guerra Mundial. Ao longo de quase 10 anos, o documentarista francês Claude Lanzmann colheu depoimentos e pesquisou documentos históricos para compor o monumental Shoah. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;O documentário de nada menos que nove horas, por intermédio do Instituto Goethe, chega novamente às telas de Salvador. De &lt;st1:metricconverter w:st="on" ProductID="14 a"&gt;14 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 17 deste mês, a Sala Walter da Silveira exibe, em quatro partes, sempre na sessão das 15h, com entrada gratuita, a íntegra dessa obra-prima do cinema mundial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Lançado em Paris no verão de 1985, Shoah vem tendo exibições, sempre dentro de esquemas especiais de preparação do público, em várias partes do mundo. No Brasil, sua primeira projeção aconteceu numa mostra paralela do II Festival Internacional de Cinema, Vídeo e Televisão, em novembro de 1985. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Shoah não apresenta explicitamente os horrores dos campos de concentração. Lanzmann, que em 1973 já havia realizado outro documentário importante (Por que Israel?), buscou um jornalismo com nove horas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;Inscrições para o curso de italiano da Uneb vão até amanhã&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;O Núcleo de Estudos Italianos (Nesti) da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em parceria com a Associação Científica e Sociocultural Pati, inscreve, até&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;esta sexta-feira (11), os interessados no Curso Intensivo de Língua e Cultura Italianas, níveis I e II.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Destinado para iniciantes, o curso é organizado seguindo o Quadro comum europeu de referência para as línguas. Com equivalência de um semestre regular (com 35 horas/aula), o curso de língua e cultura italiana do Nesti será realizado na sede da Pati, das 18h30 às 20h50, de segunda a quinta-feira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;As aulas acontecerão no período de 14 de julho a 6 de agosto e o material didático, que serve para os dois níveis, será vendido na sede da Pati por R$50. Os interessados podem comparecer pela manhã (das 8h30 às 12h) ou pela tarde (das 14h às 19h) na sede da Pati: Travessa dos Barris, número 30, Barris, &lt;st1:PersonName w:st="on" ProductID="em Salvador. O"&gt;em Salvador. O&lt;/st1:PersonName&gt; investimento é de R$200. Mais informações no site www.uneb.br.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Bahiagás prorroga inscrições de edital de patrocínio&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Para dar maior oportunidade aos que moram no interior, a Bahiagás&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;prorrogou para o dia 21 deste mês as inscrições para a seleção pública de projetos culturais, esportivos e de inclusão social. Ao todo, serão aplicados recursos de R$ 590 mil. Os patrocínios serão concedidos por intermédio dos programas de incentivo Faz Atleta e Faz Cultura, além de investimentos diretos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Este ano, a companhia já destinou aproximadamente R$ 1,5 milhão em apoios institucionais. Os interessados podem consultar o edital no site da empresa (www.bahiagas.com.br), preencher o formulário de inscrição e entregar ou enviar, juntamente com o projeto, para a sede da Bahiagás, em Salvador. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-165445556797408469?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/165445556797408469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/165445556797408469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/07/notcias-do-momento.html' title='NOTÍCIAS DO MOMENTO'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-265381278043893256</id><published>2008-07-13T09:48:00.001-03:00</published><updated>2008-07-13T09:48:33.462-03:00</updated><title type='text'>ESPAÇO POESIA</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;O AMOR NÃO É CEGO&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt;&lt;EM&gt;Ernane Gusmão &lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;Se fosse cego,o amor não encontrava&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;O ponto certo pra se atracar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;Era perdido pelo mundo,andava&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;Como Tirésias  só adivinhar!.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;A triste sina que o acompanhava-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;Abria as narinas a cheirar,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;Corria longos dedos a palpar,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;E sem&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;nunca saber a quem amava.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;A cegueira do amor é d'outra arte,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;Ama aqui, ama ali, e logo parte&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;Em busca de outra terra,outro rincão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;É como um beija-flor que voa e suga,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;Vai e retorna,controlando a fuga&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;E sabe onde está seu coração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="FONT-SIZE: 12px; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; FONT-FAMILY: verdana, arial" align=left&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-265381278043893256?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/265381278043893256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/265381278043893256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/07/espao-poesia.html' title='ESPAÇO POESIA'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-3619247647122451186</id><published>2008-07-13T09:27:00.001-03:00</published><updated>2008-07-13T09:27:23.917-03:00</updated><title type='text'>CRÔNICA</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;TABLE width=770&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD vAlign=top align=middle&gt; &lt;DIV align=right&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="verdana, Helvetica, sans-serif" color=#000000 size=1&gt;Domingo, 13 de Julho de 2008 &lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;BR&gt;&lt;IMG height=30 src="http://www.tribunadabahia.com.br/layoutjolivaldo.gif" width=450 border=0&gt; &lt;TABLE width="100%" align=center&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt;&lt;!--- Conteudo ---&gt; &lt;TD width="1%"&gt;&lt;/TD&gt; &lt;TD&gt;&lt;STRONG&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 17px; COLOR: #003399; FONT-FAMILY: verdana"&gt;Caçando policial gordo&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #000000; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não estou inventando e olha que gosto de inventar, desde menino, e quem me conhece sabe. Eu vi com estes olhos que as lombrigas irão comer, um policial tentando correr do epicentro de um tiroteio na avenida Tancredo Neves (aliás, se Tancredo vivo o fosse iria pedir para tirar seu nome de lá, pois a artéria foi transformada num autêntico Curral OK, onde só tem bandido. Aliás, repito de novo, não estou inventando, mas já vi até cavalo e boi andando em direção ao Costa Azul, no meio do trânsito, coisas que somente acontecem em Salvador). Você então me pergunta: e daí? &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Claro que polícia não é besta de ficar no meio das balas zunindo e se enterrando nas paredes, nas chaparias dos carros e na carne dos outros. O inusitado era que por mais que corresse quase não saia do lugar. O policial estava tão gordo que não dava um passo inteiro e bufava tanto que se ouvia de longe. Lá de cima do prédio, onde eu me encontrava fazendo exames para baixar a pressão, meu coração disparava vendo a aflição do homem. Tome tiro e ele tentando alcançar a proteção de um prédio. Quando consegue atravessar a rua às duras penas, a farda tão apertada nos coxões obesos que parecia malha de bailarina feita de cáqui, rasga. Piora quando ele tenta se jogar sobre o capô de um carro estacionado. Abre de cima abaixo. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O homem se esconde atrás do veículo e some. O tiroteio acaba e vi que em nenhum momento, graças aos céus, os bandidos viram o policial gorducho. Estavam era trocando tiros com os seguranças de um banco e de um carro-forte. Não vi se o policial tinha armas, mas sei que, se tinha, economizou bala. Fez bem, pois cada bala atirada custa módicos R$ 6 para desconto na folha no final do mês. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois, com os nervos no lugar, parei para observar melhor. Os bandidos já tinham ido embora, a polícia apareceu, os seguranças ficaram amarelos e o povo se borrou de medo. Algumas pessoas foram dar apoio moral ao policial que virou motivo de chacota. A galera perguntava como é que um cara tão gordo, com a barriga maior que a minha e a sua juntas,????????????¸????????: podia estar atuando na rua. Se não levou tiro foi por sorte. Se não foi atropelado pelos carros em velocidade, foi uma questão de cinética. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Tá bom. Passou o tempo e eu já tinha esquecido do assunto, quando na semana passada estive no Pelourinho. Pode-se afirmar que o Pelô está às moscas. Tanto que não tem quase turista pelas ruas, as praças estão tristes e caladas e somente os vendedores de fitinhas do Bonfim, camisetas com a marca do Olodum e quadros naifs ainda insistem, porque não tem jeito mesmo. Ou vende ou cai na marginalidade, voltando ao tempo em que o Pelourinho era reduto de putas, travestis e polícia civil. O lugar está tão vazio que eu conversava e ouvia o eco. Fiquei todo arrepiado. Foi ali, já indo para o Terreiro de Jesus que presenciei uma verdadeira sessão pastelão. Um policial baixinho corria atrás de um pivete. O garoto se divertia dando um baile no PM. O oficial mais gordo que um porco de historinhas infantis suava e tentava pegar o garoto e nada. O menino sumiu numa viela e dei graças que o policial obeso não lembrou de puxar o revólver. Outro que soube economizar bala. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Tive de dar risada e seguir em frente. Pasme! No meio da Praça da Sé, parada como se fosse uma escultura de Eliana Kertész, daquelas que ficam em Ondina, estava uma policial feminina aloirada. Uma beleza de obesidade quase mórbida. Um alvo fácil para qualquer inimigo da polícia e olha que o que estão matando de policiais, só tem correlação com o que os índios fizeram com a Sétima Cavalaria. Também, como policial gordo pode correr atrás de bandido, ou pior, correr do bandido? Agora ando com a mania de ficar enumerando PMs gordos, barrigudos, com a bunda grande, com peitões ou atarracados e mentirinhas (como antigamente se dizia de quem tem as pernas mais curtas que o resto do corpo). &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Foi então que tive a certeza que é necessário que o comandante da Polícia Militar mande, de imediato, efetuar a prisão do cozinheiro, do nutricionista, do preparador físico e do próprio policial que tem mais de 110 centímetros de barriga, que ????????????¸????????:a farda não caiba no corpo ou que o sutiã fique enforcando. Isso para o bem da corporação e para evitar que eles virem tábua de tiro ao alvo. Ou tão grave quanto: vire motivo de piada e de crônica sem graça. Um gordo falando de outro. Êta raça que não se compreende. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Deu fome! &lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/FONT&gt; &lt;DIV align=right&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #000000; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&lt;EM&gt;&lt;STRONG&gt;Jolivaldo Freitas é escritor e jornalista. e-mail: jfk6@uol.com.br &lt;/STRONG&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;!--- Direito ---&gt;&lt;!--- Direito ---&gt; &lt;TD vAlign=top align=right widht="152"&gt; &lt;TABLE cellSpacing=2 cellPadding=2 align=right widht="100%" valign="top"&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=middle&gt;&lt;IMG height=215 src="http://www.tribunadabahia.com.br/teste/selo36anos.jpg" width=136 border=1&gt; &lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD bgColor=#ca2000 colSpan=3&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 10px; COLOR: #ffffff; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&amp;nbsp;&lt;STRONG&gt;COLUNAS&lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD vAlign=top bgColor=#fceabe&gt;&lt;FONT face=Verdana size=1&gt;&lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/larangeira.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Antônio Larangeira&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/empresas.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Empresas&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/ivancarvalho.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Ivan de Carvalho&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/janiolopo.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Janio Lopo&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/tassofranco.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Tasso Franco&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/jolivaldofreitas.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Jolivaldo Freitas&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/janetefreitas.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Janete Freitas&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/marcospinheiro.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Marcos Pinheiro&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/micheltelles.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Michel Teles&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/jacquesdebeauvoir.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;JacquesdeBeauvoir&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/raiolaser.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Raio Laser&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;/FONT&gt; &lt;TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD bgColor=#ca2000 height=5&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=middle colSpan=0&gt;&lt;IMG height=1 hspace=0 src="http://www.tribunadabahia.com.br/transparent.gif"&gt; &lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-3619247647122451186?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/3619247647122451186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/3619247647122451186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/07/crnica.html' title='CRÔNICA'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-7961626700214214257</id><published>2008-07-05T10:30:00.001-03:00</published><updated>2008-07-05T10:30:38.832-03:00</updated><title type='text'>Uns caras estranhos</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Jolivaldo Freitas&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Ando morrendo de medo de assistir novela e outros programas ou de encontrar conhecidos nas ruas e nos shoppings, pois ninguém tem mais coragem de andar à toa por aí. Meu receio é de não poder dormir, com medo de assombração. Eu, que desde pequenino tenho medo de careta. É que os artistas e aqueles seres comuns, classe média, que têm um plano de saúde ou uma graninha sobrando, vem se entregando, sem resistência, à ditadura do fashion ou à busca da fonte da juventude.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Como ainda não descobriram esta fonte, coisa que Yañez Pizón e tantos outros desbravadores andaram atrás, desde as florestas da América Central até a região amazônica, a medicina em conluio com a estética achou um termo: lifting, botox e cirurgia de redução do estômago. Os consultórios e clínicas estão cheios de gente em busca dos anos perdidos, ainda mais que os procedimentos baratearam de preço e veja que tem aplicação de botox de 100 reais. Uma lipoaspiração pode sair até por módicas mensalidades de 120 reais.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Então eu estava assistindo a um filme e quando terminou passei de vez para outro canal, sem respirar antes. Foi quando me deparei com Elza Soares cheia de botox e pensei na série Jornada nas Estrelas, aonde uma nave estelar vai ao espaço até onde ninguém jamais esteve. Achei que ela ganharia qualquer Oscar de caracterização de ser extraterrestre. Na mesma hora mudei para um canal de amenidades e me bato com Nizan Guanaes, que fez cirurgia de redução de estômago. Nizan estava com ar triste, mesmo tentando ser engraçado. Eu estava acostumado com ele com os cabelos meio encaracolados, gorduchinho, genial e risonho. Acho que a comida está fazendo falta ao seu bom humor.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Mudei para a novela e vejo aquela atriz, que não lembro o nome, mas que é mulher de Tarcísio Meira, falando com os beiços parecendo bico de pato. Chega a dar agonia, pois não consigo tirar os olhos dos lábios que foram engrossados e então ela faz diálogo com outro ator, que minha memória está danada e não me faz lembrar o nome e o cara está estranho. Já na novela das sete vejo Cristiane Torloni, de saudosa memória, que me fez colar tantas páginas da revista Playboy, tão plastificada que pensei o que será que estaria achando aquele ex-marido dela, cujo nome teimo em não lembrar, que era psicanalista e tinha até um programa de análise via Embratel para o povão.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Então vejo numa coluna social, não sei de Janete Freitas, Lena Lebram, July, Michel Telles, Gilka Maria, Regina Coeli, Terezinha Cardoso (estou aproveitando para fazer exercício de memória) uma socialite que deve ter no mínimo 70 anos, mas com uma carinha de 69, com a pele branca parecendo frango congelado. Decidi dar um tempo, desliguei a televisão, pois se passa mais um tempo eu terminaria por decidir tirar a barriga, que deu tanto trabalho para criar, com barris e barris de chopp, picanhas, maminhas, alcatras, maionese, Coca Cola, lasanha, mocotó, mugunzá, fato, dobradinha, pizza alho e óleo e até filet au poivre ou uma bela feijoada, daquelas de comer e chamar a ambulância, ia procurar os especialistas e fazer um mutirão para: &lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;1  Colocar botox&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;2  Fazer plástica&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;3  Me submeter à lipoaspiração&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;4  Reduzir o estômago&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;5  Implante capilar&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;6  Cirurgia de redução da bocha (a pele que fica abaixo do olho) como dizem os gaúchos&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;7  Alongamento peniano (nunca estaremos satisfeitos com a centimetragem que temos)&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;8  Implante dentário&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;9  Peeling&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;10  Colágeno&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Imaginei que além de ser caro, muito mais que tunar (dar uma guaribada ô seu néscio) um carro, não daria certo. Poderia ficar um cara bonitão, mas triste e sem saber onde começava a cara e onde terminava a bunda. Melhor não mexer. Tem dado tudo certo. Rsrsrsrsrs.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-7961626700214214257?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7961626700214214257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7961626700214214257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/07/uns-caras-estranhos.html' title='Uns caras estranhos'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-8435634602095037254</id><published>2008-07-03T21:07:00.001-03:00</published><updated>2008-07-03T21:07:47.844-03:00</updated><title type='text'>A ariranha de Ivete. Na Lata. O coveiro e o Leônico</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Jolivaldo Freitas&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Também quero e quem não quer. O Brasil todo quer ver a ariranha de Ivete Sangalo. Quem já viu diz que é coisa graúda, taluda, fofa e  raridade  bonita de se ver. Para mim bastava dar uma olhadinha nas páginas da Playboy e daí correr para a galera. Seria bom ela mostrar logo, para acabar com esta agonia que fica na gente quando ela expõe aqueles pernões que chega a dar medo de tão maciços. Interessante é que eu, por não gostar muito de Axé Music (expressão criada por total felicidade, pelo sarcástico jornalista baiano Agamenon Brito) terminei por incluir Ivete Sangalo como desafeto, assim mesmo, de graça, sem motivo, dentro daquele conceito de que "quem anda com porcos, farelo come" ou "diga-me com quem andas...".&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Mas, mais interessante ainda, é que, por causa de duras críticas que certa vez li a respeito da estrela baiana, na imprensa baiana, decidi ir fundo para ver o que ela pensava a respeito de um bocado de coisas e descobri uma Ivete irreverente, inteligente (pois é preciso ter neurônios para inventar piadas rápidas ou sair de uma saia justa e isso ela faz muito bem) e cheia de opiniões cruéis e debochadas a respeito de tudo ou quase tudo, inclusive com autocrítica e críticas coerentes a respeito de estrelismo, sexo, carreira e &lt;I style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;fugacitate&lt;/I&gt;. Deixando de lado este papo careta, quero dizer mesmo que QUERO VER A ARIRANHA DE IVETE. Vou comprar três exemplares: um para o quarto, um para andar na pasta e outro para o banheiro. Vá lá que as páginas fiquem coladas...&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Falando na Lata&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Tudo o que falta na imprensa escrita baiana ou não, aquela avaliação tirana, uma nesga de ironia sobre os fatos, uma crítica tipo mão-boba sobre a notícias dos outros, uma avaliação inesperada ou um ponto obscuro nem que seja sobre gastronomia ou horóscopo, tudo está num blog que tem tudo para se firmar como a melhor, grande, incomparável, imensurável (outro dia vim aprender com minha filhinha o que é adjunto adnominal e fiquei me achando), e que é feito por não um, ou dois, ou três, ou meia dúzia, mas por um bando, um grupo, uma trupe de Tuaregs, ciganos, bandas-voou, acadêmicos, ensaístas, articulistas, escrotos, geniais e lúcidos jornalistas que atacam como Seleção Argentina e defendem como time de Escolari. Sem nenhuma publicidade ou chamariz, já são quase 200 (será que estou exagerando ou já passou este número?) visitas diárias. Verifique no seguinte endereço: falandonalata.wordpress.com. Outra coisa: o blog está aberto a todo e qualquer jornalista sindicalizado que queira colaborar. Ô Mário Kertész. Ô Zé Eduardo. Ô Varela. Ô Emmerson, meus caríssimos amigos. Lembrem de falar do nosso blog.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;B style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;O coveiro e o Leônico&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Lembro, ainda bem garotinho, quando não sabia ao certo se eu era torcedor do Ypiranga, que meu avô morreu amando e meu tio tinha até um protetor de selim de bicicleta com o escudo em amarelo e preto, do Bahia ou do Galicia, que o Leônico era chamado, pela imprensa, de sucursal do Bahia. Todo mundo "sabia" que o Leônico não tinha time. Servia apenas para duas coisas: ser laboratório de teste de neojogadores do tricolor e entregar o campeonato para a torcida do Bahia. Para isso era tido e havido, que recebia uma bonificação. O time nem torcida tinha. &lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;O Ypiranga, taí no chove-não-molha, o que dói no coração; e o Galicia corre atrás de voltar a ser o santo forte lá de Compostela, aqui pelos nossos gramados. Aí vem o Leônico, de triste memória, contrata um coveiro para enterrar o Galícia. O Guanambi precisava dar de dez , e não é que conseguiu. Milagre igual só no Mundial da Argentina, quando o Peru, que é uma espécie de Leônico, conseguiu tomar de seis dos argentinos, deixando o Brasil igual ao Galícia: morto e enterrado. Pelo que dizem, os jogadores ganharam uns níqueis e o coveiro que era o goleiro, uma pá novinha. Vá enterrar a mãe, seu saquê!&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-8435634602095037254?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/8435634602095037254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/8435634602095037254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/07/ariranha-de-ivete-na-lata-o-coveiro-e-o.html' title='A ariranha de Ivete. Na Lata. O coveiro e o Leônico'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-8506813303189241956</id><published>2008-06-22T11:20:00.001-03:00</published><updated>2008-06-22T11:20:50.055-03:00</updated><title type='text'>Inverno começa mais frio e chuvoso</title><content type='html'>&lt;DIV &gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Profissões de alto risco&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Jolivaldo Freitas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN lang=EN-US&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Secretário de Comunicação da Prefeitura de Salvador, Rei Momo magro, jornalista, bombeiro, mergulhador e alpinista estão, hoje, na escala das piores profissões que qualquer um possa almejar. Explico melhor: no ano passado, se não li errado, morreram em todo mundo mais de 100 jornalistas no Iraque, na África Austral, na China, na América Central e lá no escambau e também na casa da zorra. Já que o Ibama, Ongs e ONU protegem os animais selvagens, os caçadores decidiram abrir temporada de caça contra os jornalistas, estes seres que mordem no calcanhar e, portanto, transmitem cólera e raiva, mas que são miras fáceis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Bombeiros, pelo que vi no filme "11 de Setembro", são todos heróis prontos para dar a vida pelo outro e mais aqueles outros que nunca viram, sequer falaram ou mesmo que  ninguém sabe - já se estranharam alguma vez, fosse por mulher, gude ou no trânsito. Bombeiro faz o bem sem olhar a quem e vez em quando um se estropia. No caso Nova Iorque X Bin Laden os bombeiros se lascaram todo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Mergulhadores todos sabem. As grandes empresas que exploram petróleo em águas profundas pagavam tanto dinheiro para as viúvas que decidiram acabar com a vaga (sem trocadilho) e passaram a direcionar a verba para pesquisa de equipamentos robóticos que hoje fazem a mesma função. De tanto morrer mergulhador a função ficou extinta (desculpe o humor sem graça  antigamente se dizia humor negro, mas não sou eu quem vai brigar com os afro-descendentes, que antigamente na Bahia eram chamados de negros...ah! Esqueça e voltemos ao assunto).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Alpinista, excetuando-se aqueles alpinistas sociais que tanto aborrecem colunistas do porte de Janete Freitas, July, Gilka Maria, Therezinha Muricy, Valdemir Santana, Lena Lebram e Regina Coely, estão sob risco constante, ainda mais quando teimam em subir o velho Everest sem máscara de oxigênio e sem planejamento, apenas no muque e no machismo em busca da fama e de vencer desafios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Mas, as piores profissões são as que vêm a seguir. Primeiro ser Rei Momo magro. Primeiro que já é preconceito dos gordos contra os destituídos de imensa massa corpórea, pneuzinhos, pressão alta, apetite voraz, celulite, estrias, colesterol alto, diabetes, inchaço nas pernas, erisipela, queixada dupla e a simpatia que todo gordo irradia. Segundo, que é uma perseguição só, dos garotos e garotas do Ministério Público que estão loucos para mostrar serviço e ainda deslumbrados com o poder que têm nas na ponta da caneta e no teclado do PC e com a na anuência dos vetustos juízes do TJ. Os gordos possuem uma associação de "classe". O pobre do Clarindo Silva, rei defenestrado, não tem apoio dos magros. Está froidido e, pior, mal pago.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Já ser secretário de Comunicação da Prefeitura é do mais alto risco dentro das medições feitas extra-oficialmente pela OITP  Organização Internacional do Trabalho Público, órgão que absolutamente não existe. O convidado deixa tudo para trás, confia nos políticos (o que já demonstra ser uma pessoa boa e isenta de maldades), assume, começa a trabalhar e alguns meses depois, é excomungado, exorcizado e imolado. Ninguém sabe o porquê. O certo é que meia dúzia de secretários já foi deletada. Dizem tratar-se de uma seção de exorcismo evangelizador. Uma tal de guerra santa às avessas. Cada secretário que não lê na bíblia "certa" é levado para as barras da Santa Inquisição. "Porém se move", como diria Galileu. E eu digo que Deus me livre!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-8506813303189241956?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/8506813303189241956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/8506813303189241956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/06/inverno-comea-mais-frio-e-chuvoso.html' title='Inverno começa mais frio e chuvoso'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-5960420012726143877</id><published>2008-05-09T19:14:00.001-03:00</published><updated>2008-05-09T19:14:11.837-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;TABLE width=770&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD vAlign=top align=middle&gt;&lt;BR&gt;&lt;IMG height=30 src="http://www.tribunadabahia.com.br/layoutjolivaldo.gif" width=450 border=0&gt; &lt;TABLE width="100%" align=center&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt;&lt;!--- Conteudo ---&gt; &lt;TD width="1%"&gt;&lt;/TD&gt; &lt;TD&gt;&lt;STRONG&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 17px; COLOR: #003399; FONT-FAMILY: verdana"&gt;Meu livro, radialistas, santos e malucos&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #000000; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ô, miséria! Que semana, a que passou. Foram dias de notícias ruins o tempo todo, sem descanso. Só o que me fez rir foram os comentários de Ildázio Júnior, da Transamérica, que faz um programa de escrache total, mas muito vivaz e inteligente. Coisa de DNA já que o pai Ildázio Tavares é dos maiores poetas brasileiras, articulista e até ópera já fez, o que demonstra que o homem é bom no que faz: além de ser um fazedor de filhos como nunca vi. Aliás, sempre me impressionei com quem escreve ópera. Fico abestalhado e para mim um cara assim é o mais inteligente do Brasil. Do Brasil não, mundo. Do mundo não. Do universo. E o Júnior saiu ao pai. Ele desabafou de forma tão interessante sobre o noticiário dos jornais da semana passada que deu até vontade de escrever a respeito. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Aliás, por falar em rádio, é onde hoje, tem mais vida inteligente que em outras paragens. O radialismo, que todos achavam, ia acabar, por esgotamento de sua fórmula, por influência da TV e agora da Internet, tem mostrado um fôlego de gato correndo de cachorro grande.Não se pode deixar de citar o esquema da programação da Metrópole, de Mário Kertesz, que fazendo sucesso com sua fina ironia e cultura geral, determinou que outras emissoras buscassem agilidade e criação. Quem vai duvidar da inteligência de Zé Eduardo, também na Transamérica, sem falar seu tino para grandes investiduras? Correndo na outra ponta temos Emmerson José na Bahia FM e Jefferson Beltrão, na Globo FM. Perfilino Neto, na Educativa, é o Papa. Quem não se liga nos comentários de Malu Fontes, esta jornalista que se bandeou para o rádio e está dando show não sabe o que está perdendo. O noticiário esportivo das FMs e AMs é pirante. Mesmo um campeonato baiano pífio, peba, os caras conseguem animar como se cada jogo entre Ideal de Santo Amaro e Quero-Quero de Canabrava fosse uma final de Copa do Mundo. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Foi justamente das rádios que partiram os mais insólitos e também os mais inteligentes comentários acerca dos dramas e tragédias que vivenciamos na última semana. Começando com o caso Isabella, levado à exaustão. Do jeito que as emissoras de TV transformaram o drama num pastelão mexicano, com fortes doses de emoção e até pathos, com certeza que vamos ter um milagre de Isabella, dentro de alguns dias, pois sempre aparece um maluco para dar depoimento, e ela será canonizada. Brasileiro adora deuses e santos. Minha avó Juvência, que Deus a tenha, na dúvida usava no pescoço um escapulário de Santo Antonio. Na parede da sala, num lado, o Sagrado Coração de Jesus. No outro lado a Santíssima Trindade sobre símbolos da maçonaria. Num canto a imagem em gesso de Iemanjá. Num outro o de Janaína. Em um lugar que não lembro agora, tinha a estátua do caboclo. Uma réplica daquele índio que simboliza o 2 de Julho. Quer mais? Tinha duas Bíblias. A da Igreja Católica Apostólica Romana e uma dos protestantes.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ela acendia vela para os santos católicos e incensava a casa em nome dos ícones da Umbanda. Só não acendia vela para o diabo. Mas, nem por isso, deixamos de pegar catapora, gripe, resfriado, espinhela caída e frieira. Se levarmos em conta, que por menos do que aconteceu com Isabella, Santa Maria Goretti virou culto, com direito até a santinho, espere para ver. Vai virar santa antes mesmo de Irmã Dulce, que tem se virado em seu santo sepulcro com o caso Neylton da Silveira, mas aí é outra história. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A semana que passou e, Deus nos livre de acontecer de novo, foi lasca. Ainda me apareceu o professor maluco da Escola de Medicina da Ufba com sua "teoria da relatividade". Tudo bem que Olodum não é cultura, mas é arte pop. Berimbau não é oboé e Medicina da Ufba não é USP. Mas o homem querer esconder sua própria culpa e a culpa da Ufba de ser uma universidade peba, em boa parte dos cursos é dose. Justamente por causa de professores e administradores como ele, que vêem a situação ruim, mas ficam encastelados, comendo a carne podre, como bactérias. E o resto que se lasque. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Para piorar a semana, me vem o Bahia e não entrega o jogo. Era para deixar o Vitória da Conquista golear e levar o Campeonato Baiano. Era melhor levar uma surra dos conquistenses, que foram na verdade os melhores da competição, do que ver a torcida do Vitória rindo a gosto. Só dando surra de cansanção em todo mundo do outrora Esquadrão de Aço. Pior é que vamos ter de sofrer, a partir de agora, com esta porcaria na segundona do Brasileiro. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Deixa estar. Quero aproveitar este espaço e convidar vocês para o lançamento do meu novo livro. São contos eróticos e algumas crônicas nada eróticas, mas que botam para jambrar. Apareça na Livraria Civilização Brasileira do Shopping Barra, quinta-feira depois das 18 horas. O livro é baratinho. Mulher não paga, mas também não leva. Que esta semana seja melhor que a outra. &lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/FONT&gt; &lt;DIV align=right&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #000000; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&lt;EM&gt;&lt;STRONG&gt;Jolivaldo Freitas é escritor e jornalista. e-mail: jfk6@uol.com.br &lt;/STRONG&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;!--- Direito ---&gt;&lt;!--- Direito ---&gt; &lt;TD vAlign=top align=right widht="152"&gt; &lt;TABLE cellSpacing=2 cellPadding=2 align=right widht="100%" valign="top"&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=middle&gt;&lt;IMG height=215 src="http://www.tribunadabahia.com.br/teste/selo36anos.jpg" width=136 border=1&gt; &lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD bgColor=#ca2000 colSpan=3&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 10px; COLOR: #ffffff; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&amp;nbsp;&lt;STRONG&gt;COLUNAS&lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD vAlign=top bgColor=#fceabe&gt;&lt;FONT face=Verdana size=1&gt;&lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/larangeira.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Antônio Larangeira&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/empresas.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Empresas&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/ivancarvalho.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Ivan de Carvalho&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/janiolopo.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Janio Lopo&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/tassofranco.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Tasso Franco&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/jolivaldofreitas.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Jolivaldo Freitas&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/janetefreitas.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Janete Freitas&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/marcospinheiro.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Marcos Pinheiro&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/micheltelles.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Michel Teles&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/jacquesdebeauvoir.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;JacquesdeBeauvoir&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;A href="http://www.tribunadabahia.com.br/raiolaser.htm"&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Raio Laser&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;BR&gt; &lt;HR&gt; &lt;/FONT&gt; &lt;TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD bgColor=#ca2000 height=5&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=middle colSpan=0&gt;&lt;IMG height=1 hspace=0 src="http://www.tribunadabahia.com.br/transparent.gif"&gt; &lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-5960420012726143877?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/5960420012726143877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/5960420012726143877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/05/meu-livro-radialistas-santos-e-malucos.html' title=''/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-7218721988948255473</id><published>2008-04-30T20:11:00.000-03:00</published><updated>2008-04-30T20:12:14.042-03:00</updated><title type='text'>O povo da Barra contra a nefasta construtora</title><content type='html'>Jolivaldo Freitas&lt;p&gt;   Os moradores das ruas Marques de Caravelas e Lord Cochrane, na Barra Avenida - sou do tempo em que se dividia a Barra em duas e a Gra&amp;#231;a e a Vit&amp;#243;ria eram &amp;#225;reas at&amp;#233; certo ponto long&amp;#237;nquas, imagine! -, est&amp;#227;o como o diabo gosta. Andam nos cascos, bufando, trincando os dentes e mostrando os caninos. Esperam apenas que o empres&amp;#225;rio do ramo da constru&amp;#231;&amp;#227;o civil e conselheiro do Sindicato da Ind&amp;#250;stria da Constru&amp;#231;&amp;#227;o Civil, mais conhecida pela sigla Sinduscon, decida fazer uma visita ao pr&amp;#233;dio que est&amp;#225; construindo no bairro. A id&amp;#233;ia que &amp;#233; sussurrada pelos playgrounds, escadas, sa&amp;#237;das de inc&amp;#234;ndio e nas portarias mais rec&amp;#244;nditas &amp;#233; de lhe aplicar um corretivo. Nada que machuque. &lt;br&gt;  Apenas uns bons cascudos, ou coques, como dizia minha av&amp;#243;, bem no alto do seu (l&amp;#225; dele) cucuruto; coisa que o pai ou a m&amp;#227;e ou a madrinha deveriam ter feito quando crian&amp;#231;a, para evitar que se transformasse numa pessoa incivilizada, como se transformou, e que n&amp;#227;o respeita os mais velhos, conforme desabafo de um ex-combatente da Segunda Grande Guerra, um dos &amp;#250;ltimos her&amp;#243;is brasileiros de carne e osso, mais osso do que carne, que de trabuco na m&amp;#227;o diz que n&amp;#227;o consegue dormir. &lt;br&gt;  O pessoal odeia o construtor Marcos Galindo, da MGL, porque o homem est&amp;#225; construindo um edif&amp;#237;cio, de nome pomposo de Barra Sky, embora seja um quarto e sala, justamente na esquina das duas ruas. Como os locais, os nativos, os moradores, em sua maioria s&amp;#227;o idosos que ainda ouvem bem, n&amp;#227;o conseguem dormir, a antipatia &amp;#233; geral e irrestrita. Ocorre que j&amp;#225; &amp;#224;s sete horas da manh&amp;#227; os empregados do homem iniciam o trabalho de constru&amp;#231;&amp;#227;o, come&amp;#231;a o inferno em sua sucursal. &lt;br&gt;  Primeiro toca-se uma sirene informando que chegou a hora. Neste instante o velhinho, que foi oficial na contenda do meio do s&amp;#233;culo passado, j&amp;#225; levanta no susto, achando que &amp;#233; uma blitz dos alem&amp;#227;es; um ataque a&amp;#233;reo; e corre para debaixo da cama, usando-a como casamata. Sorte que os filhos toda noite retiram as balas da carabina. O homem ainda &amp;#233; &amp;#225;gil e j&amp;#225; cai dando tiros e gritando palavras de ordem. &lt;br&gt;  Mas, ele fica mesmo mais louco que os outros moradores, &amp;#233; quando a britadeira - alguns dizem que &amp;#233; uma m&amp;#225;quina de cortar azulejo chamada Maquita - come&amp;#231;a a atuar, justamente depois da sirene, por volta das sete horas e cinco da manh&amp;#227;, para dar uma hora exata. Parece uma salva de metralhadora. O ex-soldado se esconde atr&amp;#225;s das cortinas do apartamento e fica tentando descobrir de onde vem o inimigo. Nesta hora todo mundo, num raio de 500 metros j&amp;#225; acordou. &lt;br&gt;  E assim prossegue a obra. Isso j&amp;#225; vindo de quase dois anos, sem que o diretor do sindicato d&amp;#234; o exemplo e respeite pelo menos o sil&amp;#234;ncio no in&amp;#237;cio da manh&amp;#227;, deixando o povo com um pouco de paz. Mas, os cascudos dele est&amp;#227;o garantidos. Inclusive j&amp;#225; circulam fotos escaneadas com a cara dele. Uma senhora que mora bem ao lado vai fazer Vudu. Ela ia comprar um apartamento para a filha, mas desistiu. O seu argumento para a desist&amp;#234;ncia &amp;#233; simples: se o empres&amp;#225;rio n&amp;#227;o respeita os moradores do bairro, n&amp;#227;o d&amp;#225; para confiar numa solu&amp;#231;&amp;#227;o, caso o empreendimento seja problem&amp;#225;tico e o comprador precise de uma atitude s&amp;#233;ria e profissional. Ela aproveita e pede &amp;#224; Sucom para dar um basta no barulho produzido pela constru&amp;#231;&amp;#227;o do Barra Sky. Que pelo menos comecem os trabalhos &amp;#224;s oito horas da manh&amp;#227;, aos s&amp;#225;bados. E que encerrem &amp;#224;s 17 horas. &lt;br&gt;  Outro dia eles decidiram que iam executar uma s&amp;#233;rie de atos contra os trabalhadores da obra. Descobriram que eles costumam parar para o almo&amp;#231;o antes do meio-dia, e depois tiram uma soneca das boas, dormindo sobre estrados, tijolos, tapumes e areia. Iam todos sair para um panela&amp;#231;o na porta da obra. Algu&amp;#233;m com lucidez, disse que os oper&amp;#225;rios n&amp;#227;o tinham culpa, e que seria melhor irem fazer panela&amp;#231;o, numa madrugada qualquer na porta do dono do pr&amp;#233;dio. Ele que se cuide. Povo da Barra anda catando seu endere&amp;#231;o. E o povo da Barra &amp;#233; descendente dos &amp;#237;ndios bem antes da urbaniza&amp;#231;&amp;#227;o da cidade. Eles s&amp;#227;o t&amp;#227;o brabos que comeram assado, e bem passado, um monte de padres, arquitetos e urbanistas portugueses. Para fritar incorporador &amp;#233; s&amp;#243; um passo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-7218721988948255473?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7218721988948255473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7218721988948255473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/04/o-povo-da-barra-contra-nefasta.html' title='O povo da Barra contra a nefasta construtora'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-6356619205366949892</id><published>2008-04-26T14:08:00.001-03:00</published><updated>2008-04-26T14:08:25.223-03:00</updated><title type='text'>Como os portugueses abduziram os baianos</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 17px; COLOR: #003399; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #000000; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu sempre fui meio burrinho, não é coisa de agora, e nunca entendi direito essas coisas de descoberta do Brasil. Lembro que certa vez, acho que foi ainda nos tempos em que frequentava a a Escola Luiz Tarquínio, na Boa Viagem ou talvez tenha sido mesmo na banca (que hoje é chamada de reforço escolar), fiquei abestalhado quando a professora disse que o Brasil fora descoberto no dia 22 de abril de mil e quinhentos. Como fora descoberto se eu sabia que aqui tinha índio quando os portugueses chegaram? &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Era uma época em que eu acreditava piamente que Deus criara o homem, portanto não tinha dúvida que Ele, em cada canto, fez uma raça diferente da outra. Para piorar, achava que os portugueses realmente eram raça superior e que os índios, ignorantes, tinham mesmo de ser abduzidos em nome de Jesus, Maria e José e de Dom Manuel, o venturoso. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Em minha cabeça confusa não entendia como é que os portugueses tinham chegado até aqui, enfrentando um mar cheio de serpentes enormes, dragões que cuspiam fogo e principalmente os monstros marinhos, como grandes polvos e enguias, que engoliam as naus por inteiro e ainda chupavam os tutanos dos argonautas. Levei tantos cascudos da professora Naly, que terminei gostando de estudar História do Brasil. Hoje fico fascinado com as viagens dos descobrimentos e ganhei um amor tão grande pelo tema, que fico frustrado por não ser historiador. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Talvez por isso eu seja tão apaixonado pelo Porto da Barra. Quando encosto na balaustrada, ando pela calçada ou piso na areia, sinto-me como se estivesse incorporando o espírito dos descobridores. Revejo o donatário Francisco Pereira Coutinho chegando e com seu jeito frouxo e ficar com medo de descer na praia. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Não sei se você sabe, mas quando ele chegou e viu os índios que esperavam na praia, logo ali naquele canto onde hoje fica o padrão com o brasão da Coroa Portuguesa, bem defronte ao quiosque de artesanato do Instituto Mauá e da barraca de coco de Marco Pólo - por favor não o confunda com o navegador veneziano, que nem parente chega a ser -, começou a se tremer de medo e antes de mais nada fez uma missa dentro do barco, como se estivesse encomendando a própria alma. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Quem quebrou seu galho foi Caramuru, que já estava por aqui há tanto tempo que tinha mais filho que o pajé ou mesmo o cacique Taparica, o mais temido e o mais político da época. O homem desceu acompanhado dos seus bacamarteiros, cheio de roupa com fru-fru e a garantia de uma armadura. Foi levado sob as espensas de Diogo Alvares Correia (que eu teimava em grafar nas minhas provas de escola como da Silva, e levava mais cascudos), que vem a ser o marido de Catarina Paraguaçu e se picou para se esconder em algum lugar que não faço a menor idéia e se li em algum lugar já esqueci, pois minha memória é melhor quando falo de Tomé de Souza. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Este, eu sei, chegou aqui em 1549 e com a mesma ajuda de Caramuru, terminou por fundar a cidade de São Salvador e daí passamos a ser responsáveis pela preguiça, pela dança da garrafa, por Carla Perez, pela Axé Music, Pagode, Ricardo Chaves, Esporte Clube Vitória, pela mijada em plena rua, pelo pessoal que invade sinais, por falar alto, buzinar na porta dos hospitais, botar som alto no carro, pelo ônibus parar fora do ponto, isto quando pára; pela falta de empacotador nos supermercados, pelo cara que não dá assento aos idosos nos ônibus, por quem estaciona o carro na vaga de deficientes, e tudo o mais. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Quando me lembro que num dia de hoje o Brasil foi descoberto, vejo um dia luminoso, depois de uma noite cheia de estrelas. Não sei ao certo a hora em que o Brasil foi visto pelos portugueses, mas, tenho certeza que foi lá por volta das dez horas da manhã, pois foi a hora em que nasci lá em cima do Mont Serrat e o dia era bonito. Interessante é que quando falo em descobrimento, não consigo visualizar direito a chegada a Porto Seguro. Aliás, neste local aportaram depois dos portugueses os espanhóis, ingleses e franceses. Porto Seguro, entretanto, foi totalmente dominada, a partir dos anos 80 do século passado, não pelos colonizadores europeus, sim, pelos mineiros, paulistas e goianos. Hoje, para encontrar um baiano por lá, só se for servindo no balcão ou dançando lambada. Até índio, só se encontra nas feiras de artesanato. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Por isso que, hoje mesmo, a esta hora, estarei andando no Porto da Barra e olhando para a barra do mar, para ver se enxergo as almas dos navegantes aventureiros. Quem sabe eles redescobrem e começamos do zero. Mesmo assim, com tantos problemas de dengue, esgotos, violência, PT, e pais que matam os filhos, parabéns para você minha "Terra de Santa Cruz". &lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/FONT&gt; &lt;DIV align=right&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #000000; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&lt;EM&gt;&lt;STRONG&gt;Jolivaldo Freitas é escritor e jornalista. e-mail: jfk6@uol.com.br &lt;/STRONG&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-6356619205366949892?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6356619205366949892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6356619205366949892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/04/como-os-portugueses-abduziram-os.html' title='Como os portugueses abduziram os baianos'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-8818167483743066624</id><published>2008-04-20T20:00:00.001-03:00</published><updated>2008-04-20T20:00:38.153-03:00</updated><title type='text'>Um Carneiro, uma socialite em crise existencial e a PM 2.0</title><content type='html'>&lt;STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;/STRONG&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 17px; COLOR: #003399; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #000000; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nesta semana que passou apreciei, se assim posso afirmar, cenas, ações, atos e reações no seio desta comunidade provinciana, que foi de arrepiar os cabelos das áreas mais profundas. Depois de sugar a última gota do pote de mel que era a Prefeitura Municipal de Salvador, o PT se mandou, deixando apenas a cabaça vazia. Foi como se nunca tivesse participado da administração ou como se o prefeito jamais tivesse sido apresentado, que dirá comido no mesmo prato. Não que eu seja este tipo de pessoa altamente politizada, mas é que não gosto mesmo de ingratidão. E o PT está igual a menina do mangue que casa com o cliente. A princípio as colegas vibram, achando que ela se deu bem na vida. O marido fica feliz por entender que a retirou daquela vida. Mas, na primeira oportunidade ela cai na gandaia, trai e o seu "salvador" que procure um psicanalista. É da natureza dela. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O prefeito, que de bobo não tem nada, já está dando o troco. Aproveita que a situação está tétrica, em termos policiais, com quase mil homicídios na Bahia desde, o início do ano  e não é exagero de articulista -, cria a Polícia Municipal, que batizo aqui e agora de PM 2.0, e nos anúncios na televisão deixa claro que está gastando esta grana para dar tranqüilidade ao povo da capital, mas que a responsabilidade em diminuir o índice de violência e garantir a vida do cidadão é do Estado. Não é do alcaide. Quem diria que eu ainda iria testemunhar isso. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;João descobriu que a filosofia do PT é igual àquela fábula onde o elefante encontra a lacraia à beira do rio, com medo de atravessá-lo, e o rio está enchendo. Ele oferece carona para ela e no meio do rio ela o pica. Ele, triste pela ingratidão pergunta por que tinha feito aquilo, justamente com ele que acabara de salvar sua vida. E a peçonhenta responde que é da sua natureza. Não sei o final da história, mas acho que os dois são levados pela correnteza. Seria o mais justo. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Também presenciei a confirmação daquilo que os mais críticos sempre disseram sobre as socialites. Eles garantiam que se tratava de figuras fúteis, que passam a vida de baile em baile nas casas das mesmas e de vez em quando fazem uma ação social, como visitar creches ou abrigo de velho. Entre um proseco e outro, nos eflúvios do sopro do álcool, bate uma dor na consciência. Pois, não é que me apareceu uma antiga socialite, destas que andam nas colunas sociais todo santo dia, execrando com a figura das socialites e rejeitando o rótulo. Ela não quer ser chamada, nem classificada, nem que a cunhem como socialite. Justamente ela, o perfil cuspido e escarrado. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Já na área policial/esportiva, o ex-presidente do Vitória, pelo que me disseram, está querendo não sei quantos milhões como direitos trabalhistas pelo tempo que passou atuando no clube e a torcida o aturando e o afundamento. Ele o próprio Titanic. As más-línguas dizem que o clube não tem como pagar justamente por causa da administração dele. Se meteu a mão na cumbuca, aí não posso dizer, nem vou repetir o que a torcida anda espalhando pelas esquinas da cidade e escadas do Barradão. Quem conhece a história garante que a Justiça do Trabalho dando ganho de causa para o Carneiro, o Vitória pode receber de volta quandodeixa lá que nem é bom falar, pois o homem tem um monte de processos nas costas, que vai de racismo a espancamentos de anão, repórter, coxo, ceguinho, vovós indefesas e cachorro morto. Sem falar que é boquirroto. Não vou imiscuir, pois não sou rubro-negro e eles que se aturem. Já basta que no meu time o presidente chegou a ser preso pelos federais. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Por último, depois de uma semana de surpresas, o presidente Lula, num dos raros momentos de lucidez, dando um descanso ao fígado, disse que é capaz de rejeitar o PT. Eu já rejeitei. Estou em busca de um partido, um político, um novo time de futebol, um bom dermatologista que atenda pelo SUS, uma mãe-de-santo, uma cantora que não seja sapatão. PT não dá pelo que se sabe. DEM, Deus me livre e guarde. PSDB está mais sujo que bilau de porco. PV, pelo menos aqui em Salvador também traiu o prefeito. PP, p.q.p, nem morto. Acho que só me resta um partido monárquico. Quem sabe dom Sebastião ressurge lá no horizonte d o mar, vindo das arábias, para nos salvar destes, destas e de outras. &lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-8818167483743066624?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/8818167483743066624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/8818167483743066624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/04/um-carneiro-uma-socialite-em-crise.html' title='Um Carneiro, uma socialite em crise existencial e a PM 2.0'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-4588481516515679942</id><published>2008-04-02T10:51:00.000-03:00</published><updated>2008-04-02T10:52:03.974-03:00</updated><title type='text'>Hora de se criar o Bolsa Bandido</title><content type='html'>Fiquei assustado com o n&amp;#250;mero de mortos neste &amp;#250;ltimo final de semana na Bahia. Pelo que soube foram mais de duas dezenas de novas alminhas a caminho do inferno, pois, pelo que a pol&amp;#237;cia diz, todos eram ligados ao tr&amp;#225;fico de drogas e quem sou eu para duvidar do olho cl&amp;#237;nico dos policiais. Por falar em pol&amp;#237;cia, um amigo policial civil ligou para mim, que dava plant&amp;#227;o na labuta, para me informar que havia mais um corpo desovado sabe-se l&amp;#225; onde. Ele disse: - Com a Pol&amp;#237;cia Civil em greve, quem est&amp;#225; na rua &amp;#233; a Pol&amp;#237;cia Militar e eles (os bandidos) v&amp;#227;o ver com quantos paus se faz uma canoa.&lt;p&gt;  Parei para interpretar a frase. Ser&amp;#225; que ele queria dizer que Pol&amp;#237;cia Militar prende ou mata mais que a Civil? Ou queria dizer que PM atua melhor e com mais profissionalismo que a Civil? Quando ia perguntar ele desligou porque havia uma nova informa&amp;#231;&amp;#227;o com mais um morto encontrado sabe-se l&amp;#225; onde e como. N&amp;#227;o sei se a Pol&amp;#237;cia Civil acabou a greve, movida pelo sentimento emocionado da leitura feita nos jornais de ontem, de an&amp;#250;ncio mandado publicar pelo governo estadual, dando conta que os agentes estavam para receber aumento em propor&amp;#231;&amp;#245;es menores aos dos delegados, por terem sido beneficiados ano passado em detrimento dos delegados. Agora era a vez destes.&lt;p&gt;  O cara que sai &amp;#224; luta &amp;#224; cata de bandido e de trocar tiro pelos becos de Sussunga, Val&amp;#233;ria e no Rio do Cobre, n&amp;#227;o quer l&amp;#225; saber se o delegado merece ganhar mais ou ganhar menos e se recebeu aumento maior ou menor que ele. Ele quer o dele, pois farinha pouca meu pir&amp;#227;o primeiro, como diz a sabedoria popular. A PM amea&amp;#231;a tamb&amp;#233;m entrar em greve. Fazem nova assembl&amp;#233;ia nas pr&amp;#243;ximas horas ou dias, o que vem a dar no mesmo.&lt;br&gt;  Lembro da &amp;#250;ltima vez em que a PM entrou em greve, no in&amp;#237;cio deste s&amp;#233;culo. Foi um terror digno de filme passado em Nova Iorque. A cidade ficou entregue aos bandidos de todos os quilates e esp&amp;#233;cies. Um grupo levou numa carreta um caixa eletr&amp;#244;nico do Bradesco. Bandidos sitiaram e assaltaram uma Cesta do Povo n&amp;#227;o lembro onde. Pessoas estavam sendo assaltadas em plena luz d&amp;#243; dia na Pituba. Um grupo de policiais mascarados tentou assaltar o Extra da R&amp;#243;tula do Abacaxi e os seguran&amp;#231;as, se n&amp;#227;o me engano, pois o rem&amp;#233;dio que tomo para a mem&amp;#243;ria aumentou de pre&amp;#231;o e estou dividindo as p&amp;#237;lulas em quatro peda&amp;#231;os, matou um e o resto fugiu.&lt;p&gt;  Uma cena terr&amp;#237;vel foi quando uma senhora bastante idosa, com a voz saindo aos fiapos, ligou para uma reda&amp;#231;&amp;#227;o de TV e pediu ajuda, por volta das 2 horas da manh&amp;#227;. Os bandidos haviam rendido o porteiro do edif&amp;#237;cio onde morava, na ladeira ao lado do Parque da Cidade e estavam arrombando carros e tentando invadir os apartamentos. Sem tem a quem recorrer ligava para as reda&amp;#231;&amp;#245;es. O jeito foram os rep&amp;#243;rteres improvisarem para tentar pelo menos assustar os bandidos e ajudar a velhinha. Chegaram perto do pr&amp;#233;dio e ligaram os refletores que levavam no kit. Os ladr&amp;#245;es mandaram bala, mas fugiram. E a equipe voltou sem fala. Um voltou para trocar a cueca. Mijou de medo.&lt;p&gt;  Estas cenas voltam &amp;#224; mem&amp;#243;ria neste instante de drama entre governo e policiais, onde quem &amp;#233; penalizada &amp;#233; a popula&amp;#231;&amp;#227;o que paga imposto desde a hora que acorda e acende a luz, abre a torneira, passa pasta na escova, come o p&amp;#227;o que o diabo amassou, acompanhado de um caf&amp;#233; ralo, paga Bolsa Fam&amp;#237;lia e ainda tem de dar o quinh&amp;#227;o para tudo que &amp;#233; tipo de bandido. Ta&amp;#237;, o presidente Lula podia criar o Bolsa Bandido. O cara chegava num posto oficial, botava a m&amp;#225;scara de ninja, puxava o rev&amp;#243;lver e dizia: &amp;quot;Entrega a Bolsa Bandido&amp;quot;. E o funcion&amp;#225;rio j&amp;#225; pegava a parte que lhe cabia no latif&amp;#250;ndio e entregava. Chato &amp;#233; que na sa&amp;#237;da, com certeza, vinha algum outro bandido sem &amp;#233;tica e assaltava o colega. Em seguida aparecia um policial sem &amp;#233;tica para fazer uma extors&amp;#227;o e no ato seguinte um grupo de exterm&amp;#237;nio sem &amp;#233;tica para lavar a honra, mas que tamb&amp;#233;m seria extorquido e por a&amp;#237; vai. Pior &amp;#233; que n&amp;#227;o d&amp;#225; nem para fugir para o buc&amp;#243;lico interior do Estado. L&amp;#225; tamb&amp;#233;m est&amp;#225; um terror. N&amp;#227;o viu que o munic&amp;#237;pio de Catu &amp;#233; dos mais violentos do pa&amp;#237;s? S&amp;#243; chamando o padre, o bispo e o arcebispo. Suum cuique tribuere.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-4588481516515679942?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/4588481516515679942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/4588481516515679942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/04/hora-de-se-criar-o-bolsa-bandido.html' title='Hora de se criar o Bolsa Bandido'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-1652898682322361314</id><published>2008-03-25T10:59:00.001-03:00</published><updated>2008-03-25T10:59:11.650-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT size=1&gt;Terça-feira, 25 de Março de 2008 &lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&lt;IMG height=30 src="http://www.tribunadabahia.com.br/layoutjolivaldo.gif" width=450 border=0&gt; &lt;TABLE width="100%" align=center&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt;&lt;!--- Conteudo ---&gt; &lt;TD width="1%"&gt;&lt;/TD&gt; &lt;TD&gt;&lt;STRONG&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 17px; COLOR: #003399; FONT-FAMILY: verdana"&gt;Jesus morrendo e você bebendo e comendo&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #000000; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Rebocado; piripicado! Vocês estão mesmo merecendo apanhar de Jesus Cristo com aquele chicote que ele bateu nos vendilhões do templo, lá pelas bandas de Jerusalém. O homem morrendo, e todo ano ele volta a morrer na cruz para redenção dos seus pecados, tem pés e mãos pregados com martelo batendo firme, bebe vinagre em esponja suja que ninguém sabe onde o legionário romano tinha passado antes e nem quero imaginar, ouve dichote do mau ladrão e ainda o porre de um pedido feito de última hora pelo bom ladrão, que teve o tempo todo para se arrepender e só se arrependeu na hora que viu que a situação estava preta; mesma coisa de ladrão de hoje em dia que rouba, mata e estrincha, mas chora que nem cachorro pequeno quando a polícia lasca o couro. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Todo ano é assim, pegam o pobre do Cristo, de novo, depois de tantos séculos de sofrimento e voltam a enfiar na testa aquela tiara de espinho, que pelo tamanho parece de laranjeira, do tipo que servia para minha avó furar bolhas purulentas de catapora, molhando na cânfora com álcool. Tudo isso acontecendo de novo, de forma virtual, claro, pois Jesus não é maluco de todo ano se submeter a tais despautérios, com, sua carne e ossos, já bastando para isso os malucos de Vitória da Conquista, Juazeiro, Uauá e outros pontos de encontros destes doidos que passam o ano fornicando, fumando, cheirando, bebendo, ganhando Bolsa Família e cometendo todos os atos impuros e quando chega na madrugada da Sexta-feira da Paixão pegam uns silícios, umas giletes cegas, uns pedaços de aço, amarram num pedaço de couro e se autoflagelam, batendo no lombo e pedindo perdão dos pecados. Basta Cristo perdoar que o cara-de-pau do penitente vai logo tomar uma cachacinha no armazém da praça, que é para esquecer e cicatrizar rapidamente os cortes no lombo. Ele então volta a acumular milhas de pecado, esperando que Jesus caia no cacete de novo, ano que vem, que é para liberar geral e assim segue a vida. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Enquanto Jesus "agonizava", lembro que virtualmente falando, eu vi nos restaurantes e nas casas diversas, inclusive lá em casa, com estes olhos que a terra haverá de comer, não agora, mas daqui a uns 80 anos, o povo se fartando em dendê, peixe frito, peixe de escabeche, peixe ao molho-de-camarão, peixe amoquecado, ensopado de peixe, ensopado de camarão, camarão ao alho e óleo, feijão de leite, feijão fradinho, feijão preto, vatapá, caruru, frigideira de repolho, frigideira de bacalhau, bacalhau assado, bacalhau ao bafo, bacalhau a Gomes de Sá, moqueca de arraia, vermelho, caçonete, agulhinha, sororoca, tainha e robalo, ou de dourado, surubim, crumatá e outros para não deixar de fora os de água doce, sem falar no polvo ao vinagrete, moqueca de polvo, siri, papa-fumo, ostra e ate lagosta, mesmo em pleno defeso. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Lembro de sextas-feiras santas, onde ninguém podia dar um pio, e isso ainda era nos anos 1970. Quem quiser que corresse, soltasse um pum, um assobio, falasse alto, ligasse o som do rádio  que só tocava música clássica; levantasse o pano roxo de cetim que recobria os santos, que desse um arroto, tirasse meleca, cantasse ou risse. Lá em casa meu avô, de longe, mandava a chinela de couro curtido adquirida na Feira de Água de Meninos, que batia certinho no lado do fígado, ou rim, nunca sei onde eles ficam mesmo, e a vítima sofria igual a Jesus recebendo chibatada, no bom sentido que Jesus é espada. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Pois é assim. O homem morrendo todo ano, já por quase dois mil anos, e todo mundo comendo a se fartar, bebendo nos postos de gasolina das estradas onde deveria ser proibido e pior de tudo: fazendo ousadia. Fazer ousadia eu não sei. Mas, pelo volume de vinho que fui obrigado pelos amigos de mesas fartas a beber, e a variedade de comida que me obrigaram a comer, se eu fosse adepto de religião, provavelmente à esta altura estaria indo para o fogo do inferno, sem escala. Acho até que merecido. Tão merecido que a única coisa que eu ia pedir àqueles que viessem em busca da minha alma, era que esperassem um pouco enquanto eu tomava um Sonrisal. Rebanho de pecadores, hereges, infiéis, falsos ao corpo, donos de shoppings, guardadores de carros, presidentes do Esporte Clube Bahia, banqueiros, infames, lulistas, chavistas, bushistas, médicos do SUS, e filisteus, acautelai-vos! &lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-1652898682322361314?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/1652898682322361314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/1652898682322361314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/03/tera-feira-25-de-maro-de-2008-jesus.html' title=''/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-9113762325585461730</id><published>2008-03-20T11:17:00.001-03:00</published><updated>2008-03-20T11:17:37.402-03:00</updated><title type='text'>Crônica</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT size=1&gt;Quinta-feira, 20 de Março de 2008 &lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&lt;IMG height=30 src="http://www.tribunadabahia.com.br/layoutjolivaldo.gif" width=450 border=0&gt; &lt;TABLE width="100%" align=center&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt;&lt;!--- Conteudo ---&gt; &lt;TD width="1%"&gt;&lt;/TD&gt; &lt;TD&gt;&lt;STRONG&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 17px; COLOR: #003399; FONT-FAMILY: verdana"&gt;Da Perini ao Cuião de Boi de dona Maria&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #000000; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Claro que seo Pepe, gente boa e senhor atencioso, que a esta altura da vida não precisa mais de ficar com a barriga esquentando balcão  ainda mais que coisa de barriga no balcão é mais de português que de espanhol, pois espanhol sempre foi voltado, desde seus primórdios na Bahia, para atividades superiores ao balcão -, não sabe o que aconteceu domingo na Perini. Também tenho certeza que Victor Ventin, afável industrial e aventureiro pelos Caminhos de Santiago, sequer imaginaria. Mas, que aconteceu, aconteceu e acontece nas melhores famílias baianas. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Fui almoçar neste famoso point de Salvador, no novo e faraônico prédio que ainda não conhecia e estacionei em cima de onde, antigamente, era uma quadra onde eu jogava minhas partidas de tênis. Deu vontade de chorar. Época em que o Bahiano de Tênis era cheio de empresários falidos, mas que não perdiam a pose, coisa que, aliás, ainda tem no que restou do baiano, o que chega a ser engraçado, mas aí conto a história noutro dia. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Ninguém me disse, nem para mulher e filha, que depois das três e meia da tarde é melhor nem entrar. Daí a história de que cão só entra na igreja porque encontra a porta aberta. Entrei. Notei que as funcionárias do buffet fizeram cara feia e deram muxoxo, como se dizia antigamente. Pensei que meu desodorante tinha vencido o prazo de validade ou que tinha pisado em cocô de cachorro, coisa que as dondocas deixam como rastro na Graça e na Barra. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Os garçons, estes, sim, foram gentis, embora se atrapalhassem, para achar uma garrafa de vinho chileno específico, o que é estranho, pois a Perini é o principal centro de degustação de vinhos da cidade e esquecer de dar formação para seus funcionários? Mas, aí também é outra história. Para não alongar mais, basta dizer que no meio da refeição a gerente mandou perguntar se podia retirar e guardar a bateria de comida, e olha que como rápido. O garçom cheio de dedos perguntou e eu, cheio de talheres parei ali mesmo. Descobri que a pressa era para que as funcionárias fizessem, cada um seu prato, e partissem para comer. Acho que estavam com medo que eu comesse tudo e não sobrasse nada. Pois, seo Pepe está me devendo meio almoço para três pessoas, o que dá um almoço e meio, meia garrafa de vinho branco chileno, meia garrafa de água mineral com gás e as sobremesas. Sem falar numas boas desculpas. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Mas, acho que sou eu mesmo quem causa o problema, com a mania de chegar tarde nos lugares. Lembro que certa vez me convidaram para a chegada do chief Marc Le Dantec e lá estavam todos os convidados com cara de satisfeitos e eu na maior cara de pau  embora não tenha sido o último a chegar  sentando para ser servido. O pessoal aproveitou a deixa e começou a comer tudo de novo. Daí que nunca mais fui convidado. Uma vez em Lisboa, no Cáis do Sodré, tomava vinho verde no maior gosto, lá pela madrugada, quando os garçons começaram a retirar as garrafas das mesas, sem quê nem pra quê e o povo ia saindo. Agarrei minha garrafa e mostrei os caninos. Nenhum encostou, mas tenho a impressão que cobraram mais do que estava marcado na carta. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O mesmo aconteceu no famoso restaurante do subúrbio ferroviário "O Cuião de Boi de Dona Maria". Quando olhei o cardápio, escrito a mão e onde constavam acepipes como escondidinho, rabada, miolo, buchada de bode e fígado acebolado, comecei a babar. Pedi item por item e tudo dona Maria dizia que acabou. Implorei, finalmente, o famoso "Cuião de boi". Nisso, passa um agdá fervendo na minha frente e ela me diz: - "Esta foi a última poção!". Pelo menos me arrumou um ovo frito com feijão, arroz e farinha para não voltar com fome para casa e nem cobrou. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Por falar em atendimento, lembrei agora de Valdemir, um velho garçom da saudosa Associação Atlética da Bahia. Ele parece um galã de filme B, com cabelo liso caindo na testa e pose de lorde inglês. Com ele era assim, você chamava e dizia que queria uma cerveja Brahma. Ele ia, voltava com uma Antarctica, já aberta e dizia: - "Beba que não tem Brahma". Você pedia uma porção de batatas fritas, ele ia, vinha com uma porção de pastéis. Botava na mesa e nem dava ousadia de dizer que batata não tinha. Na hora de pagar a conta, se a conta foi 60 reais e você dava uma nota de cem reais, ele colocava no bolso e virava dizendo:- "Semana que vem dou o troco". E sumia. O cara era tão grosso que os clientes diziam que se tratava de um belo exemplar de garçom francês. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Pior é que todo mundo gostava dele. Justamente pelo folclórico mau-humor. E porque baiano adora ser mal atendido. Mas, aí é outra história. &lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-9113762325585461730?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/9113762325585461730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/9113762325585461730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/03/crnica.html' title='Crônica'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-1426734012353519116</id><published>2008-03-04T10:46:00.001-03:00</published><updated>2008-03-04T10:46:39.707-03:00</updated><title type='text'>A urucubaca do prefeito João Henrique</title><content type='html'>Jolivaldo Freitas (publicado originalmente na Tribuna da Bahia - 4/2/08)&lt;p&gt;&lt;br&gt;   Tem alguma coisa errada com o prefeito Jo&amp;#227;o Henrique. Desde a gest&amp;#227;o de L&amp;#237;dice da Matta que n&amp;#227;o vejo tanta urucubaca junta. Para quem n&amp;#227;o sabe, urucubaca &amp;#233; uma mistura de azar, desacerto, conspira&amp;#231;&amp;#227;o e ziquizira, tudo num superlativo, macro, plus, do cacete, coisa do C&amp;#227;o. No tempo lidiciano, quando a prefeita sofria ataques cerrados do esquema da direita, que impedia sua administra&amp;#231;&amp;#227;o de recolher o lixo da cidade, dar melhor atendimento na &amp;#225;rea da Sa&amp;#250;de e planejar o pr&amp;#243;ximo passo, s&amp;#243; faltava cair uma chuva forte. N&amp;#227;o &amp;#233; que caiu! Mas, a&amp;#237; era, com certeza, coisa do carlismo e n&amp;#227;o tinha nenhuma inger&amp;#234;ncia divina. A mo&amp;#231;a at&amp;#233; merece uma segunda chance, tanto que sofreu.&lt;br&gt;  J&amp;#225; o prefeito Jo&amp;#227;o n&amp;#227;o deve estar pagando o d&amp;#237;zimo para sua igreja evang&amp;#233;lica. Se estiver, seu nome n&amp;#227;o est&amp;#225; na contabilidade divina. Quem sabe, nunca se sabe, o bispo Edir Macedo pode estar desviando a verba para concluir aquele palacete em estilo Luiz XVI que vem construindo l&amp;#225; pelas bandas do Sul. Acho que cabe uma CPI &amp;ndash; Comiss&amp;#227;o Protestante de Inqu&amp;#233;rito. Como quem n&amp;#227;o d&amp;#225; o d&amp;#237;zimo n&amp;#227;o tem direito &amp;#224; riqueza na terra, e muito menos &amp;#224;s cem virgens no c&amp;#233;u, e j&amp;#225; me disseram que o prefeito d&amp;#225; adeus (juro que n&amp;#227;o &amp;#233; um trocadilho) com a m&amp;#227;o fechada, v&amp;#225; ver que &amp;#233; por isso que tanta coisa chata tem acontecido com ele e com a cidade.&lt;br&gt;  Semana passada eu tinha elogiado, pois o seu &amp;quot;Espicha Ver&amp;#227;o&amp;quot;, em conjunto com a Bahiatursa &amp;ndash; ali&amp;#225;s, o presidente Domingos Leonelli sendo publicit&amp;#225;rio poderia ter divulgado melhor o evento, que foi de primeira grandeza, estava legal (Gal, legal, sacaram? Rsrsrs), mas &amp;#233; outro que dizem (n&amp;#227;o sei se foi o mestre Carlos Sarno ou Jo&amp;#227;o do Brinco) ser canguinha: s&amp;#243; solta a verba depois de muito verbo. Eu havia garantido que ele fizera um acordo com Iemanj&amp;#225; e o mar ficou uma piscina. Mas, parece que ele contratou a deusa das &amp;#225;guas mas n&amp;#227;o pagou. O que aconteceu? A mulher se retou e mandou uma ventania dos diabos, que destruiu de sa&amp;#237;da o palco flutuante que estava fundeado no Porto da Barra. De quebra lascou a vida da cidade. Mulher &amp;#233; vingativa, o prefeito devia saber h&amp;#225; tempos.&lt;br&gt;  O prefeito est&amp;#225; mesmo &amp;#233; precisando de uns bons amigos, porque com os que tem &amp;#233; melhor rezar de joelhos, coisa que sua cren&amp;#231;a n&amp;#227;o permite. Sua religi&amp;#227;o &amp;ndash; (a Rede Globo foi chamar de seita. Ent&amp;#227;o, os evang&amp;#233;licos se uniram, para punir na Justi&amp;#231;a, mas fizeram uma arma&amp;#231;&amp;#227;o t&amp;#227;o errada, que o feiti&amp;#231;o virou contra o feiticeiro) &amp;ndash; permite o exorcismo. Ele podia exorcizar os partidos da base governamental que est&amp;#227;o com o diabo no corpo fazendo chantagens e mandar pros quintos dos infernos. J&amp;#225; encaixava no pacote meia d&amp;#250;zia de secret&amp;#225;rios que est&amp;#227;o atrapalhando sua vida. Se ele n&amp;#227;o tiver coragem, que chame a mulher. A deputada &amp;#233; retada (antigamente se dizia mulher-macho, mas hoje a conota&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; perigosa e n&amp;#227;o quero fugir do decoro).&lt;br&gt;  Pois, como se n&amp;#227;o bastasse o prefeito estar levando uma surra de mandacaru, dada pelos deuses do mar e do tempo, ainda sofre uma constante conspira&amp;#231;&amp;#227;o e eu j&amp;#225; tinha alertado. Para completar, n&amp;#227;o &amp;#233; que seus funcion&amp;#225;rios foram l&amp;#225; destruir um terreiro de candombl&amp;#233; na avenida Jorge Amado. Todo mundo sabe que na Bahia n&amp;#227;o se pode mexer com candombl&amp;#233;; muito menos Jorge Amado e Dorival Caymmi. Procurou farra com algum deles e os deuses africanos se unem em pandem&amp;#244;nio. Foi isso que causou o temporal no meio da semana. Quebrou &amp;#226;nforas e camarinha, n&amp;#233;? Quebraram a cidade do S&amp;#227;o Salvador da Ba&amp;#237;a de Todos os Santos. Mas, o prefeito &amp;#233; alma boa. At&amp;#233; j&amp;#225; votei nele. S&amp;#243; n&amp;#227;o quero estar junto para n&amp;#227;o pegar urucubaca.&lt;br&gt;  A vida do homem anda azeda. Nem caramelo ado&amp;#231;a. Muito pelo contr&amp;#225;rio. Eparr&amp;#234;, minha santa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-1426734012353519116?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/1426734012353519116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/1426734012353519116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/03/urucubaca-do-prefeito-joo-henrique.html' title='A urucubaca do prefeito João Henrique'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-2107980735871217979</id><published>2008-02-20T10:14:00.001-03:00</published><updated>2008-02-20T10:14:18.409-03:00</updated><title type='text'>Conversa numa agência da Previdência</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Na Jônia, lá por um bocado de tempo a.C pobre era visto como coisa ruim. Menos que escravo. Em Roma nos tempos de sabe-se lá quem, enquanto a nobreza bebia vinhos em ânforas de metal pobres consumiam posca, coisa que nem é bom falar do conteúdo. Na França, de uns séculos passados, o rei Luiz XV odiava pobre e estes eram tratados com menor consideração que aos cães da aristocracia.. No Brasil, com certeza estou repetindo conversa antiga, o poeta Gregório de Mattos e Guerra, no século XVII já que ser pobre é um horror. Claro que não foi bem assim que ele falou.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;Machado de Assis, pobre, epiléptico e gago no século XIX tem dó dos pobres. E, hoje todos sabem que ser pobre é uma droga. E se for pobre na fila do INSS, morreu.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Nas filas dos bancos os pobretões esperam pacientemente para receber seus caraminguás. Não adianta o prefeito, o governador, o presidente ou o papa virem com leis normativas, regulando prazo máximo de espera, que os bancos não ligam mesmo. Nas filas dos supermercados a pobreza encara o aumento de quase 10 por cento no valor da Cesta Básica, de forma estóica, parecendo gado. Lula já disse que o aumento para os aposentados será de 4,9 por cento.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;E a massa carente de recursos ainda tem de empacotar as compras, já que os donos dos supermercados, que não pegam fila, claro, não colocam empacotadores. Nem mesmo para cumprimento da lei que determina um certo número de funcionários com algum tipo de necessidade especial.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;E na Previdência Social? Não pergunte que respondo. Vamos ao factual. Na sexta-feira passada, para não ter que rememorar os loucos tempos em que os pobres passavam duas noites e dois dias na fila, dormindo ao relento, e tinha de voltar outra vez por falta de fichas, mais de 200 pessoas, que se via claramente eram pobres, se apinhavam na agência da Previdência Social no bairro de Brotas. Muitos tinham, chegado pela madrugada para garantir atendimento rápido. Pobre não se emenda mesmo.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Depois das 7h30 começou o atendimento e não se pode deixar de dizer que uma senhora da casa, educada e solícita, tentava acelerar o atendimento na fila. Esta até seguia rápido. O problema estava lá dentro, onde apenas quatro funcionários atendiam à malta. Claro que eles se esforçavam, naquela organização bagunçada que é uma repartição pública. Ainda mais do governo do Partido dos Trabalhadores, onde quem nunca viu nem carimbo já entra sendo chefe, embora eu não seja contra a evolução do status social de ninguém, acho até bom que diminua o número de pobres nas filas e adoraria pegar fila de classe média. O povo, quieto, triste, aguardando. Foi um ar de esperança quando as outras funcionárias, vetustas senhoras vestidas de "Patricinhas", por não mais serem pobres, começaram a comparecer ao serviço; cabelos ainda úmidos, perfumes florais fortes e um certo ar de enfado, num andar que demonstrava ter o RH da Previdência Social ter ensinado que não adianta se estressar sob os olhos dos insones, doentes e famélicos dos pobres contribuintes que ali estão apenas para aborrecer requerendo pensão, benefício e atenção para os seus direitos. &lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Pobre incomoda mesmo, principalmente a funcionário público. Duas horas e meia depois de começar o atendimento nem 50 pobres tinham sido atendidos. O que mais irritava, era um funcionário gordinho, careca, de bigode e com óculos, daqueles funcionários clássicos que são a glória dos desenhistas, que andava no maior torpor, para lá e para cá e ninguém sabia que diabos ele fazia na repartição, além de coçar o saco. Mas que andava com empáfia e sisudez andava sim e só pode ser chefe, claro!&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Mas, o bom de tudo foi ficar xeretando a conversa na fila. Uma senhora gorducha falando com a outra que o genro, um traste, tinha perdido o emprego pela sexta vez em apenas três meses e que ela estava sendo obrigada bater uma laje para abrigar ele e a filha, que classificou de "sem-vergonha". Um senhor, lá do alto dos seus 60 anos de idade, que tinha músculos de velho que malha, perguntou ao companheiro de conversê se este podia adivinhar que idade tinha. O outro respondeu que fisicamente uns 60 anos, mas que a cara parecia de 70. O interlocutor não gostou e foi logo dizendo que as mulheres lhes davam apenas 50 anos e que não precisava usar Viagra, coisa absolutamente fora de propósito, pois ninguém tinha perguntado. Chato mesmo foi quando um sem educação deu um arroto sonoro, e pediu desculpas dizendo que tinha "batido" um prato de rabada às cinco da manhã no Mercado do Rio Vermelho. Deu engulho, mas vários pobres começaram a se manifestar, cada um contando seus hábitos alimentares matutinos. Aaaargh!&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Uma nova funcionária, que acabava de chegar, por volta das 9h disse: "povo chato". Pior é que até os telefones da Ouvidoria da Previdência Social, que ficavam on line na bancada da agência, foram arrancados. Um beneficiário garantiu que era para o ouvidor não ouvir. "Sem falar que é cego", completou. O velho do Viagra arrematou:&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;- Culpa de Lula!&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Também queria o quê? Para saber apenas se o dinheiro do benefício foi depositado na conta o beneficiário leva quatro horas para ouvir uma resposta, o funcionário não diz o que querem e ouve o que não quer. Os pobretões que a esta altura se espalhavam pelas cadeiras ou ficavam em pé por ter assentos suficientes, só livraram de crítica um tal senhor Nivaldo, acho que Brito, que puxa para si a carga maior do atendimento, parecendo uma formiguinha e salvando a pele dos colegas que hora destas podem levar uma coça da turba de velhinhos e senhoras. &lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;A Previdência troca os velhos pelos novos e continua a mesma. É alegria dos jornalistas e cronistas, quando faltam pauta e inspiração.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;.................................. &lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN lang=PT&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Originalmente publicada na Tribuna da Bahia em 18 de fevereiro 2008 &lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-2107980735871217979?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/2107980735871217979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/2107980735871217979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/02/conversa-numa-agncia-da-previdncia.html' title='Conversa numa agência da Previdência'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-2281807883304229890</id><published>2008-02-17T20:01:00.001-03:00</published><updated>2008-02-17T20:01:15.005-03:00</updated><title type='text'>Crônicas e artigos</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-2281807883304229890?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/2281807883304229890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/2281807883304229890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/02/crnicas-e-artigos.html' title='Crônicas e artigos'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-4999112782768763728</id><published>2008-02-17T13:41:00.001-03:00</published><updated>2008-02-17T13:41:47.802-03:00</updated><title type='text'>Vai gasolina ou álcool?</title><content type='html'>&lt;DIV &gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=Ttulo31&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;FONT color=#444444&gt;&lt;FONT face=Tahoma&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;FONT face=Tahoma size=3&gt;JOLIVALDO FREITAS&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=NormalWeb2&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;FONT face=Tahoma&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;Começou a vigorar a medida provisória que proíbe a venda de bebidas alcoólicas nos postos de gasolina nas rodovias federais. Especialistas em trânsito aplaudem e garantem que vai diminuir o número de acidentes. Os motoristas observam que sempre existe uma forma de driblar a "lei seca". Mas que a iniciativa é válida, ninguém pode negar, ainda mais quando se sabe que, em quase 70% dos acidentes nas estradas, houve a constatação de concentração de álcool no sangue dos envolvidos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Os proprietários dos postos de combustíveis ainda estão protestando e ameaçam com desemprego em massa. Os sindicatos da classe revelam: na maioria dos postos, a venda de bebidas representa mais da metade do faturamento.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O que eles não perceberam: com este argumento, estão validando a medida. Fornecem números que atestam ser a ingestão de bebidas alcoólicas, nas estradas, um grave problema. Vale ressaltar que é problema em qualquer sítio.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Já os biriteiros de plantão acham que a lei é restritiva aos direitos dos cidadãos. Não tendo bebidas nos postos, a medida atinge também quem não dirige e quer tomar seus drinques; como se não houvesse a alternativa de bares, botecos, cacetesarmados, barraquinhas ou quitandas, vendendo de tudo. Aliás, o que mais se encontra em qualquer lugar do País é boteco e farmácia. Tem sempre na esquina e até no meio do mato.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O que está faltando agora é uma atitude dos vereadores de Salvador, visando garantir a lei que impede a venda de bebidas alcoólicas nos postos de gasolina da zona urbana. O sindicato classista  que há cinco anos conseguiu anular iniciativa municipal que proibia a venda , também revela que 70% do negócio é a venda de bebidas.Hoje, Salvador tem mais de 40 lojas de conveniência, distribuídas em 180 postos, onde trabalham cerca de 600 pessoas. É por onde passam milhares de jovens que bebem, e depois dirigem. Trata-se de um comércio totalmente ilegal, levando-se em conta que, quando o empresário solicita o alvará de funcionamento, o negócio é voltado para a venda de combustível. É para vender bebida? Feche o posto e abra a birosca.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O cidadão que passar pelo Jardim Apipema, Itaigara, Boca do Rio e Itapuã, dentre outros locais, principalmente as quintas, sextas e sábados verá os postos de gasolina apinhados de carros e a galera bebendo até cair (e sair dirigindo).&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Sem falar do barulho, que tanto incomoda os moradores das imediações, das discussões e das "alegres" manifestações levadas pelas "bebidas espirituosas".&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O certo é que a combinação entre bebidas alcoólicas e combustíveis para os carros é inadmissível e a venda dos dois elementos num único espaço demonstra, antes de tudo, que a usura dos empresários é maior que o respeito pela vida. No momento em que eles se queixam da lei, por causa da diminuição do lucro, fica patente que posto de gasolina vende mesmo é destilados. Carro pode ser flex. Posto, não!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-4999112782768763728?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/4999112782768763728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/4999112782768763728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/02/vai-gasolina-ou-lcool.html' title='Vai gasolina ou álcool?'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-2500697219849340196</id><published>2008-02-17T13:33:00.001-03:00</published><updated>2008-02-17T13:33:35.806-03:00</updated><title type='text'>Histórias inacreditáveis do Carnaval</title><content type='html'>&lt;DIV &gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;Chegaram tantas histórias de Carnaval que nem sei por onde começar. Cada uma mais lenhada que outras. O pior é que, a maioria, não dá para acreditar que aconteceu. São casos em que, se fosse colocado num conto, por exemplo, o leitor iria dizer que o autor estava forçando a barra, que não é plausível, mas na verdade a vida imita a arte, já disse um cara famoso. Como não ser assim para justificar a informação que me chega que Daniela Mercury foi visitar um camarote e fez xixi em pé num banheiro químico? Deixe de maldade. É que ela não queria molhar a fantasia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Mas, o cara do trio elogiando João Henrique, chamando-o de Antonio Imbassahy foi demais. Demonstra duas coisas. O cantor é um tremendo puxa-saco e burro. E o prefeito da nossa capital é um azarado de marca maior. Tem dado tanto azar que parece não estar pagando o dízimo da igreja. Está precisando que tirem o demônio do seu corpo. Fui fazer esta brincadeira com um amigo que adora o prefeito e ele me disse que João tem mesmo é de se livrar de encosto... jogando a aliança fora. Uma maldade em que não coaduno, mas que nos leva a pensar... deixa como está.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Agora, veja se não seria o caso para dar uns bons tabefes: uma amiga tem um parente daqueles certinhos. O indigitado decidiu se esbaldar na Barra e deu de cara com um arrastão perto do Expresso 2222. Levaram tudo. Um conhecido viu quando ele sumiu no meio da tsunami de ladrões e ligou para a família. Foi uma loucura de mobilizar conhecidos, ir para hospitais, postos, delegacia, olhar pelas sarjetas e nada do homem aparecer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Quando o dia amanhece aparece o sujeito filho-da-mãe feliz da vida, cantando música do Chiclete. Entra em casa e a mulher a chorar e tudo. Claro que ela soltou os cachorros em cima, pois como é que some e não liga, não diz que está bem, deixa todo mundo preocupado. O cara-de-pau fica se mostra ofendido e está até hoje zangado com a mulher. Acorda e nem dá bom dia. Só aplicando uma surra de arame enfarpado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Pior aconteceu com meu colega Zezé. O homem nunca gostou de Carnaval. Está com 35 anos de idade e nunca tinha pisado na avenida, com medo de ladrão, dos malhadões e até da polícia, ainda mais neste período em que os PMs estão praticando tiro-ao-alvo nos pretos; olha só que trocadilho sutil..., mas foi sem querer. Desta vez tomou coragem, exagerou de saída e meteu uma fantasia de Barbie e saiu nas muquiranas. Não dobrou nem a esquina e começou uma porrada de filme de caubói. Resultado: voltou para casa depois de receber doze pontos no pé da orelha, dezoito pontos nos cornos e uma injeção antitetânica nas nádegas. Sem dinheiro para táxi foi andando para casa e ao passar na Vasco da Gama foi mordido por um cachorro doido. Teve de voltar para o posto de saúde para tomar uma anti-rábica na barriga.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Não teve jeito, voltou a ver o Carnaval pela TV e diz que nunca mais vai pisar na avenida. Mas, foi ele quem me chamou a atenção para as transmissões das emissoras este ano. Se queixou da ausência da Band, mas disse ter gostado demais do trabalho da equipe da TV Bahia, e eu agradeci, já que fiz parte da equipe de mais de 200 profissionais que levaram o Carnaval baiano para dezenas de países e para o Brasil todo. Ele me mostrou que o conceituado jornalista Samuel Celestino colocou em seu site que a TV Bahia deu um show. Outros colunistas dizem a mesma coisa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Zezé (aliás, José Carlos Carvalho Paranhos, ex-quase jogador do Vitória, ex-quase namorado de Luana Piovani, ex-quase piloto do Rally Paris-Dacar, pois sempre esteve para ir e sempre desistiu na última hora e hoje é professor da rede pública) gostou muito da simplicidade de Patrícia Nobre, da estréia de Osmar Martins como comentarista, de Wanda Chase que esteve bem mais solta, em sua opinião. De Kátia Guzzo ele nem, fala que fica vermelho, nem sei o porquê, nunca me disse. Adorou Andréia Silva encontrando no meio do Ghandy o cara que ela havia entrevistado horas antes. O folião batendo uma baita feijoada. E disse se acabar com Zéu Brito, quando este tentou pagar o churrasco-de-gato com moeda de chocolate. Ficou apenas sentido de não ter visto José Raimundo, de quem é fã e guarda até hoje um autógrafo que conseguiu num São João em Jequié.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;E, me perguntou, como é colocar no ar uma festa tão abrangente e complicada. Eu disse que, &lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;para mim, este foi o melhor ano da transmissão. A editora-chefa Núbia Tawill segurou as rédeas com maestria, junto com os diretores de Tv Roberto Veiga e Flávio Fonseca. O som, desta vez, ficou impecável, graças ao trabalho das equipes técnicas que vêm cada vez mais se aprimorando e dentre eles, na mesa Grasswalley, estavam Hércules Carvalho e Gerson Cunha. Nos camarotes, jogando duro ficou a Editora-chefa Renata Purri, de reconhecida competência, e produtores que seguravam a Barra, literalmente, dentre os quais Alcebíades, Márcia Freire, Renata Barros. Como deixar de citar Anna Valéria, cheia de charme? E as equipes de reportagem? Era um mar de profissionais na rua. Sem falar no gerente de jornalismo Roberto Appel, que deu liberdade para todo mundo fazer o melhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;Falei para Zezé: "Rapaz, você devia conhecer Mara Viana. A moça nasceu para desafios". Claro, que estou esquecendo gente pra caramba, já que foram centenas de envolvidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Daí que meu amigo Zezé, fazendo trejeito pelas dores dos pontos que levara na carantonha, diz contrariado:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;- Tanta gente, e, ninguém filmou os caras que me deram porrada? Sacanagem!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-2500697219849340196?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/2500697219849340196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/2500697219849340196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2008/02/histrias-inacreditveis-do-carnaval.html' title='Histórias inacreditáveis do Carnaval'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-8605816197553794518</id><published>2007-12-15T16:16:00.001-03:00</published><updated>2007-12-15T16:16:52.926-03:00</updated><title type='text'>Bênça, pai!Bênça, mãe!</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center&gt;&lt;B&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 13pt; COLOR: #003399; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 13pt; COLOR: #003399; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: 'Arial Unicode MS'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As crianças de hoje sabem muita coisa de tecnologia, notadamente se for ligada ao império do ramo da informática. Uma pesquisa feita por universidade paulista, com crianças na faixa dos cinco anos detectou que se for dado um certo objeto fechado, em que não apareça de forma clara o fecho, trava ou chave, ela leva em torno de três minutos para abrir. Enquanto um adulto precisa de pelo menos o dobro. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;As crianças estão sabendo muito mais que muitos dos adultos que não estão incluídos no rol daqueles que detêm a informação. É até covardia lembrar que um adulto do interior da Bahia, por exemplo, que não conseguiu completar o curso primário, tem menos informações que uma criança da capital, que estuda e tem computador. Se formos comparar as informações gerais que uma criança de cinco anos tem hoje, em relação a uma outra da mesma idade dos anos 80 do século passado, vai ser uma lavada de dar dó. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O vocabulário das crianças de hoje é igual ao de um adulto semi-alfabetizado. Mas, nossos "geniozinhos" do Século XXI ficam boquiabertos quando se deparam com as coisas mais simples do dia-a-dia. Minha filha veio me perguntar, certa vez, quando minha mãe chegou na nossa casa e eu fui logo pedindo "a bênça, mãe!" E minha mãe respondendo já até por hábito "Deus te abençoe". A menina fez uma cara de quem estava a ouvir um marciano saudando outro. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Ela perguntou, cheia de curiosidade: &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; -Que treco é este de "beiça". &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Expliquei que era bênção, mas que nos acostumamos no Nordeste a dizer "bênça". &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Sim, meu pai, mas o que significa? &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Foi então que me dei conta que nunca meus filhos me pediram a bênção. Aliás, os filhos de hoje em dia só faltam passar a mão no toba do pai. Já nem pedem dinheiro quando crescem...metem a mão e gritam da porta da rua "pai peguei uns trocados em seu bolso para o cinema". Pelo menos ainda avisam que pegaram. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Meus filhos não pedem a bênção porque nunca lembrei de ensinar. Também porque sempre associei a religiosidade, estas coisas, e não ligo muito, aliás, perdi a identidade com toda e qualquer rel?????ICigião. Mas, faço em deferência à minha mãe, não me custa nada. Nós, pais, que vivenciamos a última fase da porrada no cucuruto, as reguadas e palmatórias nas escolas dos anos 60; depois fomos saindo da adolescência nos anos 70, onde a liberdade de ser, estar, falar, pensar e agir era básica para a plena felicidade, nunca tivemos coragem de cobrar estas mesuras e sequer pensar em dar um safanão em filho.. Minha mãe não dava. Mas, meu pai, mesmo eu depois de adulto, ameaçava com umas porradas bem dadas. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Minha filha quando estava com seis anos de idade - uma coisinha deste tamainho - aprendia karatê. Um dia eu disse que se ela não aquietasse o facho eu ia dar uns piparotes. Ela ficou na posição da luta e me desafiou: "venha pra você ver se eu não lhe dou uns golpes". Claro que achei lindo e dei uns beijos. Coisa mais fofa. Meu pai teria é dado uma chinelada com chinelo de couro cru, comprado na Feira de Água de Meninos ou no mercado municipal de Santo Amaro da Purificação. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Ela agora queria saber porque pedir "bença". Expliquei que era um hábito antigo de pedir que o pai ou a mãe desse proteção para o dia a dia. Uma bênção bem dada; dada com amor como só pai e mãe ou avós sabem dar, garante proteção mais que sabonete Rexona. Protege contra mau-olhado, inveja, dores lombares, gripo, custipiu, olho gordo, ódio, maldição, tiro, cusparada de fumante, topada, vermes, sífilis, erisipela, infarto, queda de arquibancada, atropelo e até, pasme, de levar chifre ou ver o filho virar viado. Só não protege torcedor do Vitória, professora de escola pública e paciente do SUS. Aí é pedir demais! &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Lembrei à minha filhota que é tão comum esta busca de proteção, que na Bahia, todos os anos, milhares de pessoas andam mais de oito quilômetros da Conceição da Praia até Itapagipe, para pedir bênção a Senhor do Bonfim (na religião católica) ou Oxalá (na afro-brasileira). Todos os nordestinos se mobilizam até Caruaru para acender vela aos pés da estátua e dizer com emoção "bênça, padim padi Ciço". Mas nem as crianças sertanejas lembram mai?????ICs deste negócio dos pais abençoarem. Minha filha geralmente me chama de pai. Mas, quando quer ralhar comigo chama-me mesmo pelo nome inteiro de batismo. E num tom...E se acaba de rir quando digo que devia pedir a bênção à sua avó. Fazer o quê? Minha mãe, como boa avó, passa a mão pela cabeça. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O mundo está mesmo mudado e complicado. Na dúvida, "bênça, mãe". "Pai!" &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-8605816197553794518?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/8605816197553794518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/8605816197553794518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2007/12/bna-paibna-me.html' title='Bênça, pai!Bênça, mãe!'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-3903230021981523376</id><published>2007-12-01T17:43:00.001-03:00</published><updated>2007-12-01T17:43:09.368-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;DIV &gt; &lt;DIV&gt; &lt;TABLE width="100%" align=center&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD width="1%"&gt;&lt;/TD&gt; &lt;TD&gt;&lt;STRONG&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT &gt;&lt;FONT color=#000000&gt;&lt;FONT size=1&gt;Sábado, 01 de Dezembro de 2007 &lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&lt;IMG height=30 src="http://www.tribunadabahia.com.br/layoutjolivaldo.gif" width=450 border=0&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT &gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT &gt;Detonando com o saco da gente&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uns malucos, uns mequetrefes, uns caraí, querem implodir a Fonte Nova. Parecendo médico de interior que não sabe o que fazer com a picada de cobra e sem examinar manda cortar a perna toda que é para não correr risco. Foi assim que aconteceu com Manoel Calazans, lá no Quijingue. Médico novo chegou no posto médico, que não passava de uma tapera onde só tinha gaze, algodão e mertiolate aguado; o prefeito tinha mandado acrescentar álcool 60 graus, um pouco de água não-destilada  tá pensando que a verba pública é para gastar com estas gastanças?  e corante. No mesmo dia Manezinho da Jega, assim que a vítima na verdade era conhecida, chegou correndo que tinha sido mordido por uma jararacussu. Acho que jararacussu se escreve assim, mas nunca tive coragem de chegar pra ela e "bons dias! b`as noite! como vai a senhora dona cobra e com sua licença, poderia me dizer se seu nome é com si ou cê ou cê cedilha ou dois sis?". Melhor deixar como está. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Voltando ao Manezinho da Jega, que chegou esbaforido e com os pés esfolados de tanto passar no juremal acelerado no lombo da sua companheira Ananás, que era assim que se chamava a jega e eu sei, não de perguntar pra jega, que jega não fala, embora obedeça piamente ao seu dono, quando só com o rabo de olho ele a manda ir para trás do barranco. O doutor olha o homem mais assustado que o picado e pergunta o que está sentindo e ele diz "um grande formigamento na perna, como se estivesse todo cheio de formiga taco-taco". &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O médico olha daqui, olha dali, foi o que me contou uma fofoqueira de plantão, dona Miloca, quando cheguei lá. Tira anestesia da pasta 007 e tasca no homem já pronto para amputar da canela para baixo, quando sinhá Marufa, mulher de da Jega chega com a cobra na mãe e diz: &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Popará, que a cobra é papa-pinto que não mata ninguém! &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;E carregou o marido nas costas; e o médico recém-formado, contratado pelo prefeito ficou tão desmoralizado que pegou o ônibus da Camurugipe e se picou, sem nem deixar rasto. O posto médico nunca mais teve médico que verba pública não é para gastar com estas frivolidades. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Fiz esta volta olímpica toda que é para dizer que assim que deve de estar querendo fazer o cara que inventou que está na hora de implodir o Estádio Otávio Mangabeira, conhecida na boca do povo como Fonte Nova, porque, os historiadores dizem, antigamente havia ali uma fonte construída pelos portugueses  coisa que não confirmo nem desminto, quem sou eu para duvidar de Hildegardes Viana, de Consuelo Pondé, de Tasso Franco e muito menos de Luiz Eduardo Dórea. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A quem interessa derrubar a Fonte Nova para gastar dinheiro com empreiteira para fazer um novo? Já ouvi vários arquitetos, inclusive aqueles que haviam chamado a atenção das autoridades, alertando para o perigo bem antes do acontecido, que NÃO PRECISA NÃO. Basta fazer um trabalho de readequação da estrutura. Não é por ser cinquentão que tem de limar. Eu mesmo estou a fazer 55 anos, tenho problemas na estrutura mas acho que uma repaginada resolve. E olha que sempre abusei no uso. Quem quiser que venha me implodir. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aí pergunto de novo: a quem interessa construir um novo estádio com o dinheiro público? Se for para privatizar obra e estádio, aí acato e aceito. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; PS: o tal do Marcelo Guimarães deixou uma urucubaca tão grande no Bahia que tudo acontece com o time. Só falta ter de jogar a segundona no Barradão. Vade retro, mormão! &lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/FONT&gt; &lt;DIV align=right&gt;&lt;FONT &gt;&lt;EM&gt;&lt;STRONG&gt;Jolivaldo Freitas é escritor e jornalista. e-mail: jfk6@uol.com.br &lt;/STRONG&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-3903230021981523376?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/3903230021981523376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/3903230021981523376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2007/12/sbado-01-de-dezembro-de-2007-detonando.html' title=''/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-6228353671493691346</id><published>2007-11-24T09:52:00.001-03:00</published><updated>2007-11-24T09:52:29.574-03:00</updated><title type='text'>A felicidade...</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT size=1&gt;Sábado, 24 de Novembro de 2007 &lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&lt;IMG height=30 src="http://www.tribunadabahia.com.br/layoutjolivaldo.gif" width=450 border=0&gt; &lt;TABLE width="100%" align=center&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt;&lt;!--- Conteudo ---&gt; &lt;TD width="1%"&gt;&lt;/TD&gt; &lt;TD&gt;&lt;STRONG&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 17px; COLOR: #003399; FONT-FAMILY: verdana"&gt;A felicidade dos brasileiros e colombianos&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #000000; FONT-FAMILY: verdana"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dona Miloca, acabo de ler nos jornais uma pesquisa dando conta que os colombianos e os brasileiros são os mais felizes cidadãos da América Latina. Onde é que foram buscar estes dados de informação para perfilar a pesquisa é que não sei. Tenho certeza que o cara que fez a pesquisa, passou antes na Colômbia, cheirou alguma coisa que o Diabo gosta e passou a tabular com sua caneta tinteiro. Então deu no que deu, ou seja, o cara estava mesmo doidão. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Só para a senhora saber, dona Miloca - que é a única a ler minhas tracejantes linhas -, como é que o colombiano pode ser feliz, se boa parte já sofreu misérias por causa da guerrilha que teima em enfrentar o governo? E um governo que teima em matar guerrilheiros. Imagine que outro dia Hugo Chávez, lembra daquele presidente da Venezuela que também parece andar "cheirado"?, apareceu na Europa dizendo que era o representante das Farcs e que queria negociar com Deus e o mundo. Até Álvaro Uribe, presidente colombiano, que não cheira, nem masca - e fica doido do mesmo jeito  disse a Hugo Chávez: "Cala-te". &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Huguinho respondeu cabisbaixo: &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Magoou, viu! &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na verdade, não vou esconder a verdade apenas para fazer uma troça com los hermanos cocaleiros, é que uma enquete em mais de 130 países, não lembro exatamente quantos, mostrou que os colombianos se consideram os habitantes mais felizes da América Latina, acima dos brasileiros e venezuelanos. Em uma escala de zero a dez pontos, os entrevistados tinham que apontar a sua percepção sobre bem-estar, conceito que está associado a qualidade de vida e felicidade. Deu na pesquisa que a América Latina é a região mais otimista do mundo, claro que depois do G8 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo e a Rússia), a senhora queria o quê dona Miloca. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os habitantes mais felizes da região são, pela ordem, Colômbia, Brasil e Venezuela. Os dinamarqueses são os mais felizes do mundo, e os habitantes do Togo (África), os mais pessimistas. Eu pergunto a senhora, dona Miloca, qual o motivo de tanta felicidade dos brasileiros e colombianos. Os colombianos, já falei acima, vivem em guerra civil constante. A violência em Bogotá é das mais terríveis e um amigo que trabalha lá e é federal, foi vítima de sequestro. Dona Miloca, o homem teve de pagar uma boa grana para que soltassem o seu poodle. Isso mesmo, minha senhora. Estão sequestrando cachorros na Colômbia. É uma febre. A senhora não acredita em mim? Mas é verdade...juro....juro por Nossa Senhora do Mont Serrat. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Os brasileiros têm motivos para tanta felicidade assim? A classe média já pagou este ano 800 bilhões de reais de impostos diretos, indiretos superpostos, em duplicidade, cash ou no varejo. Os aposentados estão sendo roubados pelo governo e pelos bancos. Os políticos estão roubando cada vez mais. A polícia mata cada vez mais e os bandidos matam cada vez demais. Botaram ácido no leite. Botaram bromato no pão. Botaram corante na carne. Tiraram o flúor da água. Fecharam o plantão dos postos de saúde. Acabaram conosco e a pesquisa dá positiva. É coisa de quem cheirou...só pode! &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Lembrei de uma certa feita em que decidi sair viajando, com minha mulher, por todo o país, só de farra e fui parar no meio da noite em Teresina. O porteiro do único hotel decente que havia na capital do Piauí, naqueles longínquos anos 80, meio sonolento nos atendeu e foi travado o seguinte diálogo: &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Eu: "Boa noite" &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Porteiro: - Boa noite. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Eu: "Pode nos ajudar?" &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Porteiro: - Posso. Vocês são de onde? &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Eu: "Da Bahia". &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Porteiro: - E o que vieram fazer aqui? &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu: "Conhecer". &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Porteiro: - Conhecer o quê meu amigo? É melhor pegar a reta e ir prum lugar melhor". &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;E passou a indicar outras cidades mais interessantes. Este sim, um brasileiro e piauiense de verdade. Se bem que o Piauí de hoje (fazendo média) está bem legal. Tem muito o que se ver. E o venezuelano dona Miloca? É de dar dó. Tão doidões de cheirar crude e ver o presidente dia e noite na TV. É uma overdose de felicidade esta América Latina. Daí que choro. &lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-6228353671493691346?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6228353671493691346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6228353671493691346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2007/11/felicidade.html' title='A felicidade...'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-7423028700760760351</id><published>2007-11-19T16:28:00.001-03:00</published><updated>2007-11-19T16:28:15.559-03:00</updated><title type='text'>O cala boca que o ditador levou do Rei</title><content type='html'>&lt;DIV  align=left&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=4&gt;Jolivaldo Freitas&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=4&gt;Caracas! O Rei. Um rei mesmo, destes de verdade. Não estes reis que pululam por aí, tipo Roberto Carlos (da MPB), Pelé (do futebol), Paulo Coelho (dos livros); e muito menos aqueles outros reis, como Fernandinho Beira-mar (dos Tóxicos e Entorpecentes) ou Ray Charles (vixe!... não deu resistir!), levantou-se sobre seus sapatos de verniz e de dedo em riste na cara de Hugo Chavez, nosso, lá neles, histriônico presidente vitalício da Venezuela disse firme, forte, olhando nos olhos: -"Cala-te". &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;E o infiel calou e o "caluda" calou forte no peito. Foi durante a Cúpula Ibero-americana de Santiago do Chile. O rei espanhol Juan Carlos I, cuja mulher é um museu em Madrid (o Reina Sofia onde estão as principais obras de Picasso, Miró e Salvador Dali e cujo acervo vale mesmo os 12 euros que se paga para ver), perdeu a paciência quando o amigo e herdeiro de Fidel Castro - que pretende transformar Havana na capital venezuelana - insistia em acusar o ex-chefe de Governo da Espanha José María Aznar, de ter apoiado um golpe de Estado na Venezuela em abril de 2002. Chavez não gosta de golpe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;O clima ficou péssimo, mesmo com Huguinho tendo o apoio dos amigos Zezinho (Evo Morales, da Bolívia) e Luisinho (Lula, do Brasil). Deu até uma certa peninha (tô que tô) ver que o venezuelano levou um susto e quando tentou responder....é a sua!....seu fio da!...seu...seu! já era tarde, que rei nenhum vai ficar esperando resposta desaforada de um plebéu qualquer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;O rei Juan Carlos foi saudado como verdadeiro herói pela comunidade monárquica nacional. Não se iluda achando que depois que Dom Pedro se picou do Brasil a monarquia acabou. Não! Nada disso! Como uma cigarra que leva um ano escondida embaixo da terra, se alimentando da seiva e no Verão aparece, canta, explode e se perpetua saindo da casca e depois voltando a se recatar, a monarquia ainda está nas veias. Não somente da família Orleans e Bragança, que se entoca em Petrópolis, lá na aprazível e monáquica serra do Rio de Janeiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Os monarquistas estão espalhados por aí, mas foi no Rio Grande do Sul, que de vez em quando coloca um novo monarquista na Assembléia Legislativa de lá, que as palavras do rei espanhol "cala-te plebéu" cracou mais forte no peito dos seus simpatizantes. Eles dizem que há muito tempo não aparecia um rei tão macho. Macho ao ponto de envergar os costados daquele que tem feito o governo brasileiro rastejar mais que lesmas em busca de proteína, o que convenhamos, é um pouco de exagero: sabemos que Hugo Chavez e Evo Morales têm sacaneado com nosso presidente , Luis Inácio Lula Lelé&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;(não sei porque invoquei com este negócio de revista em quadrinhos). São todos amigos, mas nós mesmos temos sempre um ou outro amigo que nos sacaneia o tempo todo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoBodyText&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Nas hostes monárquicas brasileiras, lá mesmo em Porto Alegre, o meu cunhado Marcelo Niederauer que já fez campanha para Fernando, acho sobrenome Bonatti, a presidente da República  e claro que se ganhasse voltaríamos a ser uma monarquia, coisa que, se Lula conseguir mais duas eleições vai transformar o país e passará a se chamar Lula Molusco I  garantia-me certo tempo atrás, que o caminho para a solução dos problemas brasileiros passa pela unção de um rei. &lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoBodyText&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Em sua opinião o povo brasileiro gosta mesmo é de reis e aí estão Roberto Carlos e Pelé, dentre outros. Lembra que aqueles que querem se mostrar o bambambam do negócio se diz rei do pedaço. Temos "O Rei da Chaparia", "O Rei do Hot Dog", "O Rei da Pamonha", "O Rei da Picanha" e até a "Rainha da Cocada Preta".&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal align=center&gt;&lt;SPAN &gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;SPAN &gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;O fato de Juan Carlos I dar uma de macho e mandar Hugo Chavez engolir suas palavras, veio na hora certa para o Partido da Real Democracia. Existe mesmo, acredite. Tem até um site. Com o fato o partido fortaleceu seu congresso que está acontecendo, desde anteontem, e vai até amanhã, no Hotel Braston Augusta, em São Paulo. Agora só falta dom Sebastião surgir no horizonte. "Viva el Rey!", viu meu rei!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-7423028700760760351?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7423028700760760351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7423028700760760351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2007/11/o-cala-boca-que-o-ditador-levou-do-rei.html' title='O cala boca que o ditador levou do Rei'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-7338885221236458935</id><published>2007-11-12T17:51:00.000-03:00</published><updated>2007-11-15T13:25:26.069-03:00</updated><title type='text'>FREANDO COM AS HAVAIANAS</title><content type='html'>&lt;div style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt;&lt;table width="100%" align="center"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;!--- Conteudo ---&gt;&lt;td width="1%"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;strong&gt;O que tem de bicicletista nesta Bahia, talvez só perca para Barcelona, que instituiu o veículo como grande alternativa ao trânsito de automóveis, e basta chegar na frente de uma parada de ônibus, pagar 1 euro por meia hora, sair pedalando e deixar a bicicleta no local de destino. A mesma coisa fez agora a cidade de Paris, e foi o que salvou a população que teve de enfrentar uma greve de motoristas e metroviários.&lt;br /&gt;Pois, fui contar, semana passada algumas histórias dos bicicleteiros baianos e choveu um monte. Valcir Barreto mandou email dizendo que acertei quando chamei de bicicleteiro, pois no meio dos pedaleiros é o termo que mais gostam de usar, por ciclista parecer mais com corrida. "Fazemos muito mais do que pedalar. Fazemos quase tudo, inclusive dar uma volta com a irmã do Carrapeta". Vocês lembram que Marcos Carrapeta vendeu a bicicleta e a irmã foi de brinde, né?&lt;br /&gt;Então Gilson Cunha, lá de Santo Amaro lembrou de Claudete (não digo o sobrenome) que por uma volta de bicicleta dos meninos, retribuia com generosas horas de amor. Um monte de meninos acompanhava a moça generosa em suas bicicletadas pelos matos.&lt;br /&gt;A história mais interessante vem de Jerry Conceição. Ele lembrou que eu estava aprendendo a andar de bicicleta, no Alto do Bonfim, quando tirou a mão do selim, onde garantiu que não iria cair, perdi a direção e desci a ladeira - aquela mesma ladeira que os devotos de oxalá sobem de joelhos - enquanto ele gritava aperte o freio. De boa memória, revê, eu sem saber onde ficava o freio, e numa última tentativa de não amassar com a testa os ônibus da Viazul, que passavam no cruzamento, metendo minhas havaianas no asfalto. Uma sandália veio parar na canela. A outra quase derrete com a fricção. Não parei, entrei de peito na Farmácia Nossa Senhora da Guia e ainda ouvi piada dele: "Pelo menos já caiu no mertiolate". E outra piada de mais um amigo: "estas havaianas são boas mesmo, Não é propaganda, não". E eu lá com os olhos arregalados, todo arranhado e o coração aos pulos. Nunca mais montei bicicleta.&lt;br /&gt;Pior fez Angelo Aleluia, que se chamava Angelo - sem acento - porque a mãe olhou para os seus olhinhos azuis e cabelos encaracolados, loirinhos, pois o miserável já nasceu cabeludo e dizem que até pentelhudo e vaticinou que seria um anjo de pessoa. O sobrenome, na verdade era apelido, pois o cara era um diabo, mas na frente de mãe parecia um querubim, falando baixo sim senhora, bênça mãe, beijo vó. E com os vizinhos que o odiavam e nada adiantava contar suas estrepulias para a mãe que ela não acreditava "meu Angelozinho? Nunca que ele faria isso, né meu amorzinho" e ele balançava humildemente a cabeça, sem tirar os olhos do chão "é mesmo mãe!". Pois, com a vizinhança, na presença da velha era um tal de bom dia, como vai a família, boa noite. Na Igreja Batista respondia tudo com um aleluia.&lt;br /&gt;O disgramado roubou a bicicleta de Sansão enquanto este parava na banca de revista para comprar figurinhas da Copa do Mundo, e se mandou. Foi para a Feira do Rolo, lá no Curtume, e trocou a bicicleta por dois canários belgas, bons de briga. Voltando para casa encontrou o dono da bicicleta, um cara forte como o nome deixou deduzir, que disse ou a bicicleta ou a morte. Angelo Aleluia voltou para a Feira do Rolo e não conseguiu desfazer o negócio, mas quando o outro vacilou pegou a bicicleta e saiu pedalando feito louco. Na fuga não viu que estava indo em direção à linha do trem, justamente quando este passava. Só ouviu o apito. Apertou o freio e nada. No desespero meteu o pé nos raios da roda e freou com a cabeça do dedão. Perdeu o dedo, mas escapou das rodas do trem. Só não escapou das porradas que levou de Sansão e do cara que tinha feito negócio. Foi cacete para mais de um hora. Um: por favor é sua vez... O outro: obrigado amigo... sua vez agora.. E o pau comendo no lombo de Angelo Aleluia.&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-7338885221236458935?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7338885221236458935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/7338885221236458935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2007/11/nova.html' title='FREANDO COM AS HAVAIANAS'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-6332262132762514955</id><published>2007-11-02T21:24:00.000-03:00</published><updated>2007-11-02T21:25:03.076-03:00</updated><title type='text'>VISITANDO OS MORTOS</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT size=5&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0px"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333"&gt;&lt;STRONG&gt;Acabo&lt;/STRONG&gt; de passar umas boas horas olhando os mortos dos outros. Os meus mortos têm muita gente, uma parentalha do tamanho de bloco de Carnaval e acho que muita reza termina por atrapalhar o envio e a compreensão. É algo comparável á nossa empresa de telefonia, que entra em parafuso em datas importantes como Dia de Natal e Ano Novo: Dia das Mães e Dia dos Pais; perde o rumo e congestiona as linhas de uma forma tão avassaladora que você quer falar com alguém em Porto Alegre e termina escutando e enrubescendo com o diálogo atravessado do jovem casal em lua de mel lá em Pirangi e descobre por linhas cruzadas que está chegando uma parada do Paraguai ou que a mulher de alguém vem pulando o muro, lavando pra fora, pintando o sete.&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Também imagino que cantilenas em profusão para ajudar o defunto aparentado, cria um certo embaraço de compreensão quando chega aos ouvidos de Santa Rita, Jesus, Santa Maria e Nossa Senhora Aparecida ou Frei Galvão: aqueles que são os mais procurados no ranking e que têm mais Ibope na hora de se solicitar um adjutório. Todo mundo falando ao mesmo tempo, uns nas igrejas, outros nos templos, alguns misturando umbanda, quimbanda, candomblé, cartomancia, astrologia, budismo, bozó, despacho, água-benta, exorcismo e tudo o que o medo misturado com a insegurança humana vicejou. Uns aqui e outros acolá, a depender do Hard Disc, da memória e da capacidade de processamento e absorção do santo ou da santa pode dar um tremendo Tilt. &lt;EM&gt;Um bug the bug&lt;/EM&gt;. E termina por prejudicar o morto ao invés de garantir aquele favorzinho que se almeja.&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Olhar os mortos dos outros significa transitar por grandes, imensos jazigos perpétuos de famílias que eram para perpetuarem-se e hoje não passam de nomes escritos a bronze ou aço nos também frios mármores dos cemitérios. Ali está uma construção que remete à Torre de Pizza e deduzo que era algum italiano ou alguém que gostava tanto do monumento que deixou em testamento o que queria como morada eterna. Lá do outro lado está um panteon. Um mais simplório decidiu antes de morrer ou a família determinara depois do morto, que fosse em formato de uma igreja mourisca e provavelmente era de alguém que nasceu longe. Decidi não confirmar que a imaginação é mais gloriosa e gratificante, pois pode ser também o mausoléu de algum maluco ou mesmo de um admirador da arte mourisca. Passo então por uma construção que parece um palácio e pertence a uma defunta. Fico a imaginar a beleza e a imponência de, em vida, daquela que estava agora sepultada. Só podia ser mesmo uma rainha, ou ninguém gastaria aquela fortuna em mármore de duas cores, talvez de Carrara, para lembrar pra sempre. Tem também um obelisco.&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E termino por estar numa área em que quase piso numas covas cobertas. Barro, cruzes simples, flores murchas misturadas com jasmins e copos-de-leite comprados recentemente na floricultura da entrada do cemitério. Alguns têm velas acesas, outros nem isso. Uma divisão de classe na morte, como em vida e não venham me dizer que é melhor estar sob sete palmos de terra sob o sol latejante que no frescor do granito lavrado. Ouço alguém comentar que o Campo Santo não tem mais vaga. Os mortos precisam de pistolão para serem enterrados. Depois de dois anos as covas rasas são abertas e sai um lote de ossos para dar vazão a um corpo que chega.&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0px; LINE-HEIGHT: 14.4pt"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=4&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pelas vielas e azáleas vejo pessoas contritas, falando baixo, lenços brancos ou negros nas cabeças das mulheres mais velhas: antigas viúvas. Roupas coloridas nos jovens que calçam tênis de marca e ouvem rock plugado num iPod. Relaxo. Os jovens estão certos em dar cor e contraste ao lúgubre. Meninos negros e mulatos, descalços, calções quase caindo da bunda e sem camisas passam lépidos atrás de uma arraia que deu um aú, foi cortada por outra em pleno ar e sai arrastando a linha temperada entre as sepulturas. Garotos não respeitam nada; nem os mortos. Crianças são cruelmente sinceras.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/FONT&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 14.4pt" mce_serialized="12o1djsu5"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; COLOR: #333333" mce_serialized="12o1djsu5"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-6332262132762514955?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6332262132762514955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6332262132762514955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2007/11/visitando-os-mortos.html' title='VISITANDO OS MORTOS'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-5800444754106690162</id><published>2007-10-23T12:53:00.000-03:00</published><updated>2007-10-23T12:55:03.376-03:00</updated><title type='text'>Grandes invenções e invencionices baianas</title><content type='html'>A Bahia é a terra do já teve, já fez e já foi isso e aquilo. É uma velha possessão d´além mar, cheia de malucos e de inventores que parecem até personagens de piada de português. Desde seus primórdios que temos registro de geniais malucos. Um cara chamado Sobreiro, decidiu, sabe-se lá se em 1700 ou 1800 fazer uma grande caravela, que na verdade viria a ser uma galeota tirada a besta, lá pelas bandas da Ribeira. Foi pau pra tudo que é lado, meses e meses de desenho de projeto; corta árvore, traz tronco do Recôncavo e tome dinheiro oriundo do cortiço de onde tirava o sustento da família, que situava-se atrás do Mercado do Ouro. Ele trabalhava praticamente sozinho, com a ajuda dos filhos.  &lt;br /&gt;Um dia ele convida todo mundo para ir à Ribeira ver a nau. Estava ela lá, no meio da água calma da Beira-Mar, grande, linda, parada, distante. Era boca da noite. Todos foram embora e no dia seguinte uma multidão achegou-se para ver o grandioso trabalho de um inventor baiano, construtor, mestre-de-obras-navais. Chegam lá e nada. Nada de caravela. O inventor garante que para não perder a maré e mostrar seu invento para os reis da Europa (um navio que não precisava de velas, nem remos e que era movido a manivelas - mostrava seus croquis), montara rápido uma tripulação de apenas meia dúzia de homens, capitaneados por seu filho mais velho e zarpara. &lt;br /&gt;Claro que metade acreditou. A outra metade garantiu que aquele teria sido o primeiro barco cenográfico da história do Brasil. Nem o barco nem o filho jamais apareceram de volta. Será que era mesmo movido a manivela ou era um truque?  &lt;br /&gt;O surgimento do cinema se deu no século XVIII, mas seu Arlindo Castro, notável morador da Boa Viagem, decidiu que o Brasil deveria mostrar a pujança da sua inteligência. Ele achava que era inadmissível se passar cinema naquela tela branca, uma coisa irreal, parecendo sonho, sem consistência, e que o cinema deveria ser reinventado. Botou os miolos para funcionar durante dias e dias e anunciou para todos que acabava de criar um novo formato de exibição de drama, que não implicava no uso da película. Convidou todo o bairro para uma sessão no Cine Roma. Domingo de manhã, todos os homens com seu chapéu coco, calça de linho e as mulheres com gorgurões. Abre-se a porta, a multidão entra e anuncia-se o filme. Entram atores e atrizes no palco e começam s fszer o “filme” mudo. Na verdade todos descobriram na hora que se tratava era mesmo de uma “peça” de teatro. Muda. Se seo Arlindo não corre, sumindo por dentro da Feira de Água de Meninos, acabava morto.  &lt;br /&gt;Mas, acho que a maior invenção já feita na Bahia, esta terra que faz de tudo e produz cada vez mais, foi a panela de pressão criada por dona Noquinha. Foi fácil demais. Pegou uma panela de barro, colocou o alimento para cozinhar, fechou com uma tampa bem pesada e amarrou. O vapor saia por um buraco. A panela tremeu na trempe, tremeu, tremeu e voou longe. Lá no quintal de Antonio Galego. Na verdade, anos depois, descobrimos que ela tinha inventado, bem antes do cientista von Brown, o princípio do foguete.&lt;br /&gt;Terminamos comendo ovo frito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-5800444754106690162?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/5800444754106690162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/5800444754106690162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2007/10/grandes-invenes-e-invencionices-baianas.html' title='Grandes invenções e invencionices baianas'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-5085289883920353103</id><published>2007-10-19T19:58:00.000-03:00</published><updated>2007-10-19T19:59:03.994-03:00</updated><title type='text'>Freada de Bicicleta</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK1"&gt;&lt;SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK2"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;STRONG&gt;Quando o Papa&lt;/STRONG&gt; aqui esteve, meio do ano, escrevi sobre as mordomias que a Igreja estava pagando para gáudio dos apostólicos e romanos, lá do Vaticano, que chegavam naquele instante ao Brasil. Aproveitei e disse que estava vendendo Pílulas de Frei Inácio. Acredite que recebi exatamente 21 emelhos de pessoas que queriam comprar as tais pílulas. O povo não notou que era uma gozação. Agora, entusiasmado, estou pensando em vender bênção pela Internet. Já vi que existe comprador para qualquer coisa. Que o digam os Hernandez e Edir Macedo.&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK1"&gt;&lt;SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK2"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Foi o que me disse, certa vez, Marcos Carrapeta, quando decidiu que iria vender a irmã, quero dizer, a bicicleta. Era um treco velho e quebrado, a bicicleta, claro, faltando pneu e selim e se não me engano era da marca Monark. Cor verde, pára-lama, lanterna, adesivo preto com prata, mas sem um pneu e sem freio e cheia de pontos de ferrugem. A catraca fazia barulho parada, imagine se andasse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK1"&gt;&lt;SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK2"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Foi quando ele decidiu que devia vender. Queria comprar uma bicicleta nova, para ir trabalhar. Sua ideia era sair do Mont Serrat até a Calçada, pedalando e enfrentando as ambulâncias da Samdu e os ônibus da SMTC. Naquele tempo tinha mais ambulância que hospital em Salvador, embora hoje tenha mais hospital e menos leito ou médicos. As ambulâncias atendiam &lt;?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /&gt;&lt;st1:PersonName w:st="on" ProductID="em domic&amp;#65517;lio. Hoje"&gt;em domicílio. Hoje&lt;/st1:PersonName&gt; nem sei se tem ambulância, nunca mais vi nenhuma do estado ou prefeitura. Só observo que a BR-324 fica cheia daquelas que pertencem às prefeituras, que foram super-faturadas e servem para conduzir até vaca doente, contanto que seja animal de estimação do prefeito. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK1"&gt;&lt;SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK2"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Como passar para a frente uma bicicleta que não servia para nada, era o desafio de Carrapeta. Aliás, posso garantir que ele foi o primeiro no Brasil a organizar uma caravana de bicicletistas. Num domingo pela manhã cedo partiu da Ponta do Humaitá em direção a Itapuã. Eram cinco com ele. Quando chegaram nas imediações da Invasão do Bico-de-ferro, onde hoje é o Jardim dos Namorados, foram assaltados e tiveram de voltar a pé. Naquele tempo os ônibus da SMTC pertenciam à Prefeitura e era difícil encontrar algum nas ruas à noite. O último passava às dez da noite e depois só ás seis da manhã. Aos domingos passava algum a cada três horas. Foi melhor andar da Orla até a Zona Itapagipana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK1"&gt;&lt;SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK2"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Até hoje Marcos Carrapeta lembra de Zezinho da banca-de-bicho ficando branco ao ver o pessoal armado de facas e canivetes cercando o grupo e pedindo a bicicleta. Zezinho deu uma freada tão brusca que na cueca ficou a marca da pressão da bunda escorregando no selim coberto de plástico. Um traço longo e reto. A famosa freada de bicicleta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK1"&gt;&lt;SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK2"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Voltando à venda da bicicleta, ninguém querendo comprar, ele teve várias ideias para tentar despachar a peça. Fez Raid das Moças, Loteria de Zoológico, tentou vender números para sorteio, e nada. Decidiu colocar os pneus para ver se atraía comprador e ninguém se arvorava a adquirir aquilo. Foi quando anunciou que aquele que comprasse a bicicleta poderia dar uma volta com a irmã: garota nova, bonita, ousada, que usava minissaia e basqueteira americana. Apareceu comprador de tudo que era lugar e o preço da bicicleta, que nada estava valendo até aquele momento, subiu mais que ações da Vale do Rio Doce quando foi privatizada. Quem deu mais levou. Pegou a bicicleta, colocou Maria Carrapeta na garupa e se mandou. Uma hora depois chega a moça, trazendo de volta a bicicleta, do jeito que foi. Ninguém nunca perguntou o que tinha acontecido e Marcos voltou a vender a bicicleta e a irmã muitas vezes. Eu mesmo as comprei, certa vez. Não me pergunte porque devolvi a bicicleta e nem peguei o dinheiro de volta. O importante advogado e audaz&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;bicicleteiro, Valci Barreto também comprou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK1"&gt;&lt;SPAN style="mso-bookmark: OLE_LINK2"&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 16pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-5085289883920353103?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/5085289883920353103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/5085289883920353103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2007/10/freada-de-bicicleta.html' title='Freada de Bicicleta'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-6956216166495404072</id><published>2007-10-11T19:41:00.001-03:00</published><updated>2007-10-11T19:41:54.838-03:00</updated><title type='text'>Pan, preconceito e maratona</title><content type='html'>&lt;DIV style="FONT-SIZE: 12px; FONT-FAMILY: verdana, arial"&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT size=5&gt;O final&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt; do Pan, que optei por ver via Sportv para não ter de ver (é proposital o rolo neste início de texto, embora eu seja burro mesmo) Galvão Bueno azarando os pobres atletas e tentando incitar a massa à xenofobia contra os argentinos (cadê que ele não foi macho de jogar no ar a galera contra os Estados Unidos, que foram mesmo os algozes dos brasileiros nos jogos?) deveria ter a participação de Lula, mas ele entrou na toca para evitar marola. &lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Ele não perdeu nada, pois, tirante a vaia que iria levar mais uma vez  tanto que os oradores evitaram tocar em seu nome  não haveria mesmo maior emoção, como não houve. E ainda teve a cara de pau de Fernanda Abreu cantando em ritmo de funk músicas inconvenientes e politicamente incorretas para o local e oportunidade, como "olha a cabeleira do Zezé. Será que ele é..." ou até mesmo "Maria Sapatão, sapatão, sapatão; de dia é Maria; de noite é João...". A troco de quê não se sabe..&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Isso trouxe à memória que o que valeu mesmo foi a atuação das meninas do futebol. E elas, depois do show de bola, coisa que os rapazes não conseguiram sequer fazer um pouco, pediram que a partir de agora o futebol feminino seja mais respeitado e que parem de achar que menina que joga futebol é macho. Interessante é que no sábado passado um garoto, que participava do programa "Altas Horas", de Serginho Groissman, tinha tomado o microfone para justamente fazer um protesto contra este tipo de preconceito, lembrando que futebol é prática, hoje, entre as garotas de quase todas as escolas brasileiras.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;O jornalista Venâncio Júnior, que está trabalhando em Roraima, me escreveu outro dia, elogiando um texto que fiz aqui sobre as garotas do Colégio António Vieira, que jogam um bolão no Futsal, são bonitas, femininas e bi-campeãs dos Jogos dos Colégios Particulares (Jocopar), uma espécie de Pan, que ocorre todos os anos. É legal ver a disputa e a poesia, com um leve toque do romantismo, que havia antigamente no futebol. As meninas conseguem até mesmo resgatar isto.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;O que os preconceituosos não sabem é que a história do futebol é intrigante, interessante e formada por muitos preconceitos. Quando o futebol começou a ganhar popularidade no início do século passado, a hegemonia esportiva era do remo. No Rio de Janeiro, na lagoa Rodrigo de Freitas, alguns domingos levavam para as disputas entre Flamengo e Fluminense mais de 20 mil pessoas. Os caras malhadões se recusavam a permitir que o futebol adentrasse seus clubes e classificavam o futebol como esporte para mulheres. Veja só, meu único e caro leitor, quanta ironia. Depois que os homens "roubaram" o esporte da mulher, inverteram a situação. Homem não presta. Por isso não gosto de homem.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Tomara que a história brilhante das meninas da Seleção Brasileira Feminina de Futebol renda alguns frutos em termos de acabar com o preconceito e também o reconhecimento pecuniários. As meninas jogam um bolão aqui, mas para a sobrevivência têm de jogar nos Estados Unidos, Alemanha, França, Holanda e outros países onde os empresários são mais profissionais e mais espertos. Claro que a um bom trabalho de marketing atrai patrocinadores e o público enche os estádios.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;SPAN style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Por falar em Pan, tudo bem que o Brasil ganhou mais de uma centena de medalhas, teve o vôley brilhando, mesmo com o nepotismo de Bernardinho; o basquete dando show, mas (tirando Falcão, do Futsal, que acho o melhor jogador do mundo, comparando até mesmo com o Ronaldinho Gaúcho no futebol de campo  claro que sou exagerado) tanto no Pan como Olimpíada, o espírito dos jogos está encarnado mesmo é na maratona. Correr uma maratona, sim é coisa do Satanás. O resto é refresco. Se bem que eu não gostaria de enfrentar a judoca Ednancy.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-6956216166495404072?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6956216166495404072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/6956216166495404072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2007/10/pan-preconceito-e-maratona.html' title='Pan, preconceito e maratona'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-116792246308439233</id><published>2007-01-04T11:52:00.000-03:00</published><updated>2007-01-04T11:54:23.086-03:00</updated><title type='text'>PROMETO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Prometendo aquilo que não dá para cumprir&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, no segundo dia do ano, amanheci igual a político em dia de posse: fazendo o maior &lt;em&gt;mis em scène,&lt;/em&gt; jogando duro, prometendo de novo tudo que tinha prometido durante a campanha eleitoral e lá dentro do coração, com sentimento adverso. Algo assim como ler o discurso feito pelos &lt;em&gt;ghost writer&lt;/em&gt; - geralmente um assessor com pendores literários que submete o texto para aprovação final do secretário particular, do presidente do partido que ali está, da mulher do possuidor e até da empregada, que, enquanto traz o café ouve o debate e diz:&lt;br /&gt;- Ah! Doutor. Isso tá bom não!&lt;br /&gt;O certo é que enquanto vai-se lendo o discurso pré-aquecido, a língua solta as palavras, mas a cabeça pensa:&lt;br /&gt;- Vocês vão é se lascar, seus cornos abestalhados. Farinha pouca meu pirão primeiro.&lt;br /&gt;Daí, que como faço todos os anos para enganar mãe, avó, mulher, filhos e amigos, pois sou mesmo um sem-vergonha discarado, decidi fazer minha lista com resolução de ano novo. O interessante é que todo ano todos caem na mentirada. E, assim como o povo, meu povo tem a memória curta, como acontece com os políticos, ninguém me cobra nada; com a “impunidade” vou seguindo em frente e mentindo cada vez mais. Agora aprecie a lista das coisas que farei e deixarei de fazer ou vice-versa:&lt;br /&gt;1 - Vou parar de bater bronha, pois sei que é pecado e nasce cabelo nas mãos;&lt;br /&gt;2 - Não mais atormentarei a vizinha, loiraça belzebu, com minhas propostas indecorosas;&lt;br /&gt;3 - Juro que vou pagar o aluguel e o condomínio e ainda colocar o lixo fora da área social;&lt;br /&gt;4 - Não vou mais jurar de porrada o porteiro só porque ele tem o péssimo hábito de me entregar correspondências cheias de dívidas, títulos vencidos e boletos de cobrança;&lt;br /&gt;5 - Vou parar de soltar pum embaixo da coberta e ainda ficar curtindo o cheiro;&lt;br /&gt;6 - Não vou roer mais unha, nem tirar meleca para fazer bolinha;&lt;br /&gt;7 - Nunca mais que vou jogar cotonetes, resto de comida e a fralda suja do bebê pela janela do edifício;&lt;br /&gt;8 - Vou fazer de tudo para não tocar Hendrix a todo volume altas horas da noite;&lt;br /&gt;9 - Não vou mais tentar envenenar o cachorro do vizinho;&lt;br /&gt;10 - Vou parar de arranhar o carro, na garagem do prédio, daquele vizinho que não gosto;&lt;br /&gt;11 - Passarei a atender aos telefonemas do gerente do banco;&lt;br /&gt;12 - Penso seriamente em fazer aquele regime que prometo há dez anos;&lt;br /&gt;13 - Não esquecerei de tomar, diariamente, os remédios para pressão;&lt;br /&gt;14 - Não vou mais comer alimentos gordurosos (embora eu saiba que o que estraga minha pressão não é a comida, e sim a farinha);&lt;br /&gt;15 - Vou parar de beber (muito embora eu saiba que minha pressão não sofre efeito do álcool. É o estresse da vida moderna);&lt;br /&gt;16 - Pararei de dar risada em filmes de amor e de chorar em filmes de terror;&lt;br /&gt;17 - Deixarei de torcer pelo bandido no filme de cow-boy;&lt;br /&gt;18 - Nunca mais roubarei dinheiro do cego da igreja do Bonfim;&lt;br /&gt;19 - Nem quero mais ouvir falar de amanhecer o dia comendo sarapatel nas Sete Portas;20 - Não vou mais me irritar com filas e atrasos no ferry boat;&lt;br /&gt;21 - Nem pense em me convidar para sexo grupal com as meninas da Pituba;&lt;br /&gt;22 - Deus me livre das más-companhias;&lt;br /&gt;23 - Não vou mais chamar bicha de bicha, nem sapata de sapatona;&lt;br /&gt;24 - Começarei a devolver os livros e discos que tomei emprestado faz tempo;&lt;br /&gt;25 - Este ano farei aquele exame de verme que venho adiando;&lt;br /&gt;26 - Vou cortar as unhas;&lt;br /&gt;27 - Vou escovar os dentes pelo menos duas vezes por semana;&lt;br /&gt;28 - Vou usar desodorante;&lt;br /&gt;29 - Nem quero saber de fofoca;&lt;br /&gt;30 - Pretendo freqüentar academia todos os dias e perder a barriga indecente;&lt;br /&gt;31 - E o principal que é minha firme intenção de deixar de mentir (coisa que se não der para este ano pode ficar para o ano que vem, que não tem lá toda esta premência também) e de torcer pelo Bahia, que de morto basta meu... como diria o jornalista Zé Rodrigues, meu saudoso amigo Irecê, escroto que nem eu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-116792246308439233?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116792246308439233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116792246308439233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2007/01/prometo.html' title='PROMETO'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-116792169971441730</id><published>2007-01-04T11:41:00.000-03:00</published><updated>2007-01-04T11:41:39.716-03:00</updated><title type='text'>DEVOÇÃO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Os auto-milagres de Bom Jesus dos Navegantes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Chamar pelo nome de Deus sempre foi uma saída na hora do desespero dos pescadores que saíam para os pesqueiros, muitas das vezes mais de quinze ou vinte quilômetros de distância em mar aberto. São muitos os protetores dos pescadores: São Paulo, São Gonçalo, Santo Erasmo e o mais famoso é São Pedro. Todos da Igreja Católica. Na Igreja Ortodoxa quem protege os marinheiros é São Nicolau. No candomblé a entidade é feminina e se chama Iemenjá. O hábito de chamar por Jesus veio dos portugueses que saíam em suas loucas empreitadas, em busca de especiarias e riquezas em todos os mares.Mas, foi na Bahia que Jesus passou a ser o Bom, Nosso e Senhor, de tanto impedir que os saveiros, os paquetes, as catraias, canoas e caravelas afundassem. Passou a merecer um tratamento todo especial. Nosso Senhor Bom Jesus dos Navegantes, que ontem teve mais um majestoso dia, foi acolhido nos braços de sua mãe, na Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem e só sai do nicho no dia 29 de dezembro para ir visitar Nossa Senhora da Conceição, e voltar para sua morada estilo colonial no bairro de Boa Viagem, na primeira manhã do ano novo, chova ou faça sol.Nenhum historiador garante. Alguns vagos registros indicam que a procissão, com oferendas foi uma forma que os comandantes das naus que chegavam da Europa ou África, teve início no século Dezoito. Entretanto, foi exatamente no ano de 1890 que começou para valer a chamada devoção. No final do mês de dezembro todo o litoral estava sob uma tempestade daquelas com raios e trovões e ninguém conseguia sair para pescar fazia dias. A situação era caótica e até mesmo o protetor estava ameaçado de não sair em sua procissão marítima, pois, além do mar bravio havia o problema da falta de apoio do Estado, ainda dividido por causa da Proclamação da República, ocorrida um ano antes. A Marinha negou embarcação para conduzir a imagem. Na última hora um oficial decidiu emprestar a galeota e bastou colocar a imagem em seu interior, em plena violência das ondas, que o tempo clareou e o mar ficou calmo. Os fiéis comemoraram seguindo a embarcação a nado e em barcos menores. Era um milagre.Mas, ainda haveria um outro a acontecer. Como de praxe, quando a galeota passava perto do Forte São Marcelo, sempre era saudada com 21 tiros de pólvora seca. Desta vez foram só dois tiros, que passaram milagrosamente sobre a cabeça do santo. A “salva” de bala verdadeira canhão foi atingir um navio de bandeira norueguesa e causou avarias com certa gravidade, gerando uma situação delicada para o governo brasileiro. Estado e Igreja nunca mais voltariam a se entender no que concernia aos festejos para Nosso Senhor Bom Jesus dos Navegantes.No ano seguinte a Marinha negou novamente a embarcação e um comerciante português de nome Agostinho Dias Lima, salvou a situação emprestando um escaler que foi rebocado pelo trajeto. A relação com a Marinha do Brasil se deteriorava a cada ano e um grupo formado por operários, pescadores, calafates, capatazes e carpinteiros decidiu que a procissão marítima não acabaria. Era preciso construir uma galeota, coisa que demandava meses. No dia 27 de dezembro de 1891, com as bênçãos de Bom Jesus e Oxalá saiu do estaleiro, localizado na praia do Bogari, uma monumental embarcação com 60 palmos de comprimento, 12 de boca, seis de pontal com camarim de 11 palmos de comprimento (sendo nove de frente e 6 de fundo). O anjo Arcanjo que orna a proa tem seis palmos de altura e foi feito no Liceu de Artes e Ofícios, o mesmo da ramagem e outros emblemas.A galeota era mais um milagre a ser registrado. E levou de batismo o epíteto “Gratidão do Povo”. Só não se sabe quanto custou à obra, mas aí é coisa afeta ao santo e seus devotos. Já a Marinha, no século passado, se redimiu, e hoje empresta seus grumetes cheios de caxangás, para que levem a remo a galeota até os pontos de atração. Assim prossegue a mais que centenária devoção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-116792169971441730?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116792169971441730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116792169971441730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2007/01/devoo.html' title='DEVOÇÃO'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-116792166394818148</id><published>2007-01-04T11:40:00.000-03:00</published><updated>2007-01-04T11:41:03.950-03:00</updated><title type='text'>UM NATAL INESQUECÍVEL</title><content type='html'>O baiano não sabe mesmo comemorar o Natal. Vivenciar o espírito natalino somente no Sul do Brasil. Lá sim, dá gosto apreciar as decorações. E não estou nem falando da cidade de Gramado que se volta para estes festejos desde o mês de novembro e vai até janeiro. Uma cidade em festa de cores, luzes e música em cada esquina. Digo mesmo das casas mais suntuosas às mais humildes, que preparam e exibem suas guirlandas, árvores e pisca-pisca. Por nossas bandas o mais dedicado aos festejos de fim de ano acha que basta comprar um fio cheio de luzes e arrumar de qualquer jeito na janela que está tudo bem. O que se vê pelas fachadas são toscos arranjos. Uma parte em cima, outra parte embaixo, um cordão aceso e outro com as luzes apagadas. Os mais criativos ainda tentam fazer desenhos, como de um pinheiro ou do gorro de Papai Noel, mas a maioria coloca as lâmpadas como se tivesse fazendo uma obrigação com desprazer. Melhor deixar sem luz.Também, excetuando-se o centro da cidade onde, todo Natal, alguma novidade, por mais ínfima que seja, é exposto ao público, nada de mais há para ver. O Dique do Tororó recebe algumas lindas árvores natalinas feitas de luzes, numa combinação chamativa, mas o entorno dele fica parecendo mesmo boca de pobre. Cheio de vazio.&lt;br /&gt;Quem passa pela avenida Centenário vê que foi feito uma meia-sola. Cada árvore levou seu quinhão de lâmpadas, que sequer chega a 10 por cento do tronco. Lá, deveria ser uma iluminação especial, com as copas iluminadas com cores diversas. A mesma coisa poderia ser feita com as árvores do Largo de Roma. Mas, o que parece é que a Prefeitura Municipal, por falta de verba ou contenção de despesa ou economia de espírito natalino decidiu pegar parte da fiação que caberia nestes cantos e usou em outros bairros da cidade. Ficou ruim em tudo que é canto.Todo ano, justamente por ser o Natal, minha época preferida, critico a falta de criatividade do pessoal da Prefeitura. Mas é que lembro de uma festa de Natal de antigamente, onde o que não faltou foi criatividade para o pessoal lá da Península Itapagipana.Na época não tinha nada disso dessas luzes importadas que brilham, piscam e somente faltam fazer acrobacia. As lâmpadas eram de todas as cores, graúdas e os arranjos eram feitos manualmente para serem colocados ao redor da árvore. Todo mundo fazia um presépio e a disputa entre as casas era para ver quem fazia o mais bonito. Naquele ano seu Antonio Surdo, que os meninos chamavam de Antonio Ô! (porque a gente gritava para ele assim: Ô! Ta ouvindo seo Antooonho? estava em dificuldades. Pela primeira vez o presépio principal, da praça, não poderia ser elaborado, pois faltava o barro que era transformado em cavalos, carneiros, vacas, bodes, pássaros, estrelas, manjedoura, menino Jesus, Reis Magos e os pais de Cristo.Várias pessoas saíram em busca do barro especial que virava cerâmica e arte nas mãos de seo Antonio e não conseguia nem no subúrbio da cidade. Isso porque o saveiro que trazia o barro lá do Paraguaçu tinha virado. Era uma tristeza só.Até que aconteceu um milagre. Uma caçamba que levava barro para uma obra no Bonfim quebrou o eixo lá na Boa Viagem. Para fazer o conserto era preciso jogar fora a carga. Na véspera de Natal todos os vizinhos largaram seus afazeres para cessar o barro; pisar o barro; amassar o barro enquanto seu Antonio Ô! Ia fazendo os bonecos. Foi o maior e mais bonito presépio que a cidade já viu.Hoje não dá mais para se ter milagres, pois os supermercados e lojas importam os objetos da China e da Coréia. Tudo a R$ 1,99. Até seu Antonio, se vivo fosse, iria preferir comprar pronto.&lt;br /&gt;Feliz Natal para você e sua família.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-116792166394818148?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116792166394818148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116792166394818148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2007/01/um-natal-inesquecvel.html' title='UM NATAL INESQUECÍVEL'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-116792162763421072</id><published>2007-01-04T11:39:00.000-03:00</published><updated>2007-01-04T11:40:27.640-03:00</updated><title type='text'>FLORIPES</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Conceição da Praia: o glorioso dia de Floripes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem viu o que foi a festa em louvor a Nossa Senhora da Conceição da Praia – na sexta-feira passada - não pode medir o que era sua imponência até o último quarto do século passado. No século XVI era motivo para mostrar brasileiros e portugueses com suas mais ricas fatiotas; e as moças iam à busca dos futuros maridos. No século XX era o grande start para a lúdica diversão, que levaria um ciclo de três meses, das festas de largo. Quem este ano, achando que iria encontrar uma multidão alegre, muita capoeira, manifestações do folclore regional ou uma gastronomia de dar inveja a Baco, deus pagão, greco-romano, quedou-se ao olhar perdido e o ócio da maioria dos barraqueiros que apostaram na revitalização da festa de largo e empataram o investimento. Não foi ainda desta vez que voltou o brilho.&lt;br /&gt;Antigamente, quando a noite da véspera do dia santo se iniciava, já não dava para ir facilmente até a praça. Chegar até o Elevador Lacerda, a partir do Mercado Modelo, menos de 500 metros de distância, era coisa para meia hora. E quem quisesse que tentasse chegar próximo do manto púrpura da imagem, dentro da matriz. Dificilmente conseguiria. Além da multidão que tomava as barracas com suas mesas de compensado e bancos de madeira pesada, desde as escadarias até o adro uma multidão compacta se postava, fechando os acessos. Vinha gente de todos os cantos e até os turistas de outros países começavam a descobrir a magia das festas de largo. Nesta época o Porto de Salvador recebia muitos navios de países diversos, notadamente os norte-americanos e os franceses.&lt;br /&gt;Num dia da festa da Conceição da Praia, lá pelos idos dos anos 60, Floripes, o mais famoso viado da cidade, se emperiquitou todo. Sua fama vinha do jeito que andava, se vestia, agia e falava. Numa época em que os homens somente usavam roupas de cores sóbrias (branco, cinza, cáqui) ou em ocasiões especiais trajavam preto e azul marinho, com sapatos pretos, marrons ou marrom e branco, ele andava com roupas coloridas, carregava brincos e pulseiras. Tinha um gosto especial por sandálias femininas baixas, e rebolava como uma especialista em dança do ventre. Estava particularmente feliz, neste dia. No Porto tinha chegado um destróier francês e um porta-aviões dos Estados Unidos. A primeira coisa que os marinheiros faziam, ao desembarcar, era procurar as casas de tolerância do Pelourinho, Ladeira da Conceição da Praia, Montanha, Taboão, Pilar, Misericórdia e Gamboa. Floripes se postava nos locais chaves na esperança de conseguir namorar um dos marujos. Mas, foi na Barraca Água de Cheiro que seu sonho se realizou. Numa mesa estavam os grumetes americanos. Numa outra os franceses e, por coincidência, um marinheiro de cada nação se engraçou com ele. Bastou o americano apaixonado levantar que o outro seguiu. Um pegou Floripes pelo braço e o outro abraçou. Puxam, rasgam a roupa da bicha e saem no tapa. A briga ganha outra dimensão e instantes seguintes os marinheiros entram e guerra, acompanhados de rapazes que jogavam capoeira ou bebiam em outras barracas. Foram mais de vinte feridos com garrafadas, atingidos por mesas e bancos e também pela Fanta (cassetete longo de madeira) que policiais militares usaram sem parcimônia para conter a turba. Floripes conseguiu correr e se esconder num casarão junto de uma famosa casa de material de caça e pesca, onde tinha um brega.&lt;br /&gt;No dia seguinte os digníssimos cônsules da França e dos Estados Unidos foram tirar seus marinheiros da velha cadeia do prédio da ladeira da Misericórdia. Clareou o dia e quando Floripes acordou no quarto do brega foi aplaudido de pé pelas velhas putas que fizeram um corredor polonês, costuraram suas roupas e ainda ofereceram um buquê de palma e margaridas. Foi a Glória. Pena que os jornais não noticiaram.&lt;br /&gt;Nossa Senhora da Conceição da Praia deve ter fingido que nada viu daquilo. Coisa que desde 1549, quando o governador Tomé de Souza fez construir a igreja da Conceição da Praia - no local original hoje se encontra a majestosa catedral – nunca tinha acontecido. Os historiadores dizem que nesta época o governador ajudou, amassando o barro, a erigir uma capela de saibro. Ele mesmo se melando no barro. Mas, a igreja que hoje pontua a subida da Ladeira da Montanha começou a ser construída em 1736. As pedras vieram cortadas de Portugal, para serem montadas como um quebra cabeça em Salvador. Tudo veio talhado para gáudio da padroeira de Portugal e neo-padroeira da Bahia. Esta igreja que está em festa foi inaugurada em 1765 e somente concluída em 1849. Na realidade trata-se do terceiro prédio a ser erigido na área.&lt;br /&gt;Saiba que Nossa Senhora da Conceição é uma designação equivalente para a Virgem Maria, que pode ser também Nossa Senhora, Nossa Senhora Aparecida, Virgem de Guadalupe, Santa Maria e outras. No sincretismo afro-brasileiro ela é representada por Oxum, deusa dos rios e cachoeiras, formosa e vaidosa. Companheira de Exu foi seqüestrada por Xangô, que se apaixonou por ela. Exu enviou uma poção mágica e Oxum se transformou numa pomba, voltando para casa. Oxum e Nossa Senhora da Conceição são reverenciadas no mesmo dia.&lt;br /&gt;Uma fashion. Outra recatada. Uma deusa. A outra santa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-116792162763421072?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116792162763421072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116792162763421072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2007/01/floripes.html' title='FLORIPES'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-116792155716784998</id><published>2007-01-04T11:38:00.000-03:00</published><updated>2007-01-04T11:39:17.176-03:00</updated><title type='text'>SANTA BÁRBARA</title><content type='html'>Os festejos em homenagem a Santa Bárbara - que nem a Igreja Católica e muito menos os afro-religiosos gostam que digam que é sincrética a Iansã -, mudaram muito desde o final do século passado. Agora não tem mais um grande percentual de participação popular profana, e perdeu o ânimo de uma festa que, depois de São Nicodemus (este reverenciado pelos estivadores no dia 29 de novembro), seria aquela que deflagraria o Ciclo de Festas Populares da Bahia.&lt;br /&gt;Hoje o povo não foge mais do trabalho, como antigamente, para sambar no pé ou acompanhar o samba na palma da mão. Quem pode vai. Quem não pode não se sacrifica.&lt;br /&gt;Mas, embora sem a velha multidão que enchia o mercado localizado no Comércio, muitas pessoas ainda insistem em participar da missa, da procissão e da distribuição do tradicional caruru que é feita no prédio da central do Corpo de Bombeiros (este ano a missa foi para o quartel do pessoal da Bomba, lá do Bonocô, pois o prédio antigo, da praça dos Veteranos, onde fica a imagem da santa, ameaça desabar com ela e tudo).&lt;br /&gt;Atualmente, a maioria que vai para os festejos é que tem a “cabeça feita”. Por exemplo, seo Romualdo Pai Incerto nada entende de sincretismo, de religião afro-brasileira e muito menos de religião Católica. O que ele gosta mesmo, por hábito, é cair na farra, tomando batida de tamarindo – como se fazia antigamente – e disputando o prato de caruru com a multidão. Todos os anos ele coloca seu terno branco de linho, que foi feito pelo alfaiate Teodoro Mão de Ouro (que Deus o tenha, pois morreu em outubro, bem no dia em que fazia 101 anos), que de tão engomado e tão passado a ferro para as festas já brilha até na luz da lua e ganhou vinco perpétuo. Saiu às três horas da manhã de Santo Antonio de Jesus e desembarcou na Rodoviária de Salvador, de onde foi pegar as primeiras missas e participar em algum terreiro da alvorada com fogos.&lt;br /&gt;Depois foi só esperar a hora de ir para o Corpo de Bombeiros para tomar todas até dar a hora de voltar para sua cidade. Faz isso há mais de 30 anos. Por causa desta “devoção” e pelo fato que religiosamente, exatamente, nove meses depois sua mulher dona Francisca Oliveira Pereira Santos Correia (que este é o sobrenome do marido) dar luz a filhos do mais variado matiz (felizmente coisa que já não acontece a mais de 10 anos) é que ganhou o apelido de Romualdo Pai Incerto. O povo de língua ferina diz que todos os anos dona Francisca aproveita que o esposo está comendo caruru, para cair de boca no que não deveria. Seo Romualdo não liga e responde com um muxoxo.&lt;br /&gt;O interessante é que nos últimos anos – pelo que se viu ontem – a festa volta, gradualmente, a despertar o interesse do povo. Além do lado religioso tivemos um tímido teor profano. O gênesis da festa foi 1641, numa iniciativa dos comerciantes e trabalhadores do Mercado de Santa Bárbara, no Comércio, onde tinham montado uma pequena capela. Depois da liturgia os fiéis seguiam a procissão pelas ruas, parando na Igreja da Conceição da Praia, voltando pelo mesmo caminho para o mercado e então tome-lhe samba-de-roda, rituais de candomblé e capoeira. Mas, o mercado pegou fogo em 1874.&lt;br /&gt;Em 1912 a imagem foi para o Mercado da Baixa dos Sapateiros. A festa continuou, mas este novo endereço entrou em decadência a partir de 1980.&lt;br /&gt;Para a homenagem não morrer, nos anos 90 a Irmandade Nossa Senhora do Rosário dos Pretos passou a organizar a missa e o cortejo.&lt;br /&gt;A procissão que todos os anos sai pelo Centro Histórico tem destino certo que é a parada no Corpo de Bombeiros onde se distribui o caruru. Porquê Santa Bárbara é madrinha dos bombeiros? - É fácil -, diz seo Romualdo Pai Incerto: “Ela, assim como Iansã – Eparrei, Oyá! – é deusa do fogo, da luz, do vento, das tempestades e dos raios, coisas que os bombeiros entendem”.&lt;br /&gt;Ao contrário de Iansã ou Oyá, cultuada como dona do tempo e dos espíritos; que se apaixonou por Oxaguian e fugiu de casa, deixando o marido Ogum, Santa Bárbara foi sacrificada pelos próprios pais na cidade de Heliópolis, na época do imperador romano Maximiliano (305-311). Seus pais cultuavam antigos deuses romanos e fenícios, e não gostaram quando descobriram que ela tinha se convertido ao cristianismo. Seu fim foi triste: morreu decapitada. É uma das mais importantes mártires do Cristianismo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-116792155716784998?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116792155716784998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116792155716784998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2007/01/santa-brbara.html' title='SANTA BÁRBARA'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-116373539666153898</id><published>2006-11-17T00:46:00.000-03:00</published><updated>2006-11-17T00:49:56.666-03:00</updated><title type='text'>MEU PRIMEIRO POST</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img src="http://photos1.blogger.com/blogger/44/4183/1600/DELE%2041A.jpg" align="left" /&gt;omente a velharia, como a Igreja Católica Apostólica e Romana não gostou de padre Pinto com maquiagem e fazendo a festa ficar renovada na Lapinha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um festejo decadente que serve apenas para uma parcela da juventude local ir tomar uma biritas nas barracas. Sequer esta gente liga, ou se lembra de dar o primeiro gole para o santo, pois até este ritual caiu em desuso na Bahia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Achei padre Pinto um entusiasta. Um padre que quer renovação para o decrépito comportamento da Igreja. Sem querer fazer, mas fazendo um trocadilho, padre Pinto estava tão à vontade, tem tanto amor pelo que faz, que parecia na Festa dos Reis Magos um pinto no lixo.Muito boa sua atuação, e dom Geraldo Magella diz que foi piração e mandou o homem para o psiquiatra, como ator. Ele verdadeiramente entrou em transe quando incorporou Oxum – e olha que dançou direitinho e estava tão bonito que o orixá baixou. Quando fez a homenagem aos pajés, parecia até que tinha tomado Santo Daime ou cauim. Um primor. Desde que me conheço como gente que não vejo uma Lapinha tão animada e não venha você me dizer que o padre estava parecendo drag queen, pois isto é o menos relevante. Importante é ver que a Igreja Católica passa mesmo por uma crise sem precedentes. Tudo que é novo, cria polêmica ou atrai fiéis, ela rejeita. Suas lideranças parecem querer destruir de vez com a instituição.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vejamos: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;padre Marcelo, aquele que vende milhares de discos recebeu reprimenda até do Vaticano. Queria calar o moço que cantava seus louvores a Deus. Dom Gilio, que buscou caminhos de integração para chamar a comunidade afro-descendente para suas hostes, foi jogado ao léu, mandado para os confins da Bahia – ele que veio do Rio Grande do Sul onde já era um problema por causa de suas idéias liberais, negro que é, e nem sei por onde anda.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lembro de um caso de amor da comunidade por seu ministro. Nos anos 60 do século passado havia um padre na Igreja da Boa Viagem (acho que o nome dele era Hugo Rossi ou Rossini, algo assim) que era adorado pelos jovens e repudiado pelos mais velhos. Ele bebia, fumava, tomava banho de mar de calção, numa época em que padre não tirava o hábito nem pra ir a banheiro, jogava futebol, comia bem descaradamente e dizem as más línguas, ainda dava uma paquerada, pois ninguém é de ferro e até Jesus namorou e dizem alguns historiadores que casou e teve filhos. Pois não é que o padre foi mandado de volta para a Itália, de onde viera? Toda minha turma de coroinha, a partir daí, decidiu dar um basta. Fomos embora. Igreja nunca mais. Acabaram com nosso ídolo que sentava conosco depois da missa para um papo (falávamos de Deus, sim senhora) e um violão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que a Igreja gosta mesmo é dos poderosos. Sempre foi assim. Sempre uma simbiose com os coronéis, com os políticos, com quem oferecia benesses e boa mesa. Por ver na Igreja Católica um fausto portentoso, um falso falar macio e uma total sinergia com Deus é que o povão faz hoje da Igreja Evangélica um caminho e tome esta Igreja crescer, mesmo se sabendo que se trata também de mera exploração da fé.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que a Igreja Católica (que um amigo filósofo trata de Igreja Caótica) gosta mesmo, é de um papa que manda os seus seguidores ao risco de pegar Aids e não respeita as diferenças sexuais tratando os homossexuais como cidadãos e fiéis de segunda classe. Ou gosta mesmo de bispos e arcebispos que passam esmalte incolor e fazem as cutículas e andam com seus clergimans impecáveis, como se fossem galãs de Hollywood, nas áreas onde o povo anda de chinelo e sapato furado. Ou que são retrógrados quando preferem ver seus acólitos penando pela morte ou sofrimento de parentes ao uso da terapia das células-tronco.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este negócio de querer rotular as pessoas de enlouquecidos, quando atrapalham seus interesses, incomodam por suas posições políticas, comportamentais ou filosóficas é típico da Igreja Católica. Não vamos nem falar em Galileu. Vamos mais perto. Quando dom Avelar Brandão Vilela era vivo, ele teve um arranca-rabo com um jornalista da Tribuna da Bahia e enviou uma carta para o editor-chefe recomendando que internasse o rapaz, pois este deveria estar com esgotamento nervoso. O editor, que era o escritor João Ubaldo Ribeiro, escreveu um artigo que encerrava assim: “O senhor cuida do seu rebanho que cuido do meu!”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pois, quero padre Pinto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quero dom Gílio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quero padre Hugo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quero aquele padre que fez greve de fome contra a transposição do São Francisco e que esqueci o nome.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quero frei Beto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quero Leonardo Boff.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quero dom Jerônimo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quero Gregório de Mattos e Guerra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quero que Deus castigue os obscurantistas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-116373539666153898?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116373539666153898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116373539666153898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2006/11/meu-primeiro-post.html' title='MEU PRIMEIRO POST'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-116373512897603586</id><published>2006-11-17T00:43:00.000-03:00</published><updated>2006-11-17T00:45:28.980-03:00</updated><title type='text'>O MESMO QUE ZIDANE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img src="http://photos1.blogger.com/blogger/44/4183/1600/dele%2018AB.jpg" /&gt; ane-se o mundo. Para Zidane dar uma cabeçada daquelas, num final de uma Copa do Mundo, coisa que poderia melar para sempre sua imagem como craque equilibrado, só mesmo ouvindo o que não queria. Ao contrário do que os críticos disseram e os jornais publicaram apenas porque estão com raiva dele por ter jogado maravilhosamente contra o Brasil * deu de calcanhar, mandou chapéu, driblou e fez o que quis com nossos jogadores * Zidane fez certo. Tem horas que boa educação e boa índole nada valem. Tem de dar porrada mesmo. E conhecendo os italianos como conheço, tinha de dar chute nas partes baixas e comer as orelhas. Pode observar nos noticiários dos jornais que de cada ocorrência nas delegacias envolvendo estrangeiros, setenta por cento tem a presença de italianos. Os caras são complicados.&lt;br /&gt;Enquanto argentino torra o saco achando que são melhores, mais bem educados, mais ricos e mais bonitos e que ainda jogam barbaridade mais que nós, os italianos chegam como quem não quer nada.&lt;br /&gt;Como estão cheios de euros, mesmo a maioria sendo formada por taxistas romanos, trabalhadores da Fiat ou donos de botecos na Piazza Auxiliatrice, encostam nos portos e aeroportos baianos e vão logo querendo saber onde conseguir meninas novas e de preferência mulatas e onde tem apartamento barato para comprar, de preferência na Orla. Alguns partem para visitar Morro de São Paulo e Porto Seguro e fincam o pé por lá. Como são turistas de baixo estrato social e educacional, mesmo para os padrões europeus, terminam por se envolver em casos, algumas vezes bizarro. Conheço algumas histórias, como a de um italiano que mora colado a uma delegacia, num dos bairros de Salvador e que partiu para pegar a empregada dentro da delegacia, na maior ousadia, depois que ela foi dar queixa de abuso e de ameaça de morte. O cara foi preso e como era estrangeiro logo libertado e o advogado que foi liberar o danado ainda ouviu esbregue por ter demorado.&lt;br /&gt;Outro chegou como turista, engravidou uma garota de 14 anos e ao invés de ir preso conseguiu casar com a garota pobre do subúrbio e ainda ganhou direito à morar por aqui. Comprou uma cobertura grande num bairro conhecido da Orla Marítima e para desespero dos outros moradores fez uma obra transformando a cobertura numa pensão para italianos que ele recepciona em Salvador. No lugar da cobertura ele montou cinco pequenos apartamentos. A polícia nem o síndico podem fazer alguma coisa, pois embora saibam que as pessoas que vão lá são hóspedes, ele diz que são convidados. As porradas que acontecem em Porto Seguro e boa parte das ações da Polícia Federal, envolvem italianos que se escondem nas praias, montam pousadas, restaurantes, barracas de praia. Como os caras conseguem ficar por aqui é um mistério.Outro dia uma família estava atrás de um motorista de ônibus italiano que estava fora do seu país há mais de três anos. Cataram, cataram e o acharam como próspero comerciante em Eunápolis. Deu trabalho repatriar o cara. Isso se ele já não deu um jeito de voltar por Foz de Iguaçu.Mas também, para não ser injusto, tenho de reconhecer que por seus envolvimentos com prostitutas, muitos italianos sofrem na Bahia. Lembra do caso de um deles que ano passado levou para o apartamento uma linda morena, que na verdade era linda mas não era morena, era moreno? O traveca aplicou-lhe um reconfortante “Boa noite Cinderela” com tanta pílula para dormir que o homem dormiu três dias. Quando acordou tinham levado tudo da sua casa. Pior é que cada italiano que vem e volta, pelas facilidades que encontra, manda mais um monte. E haja problema.&lt;br /&gt;Zidane me lembrou que devo dar uma marrada num vizinho italiano porcalhão, chato e barulhento. Chega de aceitar provocações destes mafiosos. E minha vizinha ainda o defende, dizendo que ele é um chato, mas “é tão bonitinho...tem um nariz de ator de cinema...bundinha durinha e um sotaque de arrepiar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que vou dar uma porrada nela também.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-116373512897603586?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116373512897603586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116373512897603586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2006/11/o-mesmo-que-zidane.html' title='O MESMO QUE ZIDANE'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37267961.post-116373502942483237</id><published>2006-11-17T00:42:00.000-03:00</published><updated>2006-11-17T00:43:49.426-03:00</updated><title type='text'>O COTÓ, A MOÇA DO BACALHAU e a CEGA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img src="http://photos1.blogger.com/blogger/44/4183/1600/dele%203av.jpg" align="left" /&gt;imagens me impressionaram nos últimos dias.&lt;br /&gt;A do pescador que mesmo sem braço conseguia pescar de bomba acendendo o pavio com a boca e dando chute na dita cuja para atingir os cardumes. Fiquei pensando que o cara é um herói, embora a Polícia Federal e o Ibama o tratem como bandido. Também pensei que o cara é corajoso, pois se a bomba explodir na hora do chute a la Roberto Carlos ele perde os pés. Fica sem as mãos e sem os pés. Vai acender o pavio com o quê? Não responda, viu seu desbocado! Explico porque acho o cara um herói.&lt;br /&gt;Para um homem ser pescador profissional artesanal, sem a logística, os equipamentos de última geração e o acesso do seu produto ao mercado, como contam os pescadores japoneses, coreanos, portugueses, espanhóis e os da Europa Oriental e que ainda têm suas traineiras e navios subsidiados pelos respectivos governos, é que não contou com apoio de ninguém para poder estudar e melhorar de vida. Sair da vidinha que levava o seu pai, seu avô e que deixaram como legado para sobrevivência. Com certeza ele não optou ser pescador de bomba - sabendo do perigo que representa acender e arremessar dinamite, já que o acidente de trabalho tem como conseqüência perda de membros e ninguém gosta de correr risco. Foi o destino e foram as autoridades governamentais que não deram outros caminhos. Não deram estudo. Não deram apoio social. Não deram salários dignos. Não deram remédio nos postos. Não deram direito à moradia. Não deram direito à Justiça. O que fazer para alimentar a família? Pescar de bomba, lógico, pois em menos tempo pega-se mais peixe e a renda aumenta para os barrigudinhos que esperam à mesa, que também seguem os passos do pai e sofrem o descaso oficial.&lt;br /&gt;A pergunta nada hipócrita que pode ser feita é se a vida humana é inferior ao ecossistema marinho. Quem é prioritário para a morte? O homem por inanição ou os corais bombardeados? Existe, sim, uma coisa chamada cadeia alimentar. Quem está no topo muitas das vezes não tem muito a escolher. Que me perdoem os siris, as pititingas e os plânctons.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra imagem que me chamou a atenção foi a das duas mulheres presas quando roubavam bacalhau num supermercado. Elas chegaram, disfarçaram, pegaram o bacalhau e enfiaram embaixo das pernas, lá onde o bacalhau é mal lavado. Saíram andando numa boa mas os seguranças desconfiaram. Um repórter perguntou o motivo de terem roubado o peixe. Elas disseram que era preciso ter alguma coisa para a Sexta-feira Santa das crianças. Não tinham dinheiro e não queriam frustrar os filhos. O repórter perguntou porque roubar especificamente bacalhau, quando poderiam levar outro tipo de peixe. Disseram que as crianças, de tanto ouvirem falar nas TVs e verem receitas de bacalhau queriam porque queriam comer bacalhau. E lá foram elas, mulheres paupérrimas que até para comprar pão é dia sim, dia não, querendo oferecer o que havia de melhor para a ceia da Sexta da Paixão. Nem Deus ajudou. Foram presas e os meninos ficaram sem bacalhau.&lt;br /&gt;Num país de mensalão estas mulheres merecem ou não a prisão? Responda você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a cega, êta cega danada de sábia. Ela estava pedindo dinheiro na Avenida Sete e um homem saindo da agência do Banco do Brasil deu-lhe duas notas de cinqüenta reais, dizendo que ela saísse da chuva e fosse embora. O homem, sabendo-a cega, disse o valor que estava dando e pediu para guardar bem as notas.&lt;br /&gt;O que ela fez? Devolveu uma nota dizendo que era muito e que mesmo cinqüenta reais ainda era demais. Estava acostumada a ter apenas um pouco a cada dia. O repórter de uma rádio estava por coincidência junto na hora e perguntou à mulher porque não ficou com o dinheiro todo e gastava um pouco a cada dia. Ela na maior singeleza disse que nunca tinha ganho tanto dinheiro na vida e que muito dinheiro pode trazer infelicidade.&lt;br /&gt;Falar o quê meu rei?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37267961-116373502942483237?l=jolivaldocronicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116373502942483237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37267961/posts/default/116373502942483237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jolivaldocronicas.blogspot.com/2006/11/o-cot-moa-do-bacalhau-e-cega.html' title='O COTÓ, A MOÇA DO BACALHAU e a CEGA'/><author><name>Jolivaldo F.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00745948629819031087</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
